Noturno Museus - 2022 - Museus

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  •  Exposição coletiva: ‘GRASSAR’
    Exposição coletiva: ‘GRASSAR’
    Exposição coletiva: ‘GRASSAR’

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição coletiva ‘GRASSAR’, do grupo de pesquisa formado por artistas-professores e pesquisadores da Escola de Belas Artes da UFMG, com curadoria de Thalita Amorim e Victória Sofia. 

    A mostra apresenta obras em diferentes linguagens, desenvolvidas a partir das produções individuais dos integrantes, que se conectam por meio de temporalidades, memórias e gestos compartilhados, evidenciando o cruzamento de trajetórias e a criação enquanto forma de presença e resistência. 

    O evento acontece no dia 26 de setembro de 2025, sexta-feira, às 19 horas. 

    As obras poderão ser vistas até 19 de outubro de 2025. 

    A entrada é gratuita e tem classificação livre.

  •  Exposição coletiva itinerante: Piolho do Arraial
    Exposição coletiva itinerante: Piolho do Arraial
    Exposição coletiva itinerante: Piolho do Arraial

    Pra celebrar mais um ano de pindaíba, o coletivo Piolho Nababo, em parceria com a ocupação Maria do Arraial, o JA.CA – Centro de Arte e Tecnologia e o Museu de Artes e Ofícios convida artistas e coletivos de Belo Horizonte a participar de uma galeria itinerante que terminará em mais um leilão popular de arte: o Leilão de Artes e Ofícios Piolho do Arraial R$1,99.

    Ocupação Maria do Arraial.

    A exposição coletiva itinerante Piolho do Arraial teve início no dia 27 de outubro, na Ocupação Maria do Arraial, situada à rua da Bahia, 1065.

    A ocupação foi criada em agosto de 2023 e o nome é uma homenagem a Maria do Arraial, também conhecida como “Maria Papuda”, mulher negra e pobre que morava onde atualmente é o Palácio da Liberdade e resistiu a um dos primeiros despejos forçados da história do município.

    Museu de Artes e Ofícios.

    Depois de passar pela Ocupação Maria do Arraial, os trabalhos foram levados em um cortejo até o Museu de Artes e Ofícios, na Praça da Estação, no dia 17 de novembro.

    A partir de então, as obras ficam expostas no museu até 27 de janeiro, quando o Leilão de Artes e Ofícios Piolho do Arraial R$1,99 acontece no saguão principal do prédio, com direito a banda, performances, cerveja e churrasquinho.

    Como já é costume, a exposição itinerante Piolho do Arraial está aberta a qualquer artista ou coletivo interessado, e o valor da venda de cada trabalho deve ser doado parcial ou integralmente ao Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas.

    Obs.: o Museu não estará aberto entre os dias 25 de dezembro 2023 e 08 de janeiro de 2024.

  • Exposição coletiva: ‘Liames’ - Centro Cultural UFMG
    Exposição coletiva: ‘Liames’ - Centro Cultural UFMG
    Exposição coletiva: ‘Liames’ - Centro Cultural UFMG

    A mostra reúne objetos e instalações que remetem às questões do tempo, seja o tempo passado, o tempo presente ou o tempo vindouro. As obras poderão ser vistas até o dia 24 de abril de 2023. A entrada é gratuita, com classificação livre.

    A etimologia da palavra liame vem do latim ligamen, do verbo ligare, ou seja, vínculo, unir, atar, ligar. Cristhina Bastos e Kyria Oliveira trabalham a singularidade da matéria e da criação e se aproximam ao compartilhar da mesma poética, ainda que de formas diferentes.

    Cristhina trabalha a construção do casulo e, muitas vezes, casulos habitando casulos, como o homem habitando a si mesmo.  Ela usa da artesania do tecer de forma que a corda, o alumínio, o cobre e o latão ganham uma nova percepção a partir de sua construção conceitual.

    Kyria trabalha com a diluição da forma pelo tempo, inspirada por paredes antigas castigadas pela ação do mesmo. Ela constrói desconstruindo, rasgando e subtraindo a matéria para dar origem a uma nova concepção.

    O vínculo das artistas é a construção diária de um diálogo com o passado, com o presente e com o futuro. Enquanto Kyria olha em direção ao passado e à história para construir seu trabalho, Cristhina projeta para o futuro ao construir seus casulos.

    “O rasgar, cortar e sobrepor camadas faz parte da pesquisa e do questionamento sobre o que somos como resultado do que fomos. É a construção da memória para não esquecer o passado. Por outro lado, acrescentar, liar, criar laços e ligas fazem parte da construção de memórias para o futuro”, expressam as artistas.