Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição : “Cento e uma sementes - E as formas criativas da natureza”, de Tatiana Nesralla
    Exposição : “Cento e uma sementes - E as formas criativas da natureza”, de Tatiana Nesralla
    Exposição : “Cento e uma sementes - E as formas criativas da natureza”, de Tatiana Nesralla

    Entre os dias 25/9 e 25/10 a Galeria de Arte do Minas II abriga a exposição da artista Tatiana Nesralla.

    Intitulada “Cento e uma sementes - E as formas criativas da natureza”, a exposição conta com 25 obras que compõem cinco séries dos trabalhos sobre sementes.

    “Os trabalhos expostos são desenhos/pinturas em nanquim sobre papel, mas algumas obras foram produzidas em misturas de tinta aquarela com nanquim preto ou sépia”, revela a artista.

    A Galeria de Arte do Minas II fica na avenida dos Bandeirantes, 2.323, na Serra, aberta de segunda a sexta-feira, das 6h às 22h; aos sábados, das 6h às 20h; e aos domingos e feriados, das 6h às 19h.

    A entrada é franca.

  • Exposição “Chandelier Kitihawa” - Fotografias do artista francês Nicolas Henry
    Exposição “Chandelier Kitihawa” - Fotografias do artista francês Nicolas Henry
    Exposição “Chandelier Kitihawa” - Fotografias do artista francês Nicolas Henry

    No dia da Consciência Negra, 20 de novembro, a Aliança Francesa, em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo e o Museu Mineiro, abre a exposição “Chandelier Kitihawa”, com fotografias do artista francês Nicolas Henry. A mostra é um conto em imagens sobre a história mundial da escravidão, que se passa entre a África e as Américas. O Museu Mineiro recebe a exposição que apresenta 12 grandes fotografias (100x150 cm) e uma narração ilustrada de 54 fotos. A entrada é gratuita. Henry combina o envolvimento da comunidade e a expressão pessoal com a fotografia, a técnica de teatro, a iluminação cinematográfica e o suporte e cenografia feitos à mão. O resultado é uma série de imagens que obscurecem a linha entre ficção e realidade, atestando a importância de apreciar a diversidade cultural na busca por uma sociedade justa e igualitária. A mostra é fruto de uma pesquisa histórica minuciosa, feita para identificar os heróis negros dos processos de descolonização, a dor causada, as utopias e como a África contribui para a humanidade. Foi criada uma plataforma criativa, onde os participantes puderam trocar ideias, falar sobre os desafios enfrentados por suas comunidades e expressar suas esperanças e ideias para o futuro. A série busca instigar a compaixão do público e inspirar a ação pela mudança. Das 53 imagens do projeto, o artista traz uma dúzia para o Brasil. O título da obra evoca Kitihawa, personagem esquecida pela história, filha de um chefe ameríndio Potawatomi e esposa do mulato Jean-Baptiste Pointe Du-Sable, fundador de Chicago (EUA). O artista revisita os grandes períodos do tráfico de negros na história das Américas e faz conhecer os heróis que participaram da luta pela sua emancipação. A narrativa passa pelo Brasil, Guiana, os Negmarrons, Ilha de Goreia no Senegal, mas, também, pela Etiópia, Namíbia, Madagascar, África do Sul, Dominica, França e Inglaterra.

  • Exposição Chichico Alkmim- Fotógrafo
    Exposição Chichico Alkmim- Fotógrafo
    Exposição Chichico Alkmim- Fotógrafo

    Toda a beleza e força do retrato social brasileiro foram registradas pelo fotógrafo mineiro Francisco Augusto de Alkmim, cujas obras ocupam a Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, no Palácio das Artes, a partir de 9 de novembro. A aclamada exposição Chichico Alkmim, Fotógrafo, uma parceria com o Instituto Moreira Salles (IMS), possui curadoria do escritor e consultor de Literatura do IMS Eucanaã Feraz, e abrange todos os anos de produção do artista em Diamantina (MG). Em meio ao conjunto de 251 fotografias feitas durante a primeira metade do século passado, a exposição perpassa a construção social, racial e histórica do povo mineiro. Há quatro anos, o acervo de Chichico – composto por mais de cinco mil negativos em vidro e fotografias originais de época – chegou ao Instituto Moreira Salles e foi exposto na capital carioca, em 2017, na mostra homônima que hoje chega à Minas Gerais. A exposição, que também já passou pelo IMS São Paulo (São Paulo) e IMS Poços (Poços de Caldas), busca inserir o artista no âmbito dos grandes fotógrafos brasileiros.