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  •  Espetáculo: ‘Três Fadas Moribundas’ - Coletivo Bufadas
    Espetáculo: ‘Três Fadas Moribundas’ - Coletivo Bufadas
    Espetáculo: ‘Três Fadas Moribundas’ - Coletivo Bufadas

    Na sexta-feira, dia 26 de maio de 2023, às 18h30, o Centro Cultural UFMG recebe o ‘Coletivo Bufadas’ para a apresentação do espetáculo ‘Três Fadas Moribundas’.

    A peça foi idealizada por Carol Oliveira, tem a direção de Joyce Malta e a dramaturgia de Byron O’Neill.

    O evento integra o projeto Baixo Centro En[cena], como parte da programação do Circuito Cultural UFMG.

    A entrada é gratuita, com classificação livre.

  • Espetáculo: Três Fadas Moribundas | Memorial Vale
    Espetáculo: Três Fadas Moribundas | Memorial Vale
    Espetáculo: Três Fadas Moribundas | Memorial Vale

    O Memorial Vale recebe no dia 3 de dezembro, sábado, às 16h, a peça “Três Fadas Moribundas”, dentro do projeto Eu, Criança, no Museu!. Trata-se de um espetáculo leve, engraçado e divertido que leva sorrisos para todas as idades.

    As três fadas estão sobrevoando Belo Horizonte, tocando seus instrumentos musicais, em busca da asa perdida de uma delas. A entrada é gratuita e a retirada de ingressos pode ser feita uma hora antes da apresentação. No máximo um par de ingressos por pessoa.

    Carol Oliveira e Joyce Malta são artistas na cidade de Belo Horizonte há mais de quinze anos e pela escolha de trabalhar com a bufonaria se juntam para a realização do espetáculo “Três Fadas Moribundas”.

    A ficha técnica traz Joyce Malta assinando a direção; Byron O'Neill na dramaturgia, Barulhista na produção musical, Jonnatha Horta no figurino e Maria Mourão na produção. As fadas são: Carol Oliveira, Gustavo Djalva e Paloma Mackeldy.

    Mais informações das redes sociais: Instagram | Facebook @fadasmoribundas .

  • Espetáculo: Três Mulheres Altas
    Espetáculo: Três Mulheres Altas
    Espetáculo: Três Mulheres Altas

    O festival Teatro em Movimento, que tem curadoria e coordenação geral de Tatyana Rubim, abre a programação de 2023 apresentando a comédia “Três Mulheres Altas”, escrita por Edward Albee (1928-2016) no início da década de 90.

    O texto logo se tornou um clássico da dramaturgia contemporânea.

    Perversamente engraçada – como é a marca do autor –, a peça recebeu o Prêmio Pulitzer e ganhou bem-sucedidas montagens pelo mundo, ao trazer o embate de três mulheres em diferentes fases da vida: juventude, maturidade e velhice.

    O espetáculo é estrelado por Suely Franco, Deborah Evelyn - indicada ao prêmio Cesgranrio de melhor atriz pela peça - e Nathalia Dill, tem direção de Fernando Philbert, tradução de Gustavo Pinheiro e realização nacional da WB Produções, de Bruna Dornellas e Wesley Telles.

    A peça que fez temporadas lotadas no Rio de Janeiro e São Paulo e foi vista por mais de 25 mil pessoas, chega a Belo Horizonte para duas apresentações no Teatro Sesiminas, dias 25 e 26 de março, sábado, às 20h e domingo, às 19h, com ingressos a partir de 25 reais a meia entrada - compra pelo link https://bit.ly/3XYMgGT .

    Em cena, as atrizes interpretam três mulheres, batizadas pelo autor apenas pelas letras A, B e C.

    A mais velha (Suely Franco), que já passou dos 90, está doente e embaralha memórias e acontecimentos, enquanto repassa a sua vida para a personagem B (Deborah Evelyn), apresentada como uma espécie de cuidadora ou dama de companhia.

    A mais jovem, C (Nathalia Dill), é uma advogada responsável por administrar os bens e recursos da idosa, que não consegue mais lidar com as questões financeiras e burocráticas.

    Entre os muitos embates travados pelas três, a grande protagonista do espetáculo é a passagem do tempo e também a forma com que lidamos com o envelhecimento.

    “O texto do Albee nos faz refletir sobre ‘qual é a melhor fase da vida?’, além de questões sobre o olhar da juventude para a velhice, sobre a pessoa de 50 anos que também já acha que sabe tudo e, fundamentalmente, sobre o que nós fazemos com o tempo que nos resta.

    Apesar dos temas profundos, a peça é uma comédia em que rimos de nós mesmos”, analisa o diretor Fernando Philbert.

    A última e até então única encenação do texto no Brasil foi logo após a estreia em Nova York, em 1994. Philbert e as atrizes da atual montagem acreditam que a nova versão traz uma visão atualizada com todas as mudanças comportamentais e políticas que aconteceram no mundo de lá para cá, especialmente nas questões femininas, presentes durante os dois atos da peça.

    Sexo, casamento, desejo, pressões e machismo são temas que aparecem nos diálogos e comprovam a extrema atualidade do texto de Albee, o que rendeu a indicação no prêmio Cesgranrio de melhor atriz para Deborah Evelyn.