Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Espetáculo: "Recorte" - Grupo Corpo

    Entre os cortes que a vida nos dá e as adaptações que exige, ficam os Recortes de uma construção que se inicia, que se interrompe e que se reinicia para provar que a resiliência da arte se faz mais forte a cada desafio.

    O Corpo Cidadão orgulhosamente apresenta o espetáculo “Recorte”, protagonizado pelos jovens bailarinos do seu Grupo Experimental de Danças - GED, onde a retomada do seu repertório se anuncia como novas possibilidades, novos tempos e um futuro pleno de reinvenções.

    “Recorte” é um apanhado de alguns trechos de grandes sucessos do Corpo Cidadão, resgatados em atividades remotas e, finalmente, presenciais, a partir da liberação e controle protocolar dessas atividades.

    Dividido em quatro partes, o espetáculo destaca “Silêncio”, um trabalho experimental de criação coletiva desenvolvido durante o período da pandemia de Covid-19, que, pela primeira vez, traz ao palco o processo que caracteriza o trabalho corporal e sensível que culmina numa nova coreografia.

  • Imagem de fundo são varias mãos puxando alguns panos de cores vermelho e amarelo
    Imagem de fundo são varias mãos puxando alguns panos de cores vermelho e amarelo
    Espetáculo: Recriar

    O Recriar estreia dia 26 de outubro, às 11h30, na Praça da Assembleia, em Belo Horizonte! 

    Depois, seguiram para Contagem (01/11) e voltamos pra Praça da Liberdade (08/11). 

    Embarque numa experiência que vai estimular todos os seus sentidos!

  • Espetáculo: “Re-existência Brincante”
    Espetáculo: “Re-existência Brincante”
    Espetáculo: “Re-existência Brincante”

    O Complexo Cultural Funarte MG recebe, no próximo fim de semana, dois espetáculos da artista paulista Andreza Aguida: “Re-existência brincante” e “Ipê palavra tupi”. 

    O primeiro, acontece no sábado, 18/10, às 19h e o segundo, no domingo, dia 19/10, às 17h. 

    Os ingressos  podem ser adquiridos pelo sympla. Em Re-existência Brincante, Andreza coloca cabelos, sombra, corpo e voz em movimento com o vento e com as imagens projetadas, numa dança que oscila entre o caos e a harmonia. 

    O imprevisível se torna linguagem, e a tempestade, cenário de criação. Sozinha ou acompanhada, ela canta, dança e brinca com o que a atravessa — não para negar a força do impacto, mas para revelar a potência de um corpo que resiste sem endurecer. 

    Uma mulher, um ser humano, que escolhe re-existir com leveza, coragem e presença.