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  • Espetáculo: “Rinoceronte”
    Espetáculo: “Rinoceronte”
    Espetáculo: “Rinoceronte”

    A Agrupação Teatral Amacaca (ATA), renomado grupo de Brasília, apresenta em Belo Horizonte o espetáculo “Rinoceronte”, da famosa obra do Teatro do Absurdo de Eugene Ionesco.

    Escrito pós segunda guerra mundial, em 1956, o texto é uma reflexão sobre como os ideais fascistas adoecem um povo e os cegam.

    Com direção e encenação de Hugo Rodas, a montagem brasileira coleciona 18 prêmios em festivais nacionais pela sua primeira versão nas primeiras décadas de 2000.

    A peça é tida como uma parábola à invasão do fascismo na Europa e ao pensamento de massa que seguiu assombrando a sociedade, ainda no período pós-guerra.

    No entanto, a sensação de angústia metafísica pelo absurdo da condição humana continua presente, como se vivêssemos um eterno pós-guerra ou uma guerra sem fim. Neste cenário, o texto permanece aberto para novas e surpreendentes interpretações, tão atual como uma notícia de jornal.

    Uma cidade pacata, que poderia ser em qualquer lugar do planeta, onde nada de extraordinário acontece, é transformada completamente pela passagem de um rinoceronte. Sem entenderem a procedência do paquiderme, as pessoas começam a entrar em conflito, enquanto a fera se prolifera incontrolável e misteriosamente.

    Aos poucos, começam a se dar conta de que são os próprios vizinhos, colegas e familiares que estão se transformando em rinocerontes, como uma epidemia.

    Todos são afetados, um a um. São cooptados a se tornarem feras, seja por violência, contágio, sedução, ou simples desistência. Apenas um homem irá resistir.

    Como uma metáfora do “efeito manada”, onde indivíduos de uma determinada sociedade vivem um contexto de epidemia que a leva ao colapso, os habitantes desta cidade criada por Ionesco são assolados pela ‘Rinocerite’, que os transformam subitamente em Rinocerontes, animais quase cegos, grandes e grotescos, caracterizados por sua força violenta.

    A peça fica em cartaz nos dias 11 e 12 de novembro, sábado e domingo, às 20h, no Teatro do Galpão Cine Horto. Ingressos: R$30 inteira e R$ 15 meia.

  • Espetáculo: "Rinocerontes" - Grupo Confesso
    Espetáculo: "Rinocerontes" - Grupo Confesso
    Espetáculo: "Rinocerontes" - Grupo Confesso

    A Confesso Escola de Teatro Apresenta, o espetáculo de formatura "Rinocerontes".

    Sinopse: 

    Em um domingo comum, os habitantes de uma cidade são surpreendidos pela passagem de um rinoceronte de procedência desconhecida.

    Misteriosamente, a própria população sucumbe a uma metamorfose em massa, assumindo um comportamento bestial que se alastra como um contágio incontrolável.

    Venha se surpreender com esse texto que revela, de modo tragicômico, uma surpreendente atualidade diante da alienação coletiva e da adesão acrítica a movimentos autoritários.

  •  Espetáculo: “Riobaldo"
    Espetáculo: “Riobaldo"
    Espetáculo: “Riobaldo"

    O Palácio das Artes recebe temporada do espetáculo “Riobaldo" (@riobaldoapeca), monólogo de Gilson de Barros, adaptado da obra “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa.

    O recorte ilumina a importância dos amores, do ex-jagunço, que dá nome à peça, com três pessoas que determinaram sua trajetória: Diadorim, Nhorinhá e Otacília.

    Ao rememorar, Riobaldo reflete sobre questões que extrapolam o sertão e caracterizam a própria dialética da travessia do homem humano.

    Com direção de Amir Haddad, a montagem passou pelo Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, recebendo elogiosas críticas e indicações de melhor espetáculo, e, agora, chega ao Teatro João Ceschiatti para apresentações de 3 a 12 de março, sempre de sexta a domingo, com ingressos a partir de 25 reais.

    “Estamos realizando uma curadoria especial para o Teatro João Ceschiatti, entendendo que o espaço tem autonomia técnica para receber importantes montagens teatrais ao longo do ano.

    Abrimos a temporada de março com o clássico “Riobaldo” e, em seguida, teremos o premiado espetáculo “Eu Sempre Soube”, com Rosane Gofman””, adianta Sérgio Rodrigo Reis, presidente da Fundação Clóvis Salgado, mantenedora do Palácio das Artes.