Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Espetáculo: Pagode na Laje
    Espetáculo: Pagode na Laje
    Espetáculo: Pagode na Laje

    O Complexo Cultural Funarte MG recebe, nos dias 14,15 e 16 de junho, sexta e sábado, às 20h e domingo, às 19h, o espetáculo “Pagode na Laje”, que conta a história de Help, Montenegro e Madonna; ; três pagodeiras lgbtqiapn+, moradoras da periferia de BH. 

    Com muito orgulho de suas origens, as três se reúnem para uma live de lançamento de um novo cantor: Michael Presley!

     Na laje de Help, mil e uma confusões acontecerão neste sábado ensolarado. 

    Será que Michael está usando de sua sedução para enganar essas três? 

    Os ingressos podem ser adquiridos pelo sympla ou 1h da apresentação, na bilheteria do teatro.

  • Espetáculo: "PAI" com Glicério do Rosário | Memorial Vale
    Espetáculo: "PAI" com Glicério do Rosário | Memorial Vale
    Espetáculo: "PAI" com Glicério do Rosário | Memorial Vale

    Espetáculo “Pai” terá única apresentação no Memorial Vale

    A peça vai ser apresentada no dia 4 de agosto, com entrada gratuita e com intérprete de Libras.

    Com a montagem “Pai”, do ator Glicério do Rosário, o Memorial Vale presta homenagem ao Dia dos Pais. Em cena, o ator interpreta três personagens, numa relação dialética sobre a paternidade: um MC traz os conflitos de Ivan; um professor; e Mateus, um ator; pais em conflito sobre seu lugar social.

    A montagem, que integra o projeto Gerais Cultura de Minas, traz o tom urbano do Rap, buscando relações sociais menos desiguais, com a potência do afeto de cuidar.

    É necessária a retirada de ingressos uma hora antes do evento, sendo no máximo um par de ingressos por pessoa, com lugares limitados.

    Glicério do Rosário apresenta um monólogo sobre a paternidade, apostando na construção de novos homens, sejam pais ou não, a partir das relações de cuidado e afeto. Concebido por Glicério do Rosário, a montagem chama atenção para as possíveis transformações sociais quando pais desenvolvem o afeto de "cuidar".

    Por outro lado, alerta para os riscos quando o Estado (pai simbólico?) é omisso, perverso, perante o cidadão. Como nasce um pai? A partir dessa pergunta, no palco, um ator interpreta três personagens, numa relação dialética sobre a paternidade: um MC, um professor e um ator.

    Ivan, um professor de história, pai de uma filha adotiva, descrente de qualquer possibilidade de resoluções por meios democráticos, devido à corrupção generalizada, lidera um grupo que pretende explodir a Esplanada dos Ministérios.

    Em meio às reuniões virtuais de motivação e organização do ato, vê-se na necessidade de dispensar cuidados à filha e percebe-se envolvido num afeto que não experimentara até então. Percebe-se pai, no sentido mais amplo que poderia conceber, e vê-se no dilema da escolha entre a guerrilha e a paternidade.

    Mateus, um ator, pai de dois filhos, integra a roda de pais da Paternidade Ativa. Entusiasta e incentivador da roda, aos poucos vai percebendo como esse grupo é seletivo, pouco sociabilizado.

    Descontente em constatar que a maioria dos pais na sociedade não têm acesso ao que essa roda propicia de reflexões e mudanças comportamentais, tenta influenciar os pais da roda a ampliar suas ações, para mais pessoas, para mais espaços. Percebe-se revoltado com os rumos políticos e excludentes do país e, inclusive, da sua própria roda.

    O Narrador-MC vai mostrando o desenvolvimento dos dois percursos. Vemos a história de Ivan e Mateus se entrelaçarem, se contaminarem e acompanhamos, também, o desenvolvimento do discurso do Narrador-MC, de alertar o Estado sobre os riscos de sua omissão.

  • Divulgação Espetáculo Pai
    Divulgação Espetáculo Pai
    Espetáculo - PAI, de Glicério do Rosário

    Teatro Marília recebe o espetáculo "Pai", de Glicério do Rosário

    Como nasce um pai? Um ator interpreta três personagens, numa relação dialética sobre a paternidade: um MC, que sintetiza no Rap os conflitos das personagens Ivan, um professor, e Mateus, um ator - pais em conflito sobre seu lugar social. A montagem traz o tom urbano do Rap, sua força e coerência na busca por relações sociais menos desiguais, colocando em cena a potência do afeto de cuidar.

    Ivan, um professor de história, pai de uma filha adotiva, descrente de qualquer possibilidade de resolução por meios democráticos, devido à corrupção generalizada, lidera um grupo que pretende explodir a Esplanada dos Ministérios. Em meio às reuniões virtuais de motivação e organização do ato, vê-se na necessidade de dispensar cuidados à filha e percebe-se envolvido num afeto que não experimentara até então. Percebe-se pai, no sentido mais amplo que poderia conceber, e vê-se no dilema da escolha entre a guerrilha e a paternidade.

    Mateus, um ator, pai de dois filhos, integra a roda de pais da Paternidade Ativa.  Entusiasta e incentivador da roda, aos poucos vai percebendo como esse grupo é seletivo, pouco sociabilizado. Descontente em constatar que a maioria dos pais na sociedade não têm acesso ao que essa roda propicia de reflexões e mudanças comportamentais, tenta influenciar os pais da roda a ampliar suas ações, para mais pessoas, para mais espaços. Percebe-se revoltado com os rumos políticos e excludentes do país e, inclusive, da sua própria roda.

    O Narrador-MC vai mostrando o desenvolvimento dos dois percursos. Vemos a história de Ivan e Mateus se entrelaçarem, se contaminarem e acompanhamos, também, o desenvolvimento do discurso do Narrador-MC, de alertar o Estado sobre os riscos de sua omissão.

    • Realização: Cia P’atuá
    • Concepção, atuação, texto: Glicério do Rosário
    • Direção, Fotografia da cena, Iluminação: Geraldo OctavianoDias 23, 24 e 30 de abril e 1 de maio, Sábado às 20:00hs e domingo ás 19:00hs;
    • Classificação: 14 anos | Duração: 70 minutos;
    • Bilheteria do teatro: R$42,00 (Inteira), R$21,00 (Meia) ou pelo site: www.diskingressos.com.br
    • OBS: A Bilheteria do teatro abre duas horas antes do espetáculo.