Exposição Caricaturas: Ricardo Silveira
Mostra de caricaturas de personalidades famosas e pessoas comuns criadas pelo cartunista autodidata Ricardo Silveira.

Mostra de caricaturas de personalidades famosas e pessoas comuns criadas pelo cartunista autodidata Ricardo Silveira.
A Periscópio inaugura neste sábado, dia 12 de novembro, a exposição Carinhosa-Cafuné MetaQuilombo, individual de Marcel Diogo, com curadoria de Carolina Rodrigues.
A exposição reúne uma série de trabalhos que marcam o momento de reflexão sobre a condição negra nos tempos atuais.
A mostra marca o momento em que as comunidades negras de sua geração enfrentam os desafios da contemporaneidade, articulando a denúncia massiva das violências sofridas com a convicção de que encontraremos possibilidades de viver e criar outros caminhos.
As pinturas têm como tema personalidades históricas e atuais do movimento negro, dispostas no mesmo espaço expositivo suspendendo a ilusão de distanciamento, recriando um território para que elas convivam, ou melhor dizendo, recriando um MetaQuilombo.
O Teatro Feluma recebe, até o mês de junho, a nova série de trabalhos do artista plástico Miguel Gontijo, “Carne Crua”.
A mostra reúne 24 trabalhos inéditos, pintados nos últimos quatro anos, que refletem e instigam a visão do artista sobre a incessante e inalcançável busca do ser humano pelo sucesso.
Conforme define Miguel Gontijo, “Carne Crua” é uma sátira contemporânea, feita com humor e ironia. Essa mostra fala-se dos desejos individuais de uma pessoa de sobressair-se e dar certo, de algum modo, em sua vida. Fala-se de ilusões, sonhos, na luta inglória e quase sempre perdida, dos inalcançáveis padrões sociais”, explica o artista.
A série é contemplada por 19 pinturas acrílica e óleo sobre tela, três pinturas em madeira e um livro pintado em acrílico, óleo e bico de pena, dotadas de recursos estéticos e um alto nível intelectual que impressionam o observador, característica marcante na obra de Miguel Gontijo.
O domínio de diversas técnicas é visto nos detalhes meticulosos das obras, que mais uma vez, conversam com o caos do mundo. “Eu pintei esses quadros para armar o palco, pois é muito cantado que gente nasce para brilhar e é na busca desse brilho (ausente) que coloco o meu foco. Esses quadros são para todos nós que passamos por essa vida sonhando e vimos o palco iluminado, enquanto atuamos nas ribaltas”, conta Miguel.