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  • Espetáculo: Mutações
    Espetáculo: Mutações
    Espetáculo: Mutações

    O Festival Teatro em Movimento, que tem curadoria e coordenação geral de Tatyana Rubim, traz a Belo Horizonte o espetáculo "Mutações" com Luís Melo, Andréia Nhur e Alex Bartelli. 

    A peça traz um jogo cênico vigoroso, com uma marcante assinatura de encenação, desenvolvida pelo diretor André Guerreiro Lopes. 

    A montagem é um convite a um mergulho profundo na poética e nos ensinamentos filosóficos presentes no oráculo I CHING, a mais consagrada obra milenar oriental, que serviu de inspiração para dramaturgia original de Gabriela Mellão, especialmente desenvolvida para o espetáculo. 

    Os sentidos são criados por justaposição e colisão de imagens e ritmos, convidando o espectador a participar do jogo com sua própria imaginação. 

    Além do texto falado, todos os elementos cênicos são considerados “dramaturgia”: a ação física dos atores, o espaço, a luz, o som. A trilha sonora é toda composta pelo diretor musical Federico Puppi. 

    A sonoridade segue os princípios de estranhamento e imersão sensorial, utilizando os recursos de espacialização sonora do teatro. 

    Com cenografia e figurinos de Simone Mina, o trabalho estético de "Mutações" remete a um espaço simbólico para o desenvolvimento do jogo cênico, permitindo que se materialize a ideia de fluxo: cenário mutável e manipulável pelos atores, uso de elementos da natureza em estados de transição, com o elemento vento como elemento central. 

    A luz é desenhada por Aline Santini, criando um jogo de opostos de claros e escuros: zonas de penumbra, sombras em movimento, explosões de luz e claridade, criando efeitos de ilusão, tridimensionalidade e rápidas mudanças visuais.

    As apresentações acontecem dias 30 e 31 de março, sábado, às 20h, e às 19h, domingo, no Sesc Palladium. 

  • Dione Carlos
    Dione Carlos
    Espetáculo - "Muvuca nº 03”: Dione Carlos - FAN BH 2021

    Apresentação do espetáculo “Muvuca nº 03”. Muvukêra: Dione Carlos (SP). Muvucandes (em ordem alfabética): Alisson Damasceno  (BH), Eugênio Clavelles (Cuba/Brasil), Irma Ferreira (BA), Kainná Tawa (BH), Lira Ribas (BH), Lucas dos Prazeres (PE), Michele Bernardino (BH), Richard Neves (BH).

    A edição 2021 do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte apresenta como novidade as Muvucas Artísticas, com quatro grandes encontros entre artistas de diferentes linguagens. Durante três dias, artistas de diferentes áreas, os Muvucandes, criam em conjunto, sob a condução de uma pessoa referência na direção artística brasileira, Muvukêra ou Muvukêro. Na noite do terceiro dia o público é convidado a compartilhar da experiência.

    A Muvuca Nº03 é realizada, sob a direção da atriz, dramaturga, roteirista e curadora de São Paulo Dione Carlos, sendo uma Muvuca Dramatúrgica. “Um encontro entre potências criativas coexistindo dentro de um mesmo espaço, gerando uma experiência sensível baseada na partilha de saberes-sons-sabores”, explica a diretora.

    Toda a programação do FAN BH 2021 é gratuita. O evento é realizado cumprindo todos os protocolos de combate à covid-19 vigentes em Belo Horizonte. O festival é uma realização da Prefeitura de Belo Horizonte, a partir da Secretaria Municipal de Cultura, Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (CIRC).

    Classificação: Livre

    Dia: 10/12, sexta-feira às 20:00 horas
    Classificação: Livre                               
    Duração: 90 minutos

    Ingressos: diskingressos.com.br 

  •  Espetáculo: “Na comédia de Edgar, Alan põe o bico”
    Espetáculo: “Na comédia de Edgar, Alan põe o bico”
    Espetáculo: “Na comédia de Edgar, Alan põe o bico”

    Volta em cartaz o espetáculo “Na comédia de EDGAR, Alan põe o bico”, texto original de Glicério do Rosário, inspirado livremente no poema “O Corvo” e no ensaio “A filosofia da composição”, de Edgar Alan Poe. 

    A montagem tem direção de Geraldo Octaviano, com Cláudio Márcio e Glicério do Rosário em cena. 

    Um autor de tragédias, que se vê obrigado a escrever uma comédia pra não morrer de fome!

     Quatro personagens ocupam o palco pra contar esta história: Edgar, autor trágico; Alan, seu corvo e ajudante de escrita; e a dupla caipira “Zé Prenúncio & Malagouro”. 

    Se por um lado, Edgar é um autor trágico, que acredita ser tomado por espíritos que lhe insuflam o verbo trágico; Alan é um corvo que se gaba por sua inteligência. 

    É cético, lógico e ateu, mas acredita no potencial de Edgar e pretende influenciá-lo a escrever racionalmente.

     Entremeando o embate, temos o Coro desta encenação, “Zé Prenúncio & Malagouro”, que se apresentam à platéia em canções e comentários engraçados, ajudando ou confundindo o entendimento da trama. 

    A dupla se vale dos improvisos pra lançarem críticas engraçadas de cunho político e social.