Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Espetáculo: Ruth & Léax
    Espetáculo: Ruth & Léax
    Espetáculo: Ruth & Léa

    Entre os dias 15/8 e 1º/9, de sexta a segunda-feira, às 21h, o Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte, CCBB-BH, recebe o espetáculo Ruth & Léa, estrelado por Bárbara Reis e Ivy Souza. A peça é um tributo às duas grandes damas do teatro brasileiro e um convite à sensibilidade e à reflexão: como honrar quem abriu caminhos? Como dançar, amar e sonhar em um país que tantas vezes nega sua própria história? A narrativa se entrelaça com cenas projetadas, números musicais que incluem canções de Tom e Vinícius, Milton Nascimento e Debussy, e a presença simbólica de figuras marcantes como Mercedes Baptista, Grande Otelo e Abdias do Nascimento. 

    No dia 16/8, após a sessão do espetáculo, as atrizes e o diretor da peça farão um bate-papo com o público falando sobre a montagem, suas curiosidades e sobre Ruth de Souza e Léa Garcia. Três mulheres se encontram em um estúdio de cinema para criar, rever memórias e imaginar futuros. As atrizes Zezé e Elisa, nomes inspirados em Zezé Motta e Elisa Lucinda, iniciam o ensaio para um filme musical sobre Ruth de Souza e Léa Garcia e mergulham nas trajetórias dessas figuras fundamentais da história do teatro e do audiovisual brasileiro. Acompanhadas por Naná (vivida por Gláucia Negreiros), diretora e musicista do filme, elas constroem uma jornada de escuta, troca e provocação.

  • Espetáculo: S.A.C com Sarro, Albani e Cocielo
    Espetáculo: S.A.C com Sarro, Albani e Cocielo
    Espetáculo: S.A.C com Sarro, Albani e Cocielo

    O humor brasileiro ganha uma nova potência com o espetáculo “S.A.C.”, que reúne três dos maiores nomes da comédia nacional: Victor Sarro, Renato Albani e Júlio Cocielo. S.A.C. é uma celebração do riso, combinando os estilos únicos e inconfundíveis de cada artista. 

    Renato Albani traz sua visão bem-humorada sobre o cotidiano, transformando situações comuns em reflexões hilárias. Júlio Cocielo, fenômeno nas redes sociais, apresenta um humor ágil e despojado, enquanto Victor Sarro, com sua bagagem na TV e no palco, surpreende o público com um toque sarcástico e um improviso de mestre. 

    O espetáculo marca um momento especial para os fãs da comédia, que terão a oportunidade de vivenciar a química explosiva desse trio em um show que mistura improvisação, situações do cotidiano e, claro, muitas risadas. 

    Com uma abordagem criativa e irreverente, S.A.C. promete ser um dos destaques do calendário cultural de 2025.

  • Espetáculo: Sagração de Débotah Colker
    Espetáculo: Sagração de Débotah Colker
    Espetáculo: "Sagração" de Déborah Colker

    Com apresentação do Ministério da Cultura e Bradesco Seguros e patrocínio da Petrobrás, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Companhia dá início à temporada de apresentações de 2024 com a turnê celebrativa dos seus 30 anos. O Palco Instituto Unimed-BH recebe a montagem em duas únicas apresentações em Belo Horizonte, nos dias 31 de agosto e 1º de setembro, sábado às 21h e domingo às 19h, no Grande Teatro do Sesc Palladium. 

    No dia 30 de agosto, sexta, às 15h, acontecerá uma apresentação social, gratuita, exclusiva para alunos e professores das redes públicas de ensino e integrantes de projetos sócio-culturais. 

    O espetáculo é uma livre adaptação de “A Sagração da Primavera”, obra composta pelo russo Igor Stravinsky, que ganhou projeção mundial pela montagem estreada em Paris em 1913, com coreografia de Vaslav Nijinsky e produção de Sergei Diaghilev para os Ballets Russes. A composição musical é considerada revolucionária por introduzir estruturas rítmicas e harmônicas nunca antes utilizadas em partituras. 

    Foi em uma viagem para o Xingu, durante o Kuarup, e no encontro com as aldeias indígenas Kalapalo e Kuikuro, que Deborah conheceu Takumã Kuikuro. O cineasta contou a ela como o povo do chão recebeu o fogo do Urubu Rei. Essa história é dançada e acompanhada por narração do próprio Takumã e faz parte da coleção de cosmogonias que a diretora reuniu para montar a dramaturgia do espetáculo. 

    A coreógrafa, em parceria com o diretor musical Alexandre Elias, introduziu à partitura instrumental de Stravinsky a sonoridade pujante das florestas e ritmos brasileiros. Boi bumbá, coco, afoxé e samba foram introduzidos à criação de Stravinsky. Aos acordes de instrumentos de orquestra, o diretor musical adicionou flauta de madeira, maracá, caxixi e tambores. Os paus de chuva também entram em cena no arranjo executado ao vivo pelos bailarinos.