Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Espetáculo: "Um homem célebre"
    Espetáculo: "Um homem célebre"
    Espetáculo: "Um homem célebre"

    A Trupe Qualquer, coletivo artístico com raízes mineiras e que tem percorrido o país com sua linguagem cênica, chega a Belo Horizonte com o espetáculo "Um Homem Célebre". Rafael Coutinho assina o texto e a direção da peça que traz uma adaptação dos contos de Machado de Assis e faz temporada no Galpão Cine Horto nos dias 19 e 20 de julho, sábado e domingo. A montagem proporciona uma experiência teatral de reflexão e imersão na obra do bruxo do Cosme Velho.

    Em cena estão os atores Beatriz Lira, Christiam Concolato, Giovanna Stehling, Jeann Cavallari e Thiago Andrade. Junta-se a eles uma banda ao vivo, que apresenta a trilha sonora original com releitura contemporânea da polca, gênero musical popular do século XIX. Após uma bem-sucedida estreia em Juiz de Fora, "Um Homem Célebre" consolida a presença da Trupe Qualquer no cenário mineiro, reforçando sua missão de levar uma teatralidade mambembe, comunicativa e acessível a diversos públicos. O grupo é conhecido por sua autonomia criativa, atuando desde a dramaturgia e direção até a cenografia, figurinos e trilha sonora.

  • Espetáculo: Um pé de nós
    Espetáculo: Um pé de nós
    Espetáculo: Um pé de nós

    O Complexo Cultural Funarte MG recebe, entre os dias 22 de novembro e 03 de dezembro, “Um pé de nós”, espetáculo de formatura do Teatro Universitário da UFMG. Uma disputa territorial gerada pela violência do Estado e o samba como estratégia de resistência coletiva.

    E se fosse o samba uma força capaz de destituir os poderes das mais altas coberturas?

    Assim se tecem os fios de “Um pé de nós”, onde por meio de seus moradores e moradoras, conhecemos o dia a dia da comunidade de “Nova Esperança”, que certo dia amanheceu ameaçada por um comunicado de desapropriação.

    Os formandos e as formandas de 2023 do Teatro Universitário, escola técnica de Teatro da UFMG, realizam mais uma montagem anual de conclusão de curso, atravessados pela investigação das festas como estratégia de insurgência e admitindo a alegria como caminho para afirmação coletiva e resistência no território.

    O espetáculo tem dramaturgia autoral assinada pelas formandas Mileide Moura e Pâmela Barbosa, e a inspiração partiu de textos de Conceição Evaristo e Muniz Sodré, além de pesquisas sobre disputas territoriais, abrangendo ocupações urbanas, periferias e quilombos.

    Daí foi imaginar: uma rádio que ecoa as vozes da comunidade; malandros que gerenciam uma distribuidora de gás; uma líder comunitária em meio a seus afazeres; uma drag queen fã de Alcione; um executivo na solidão de sua inteligência artificial; e uma avó, a mãe, da mãe, da mãe, aquela que domina os mistérios do tempo e dos deuses.

    Assim, no cenário próspero da comunidade de “Nova Esperança”, Vó Maria, como tronco de uma árvore, revive memórias de sua vida através da vida das personagens que constroem com ela o mundo que seus avós sonharam.

  • Espetáculo: Um pé de nós
    Espetáculo: Um pé de nós
    Espetáculo: Um pé de nós

    O Complexo Cultural Funarte MG recebe, entre os dias 22 de novembro e 03 de dezembro, “Um pé de nós”, espetáculo de formatura do Teatro Universitário da UFMG.

    Uma disputa territorial gerada pela violência do Estado e o samba como estratégia de resistência coletiva.

    E se fosse o samba uma força capaz de destituir os poderes das mais altas coberturas?

    Assim se tecem os fios de “Um pé de nós”, onde por meio de seus moradores e moradoras, conhecemos o dia a dia da comunidade de “Nova Esperança”, que certo dia amanheceu ameaçada por um comunicado de desapropriação.

    Os formandos e as formandas de 2023 do Teatro Universitário, escola técnica de Teatro da UFMG, realizam mais uma montagem anual de conclusão de curso, atravessados pela investigação das festas como estratégia de insurgência e admitindo a alegria como caminho para afirmação coletiva e resistência no território.

    O espetáculo tem dramaturgia autoral assinada pelas formandas Mileide Moura e Pâmela Barbosa, e a inspiração partiu de textos de Conceição Evaristo e Muniz Sodré, além de pesquisas sobre disputas territoriais, abrangendo ocupações urbanas, periferias e quilombos.

    Daí foi imaginar: uma rádio que ecoa as vozes da comunidade; malandros que gerenciam uma distribuidora de gás; uma líder comunitária em meio a seus afazeres; uma drag queen fã de Alcione; um executivo na solidão de sua inteligência artificial; e uma avó, a mãe, da mãe, da mãe, aquela que domina os mistérios do tempo e dos deuses.

    Assim, no cenário próspero da comunidade de “Nova Esperança”, Vó Maria, como tronco de uma árvore, revive memórias de sua vida através da vida das personagens que constroem com ela o mundo que seus avós sonharam.