Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Espetáculo: Vazante
    Espetáculo: Vazante
    Espetáculo: Vazante

    O Complexo Cultural Funarte MG recebe, nos dias 09 e 10 de julho, às 19h30, o espetáculo “Vazante”. Com classificação livre, a apresentação tem entrada gratuita.

     Criada para marcar a conclusão do percurso formativo de longa duração de estudantes da área de Dança da Escola Livre Arena da Cultura, a proposta cênica Vazante tem como inspiração o livro de contos Olhos d’Água, de Conceição Evaristo. Vazante é corpo em fluxo, memória líquida e palavra em movimento. A água, metáfora dos fluidos internos — lágrimas, angústias, subjetividades — atravessa a obra e se torna linguagem e comunicação. 

    Em cena, o texto se derrama em gestos, fazendo surgir novas narrativas. Entre o íntimo e o digital, Vazante investiga o que escorre e vaza, traçando uma cartografia das bordas do corpo e do mundo. As professoras Luísa Machala e Marise Dinis assinam a direção e assistência de direção do trabalho.

  • Teatro Raul Belém Machado
    Teatro Raul Belém Machado
    ESPETÁCULO: VELHAS ENTRELINHAS

    ESPETÁCULO:VELHAS ENTRELINHAS 

    • Dias: 12(sexta-feira), 13 (sábado) e 14 (domingo) de Dezembro
    • às 19H | Duração de 85 MIN
    • Classificação etária 12 ANOS
    • EVENTO GRATUITO
  • Espetáculo: "Velhos Caem do Céu como Canivetes"
    Espetáculo: "Velhos Caem do Céu como Canivetes"
    Espetáculo: "Velhos Caem do Céu como Canivetes"

    O espetáculo “Velhos Caem do Céu como Canivetes” é livremente inspirado no conto “Un Señor Muy Viejo con unas Alas Enormes”, de Gabriel García Márquez.

    Com dramaturgia e encenação de Marcelo Flecha, a narrativa apresenta dois personagens em permanente exercício dialético: um ser humano, representado pelo ator Cláudio Marconcine, e um ser alado, representado pelo ator Jorge Choairy. Um ser alado cai no quintal de um ser humano. É a partir dessa premissa que a narrativa se desenvolve. 

    O ser humano, um catador de lixo que tenta sobreviver à miséria que assola sua família, vê sua rotina mudar com a queda de um ser alado em seu quintal. O espanto inicial dá lugar à necessidade de identificar o estranho ser, gerando um permanente questionamento quanto à definição do ser alado. Seria um anjo? Um frango? Um delírio provocado pela fome? 

    É nessa teia que o espectador é convidado a se equilibrar, enquanto os dois seres se digladiam em um intenso confronto dialético. 

    O exílio forçoso de um e a miséria do outro pontuam a trama, que apresenta um cenário pós-apocalíptico permeado de desesperança. Um ser alado e um ser humano, no abismo de suas percepções, preconceitos, medos e dúvidas.