Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Espetáculo: "Palavra de Mulher" com Lucinha Lins, Tania Alves e Virgínia Rosa
    Espetáculo: "Palavra de Mulher" com Lucinha Lins, Tania Alves e Virgínia Rosa
    Espetáculo: "Palavra de Mulher" com Lucinha Lins, Tania Alves e Virgínia Rosa

    Espetáculo “Palavra de Mulher”, com Lucinha Lins, Tania Alves e Virgínia Rosa, interpretando personagens femininas da obra de Chico Buarque. Num clima de cabaré, com adereços e objetos cênicos, iluminação e figurino, as atrizes/cantoras se revezam em apresentações em trio, duo e solo, encantando o público com suas vozes e atuações. Mais de 300 mil pessoas já assistiram ao espetáculo que comemora 15 anos em cartaz.

    Num espetáculo que canta e encanta, faz rir e faz chorar, Lucinha Lins, Tania Alves e Virgínia Rosa emprestam corpo e voz a tantas outras mulheres de Chico de Buarque para, num clima de cabaré, falar, por meio da música, de amores, dores de amores, esperança, solidão, encontros, desencontros, sedução, felicidade, força, abandono, liberdade, sonhos e conquistas.

    Em Belo Horizonte, o musical fará duas apresentações, nos dias 15 e 16 de julho, sábado às 21h e domingo às 19h, no Grande Teatro do Sesc Palladium. No dia 16, será realizado também um bate papo com o público sobre o universo feminino na obra de Chico Buarque, com as participações de Lucinha Lins, Tânia Alves, Virgínia Rosa, do diretor musical, o maestro Ogair Júnior, e do idealizador e diretor do espetáculo, Fernando Cardoso. 

    Venda pela Sympla e na bilheteria do teatro. A sessão do dia 16/07 terá tradução em libras e audiodescrição.    

  • Espetáculo: “Palhaço(s)”
    Espetáculo: “Palhaço(s)”
    Espetáculo: “Palhaço(s)”

    Com texto do dramaturgo Timochenco Wehbi, a montagem mergulha em uma narrativa sensível e poética sobre solidão, memórias e os limites entre a realidade e a imaginação. Em cena, o público acompanha o encontro improvável entre Careta, um palhaço resistente à decadência do circo, e Benvindo, um vendedor de sapatos que sonha com o picadeiro. A partir desse encontro, a peça revela contrastes, dualidades e metáforas sobre as escolhas que moldam nossas vidas.Enquanto um carrega um par de sapatos comuns, o outro preserva o tradicional sapato de palhaço, símbolo que ganha força na dramaturgia ao representar desejos, identidades e caminhos interrompidos ou ousados.

    Dirigido por Alessandra Vieira, que também assina a clownerie, o espetáculo conta com as atuações de Cristiano Gomes e Reverson dos Anjos. A encenação combina elementos do naturalismo, do melodrama e do expressionismo, em um diálogo direto com a estética circense e a palhaçaria clássica.

    Além da forte carga simbólica, a obra se destaca pela participação ativa do público, convidado a entrar no espaço cênico e vivenciar as cenas de forma intimista e interativa.

  • Espetáculo - PANACEA
    Espetáculo - PANACEA
    Espetáculo - PANACEA

    Teatro Francisco Nunes recebe o espetáculo PANACEA, do grupo de dança contemporânea Sala B

    Marcando dez anos de atividades do grupo de dança Contemporânea Sala B, Panacea aborda relações entre cultura brasileira e religião, chamando a atenção para aspectos formativos da fé eclética do povo brasileiro,
    como as raízes indígenas, a memória da escravidão e da mãe África, a miscigenação, a diversidade cultural e as instituições religiosas.

    “Panaceia” é remédio que cura todos os males, físicos e morais. Em sentido figurado, aquilo que serve para resolver qualquer problema.

    Como uma panaceia, o espetáculo propõe um diálogo entre o céu e a terra em um universo atravessado por manifestações populares, em que figuras do fabulário brasileiro estão presentes de maneira lírica e poética.

    No trabalho, a trilha sonora ganha relevância com o aporte da Foli Griô Orquestra , do compositor Mamour Bá - músico senegalês residente em Belo Horizonte- e com o resgate da música barroca em diferentes composições como nas de Lobo de Mesquita – mineiro natural de Diamantina considerado o mais importante compositor deste período , dentre outros.

    Este projeto foi contemplado na Lei Aldir Blanc no âmbito do Estado de Minas Gerais
     
    O grupo de dança contemporânea Sala B foi criado em 2011 e é sediado em Belo Horizonte.  “Panacea” foi estreado em novembro de 2021, marcando os 10 anos de atividades do grupo. Sob direção de Fernando de Castro,  o espetáculo aborda relações entre cultura brasileira e religião, chamando a atenção para aspectos formativos da fé eclética do povo brasileiro, como as raízes indígenas, a memória da mãe África, a miscigenação, a diversidade cultural e as instituições religiosas. 

    TEATRO ADULTO
    Dias 18 a 20 de março, sexta e sábado às 20h e domingo às 19h.
    Classificação: 12 anos | Duração: 60 minutos
    Bilheteria do teatro: R$40,00 (inteira) e R$20,00 (Meia) ou pelo site: www.diskingressos.com.br
    OBS: A Bilheteria do teatro abre duas horas antes do espetáculo.