Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: "Pintura como Linguagem" de Cris Carneiro
    Exposição: "Pintura como Linguagem" de Cris Carneiro
    Exposição: "Pintura como Linguagem" de Cris Carneiro

    Na fronteira entre ciência e poesia, nasce uma arte que pulsa como coração e vibra como pensamento. Essa é a obra de Cris Carneiro, artista plástica contemporânea que estreia sua primeira exposição mergulhando em um universo de cores, camadas e sentidos. 

    Filha de um cientista nuclear e de uma artista plástica, Cris cresceu entre desenvolvimento de tecnologias e cavaletes, absorvendo o rigor da pesquisa e a liberdade do gesto criativo. A sua arte é fruto desse encontro improvável — um hibridismo poderoso onde a sensibilidade e a busca por significado caminham lado a lado.

     As obras desta primeira mostra são mais do que telas: são portais. Cada pincelada, cada textura, carrega um código, uma mensagem, uma tentativa visceral de traduzir o invisível. Pintar, para Cris, nunca foi apenas estética — é comunicação em estado bruto. Sua produção surge como uma extensão do corpo e da mente, como uma carta aberta ao mundo. 

    Iniciada no universo das artes em 1998, ainda durante a faculdade de Design de Ambientes na UEMG, Cris logo compreendeu que o caminho da pintura não era apenas um desvio, mas um chamado. Mais tarde, ao adentrar o universo do jornalismo e da comunicação, sua arte encontrou ainda mais força: as palavras se transformaram em cor, e as ideias, em composição.

     Nesta exposição inaugural, os visitantes encontrarão obras que transitam entre o abstrato e o simbólico, onde cada quadro é uma paisagem emocional, um gesto de escuta, um convite ao diálogo sensível. São trabalhos que falam sobre o tempo, a memória, os silêncios e as intensidades que não cabem na linguagem verbal. 

    Cris Carneiro estreia nos espaços expositivos com a força de quem não apenas pinta, mas traduz. Com um olhar que investiga e um coração que sente, ela transforma a tela em território de encontro — entre o dentro e o fora, o visível e o oculto, o eu e o outro.

  • Joseph Beuys e as Cartas (2021)
    Joseph Beuys e as Cartas (2021)
    Exposição: Pinturas Anacrônicas

    O espaço Mama/Cadela, em Belo Horizonte, apresenta a exposição "Pinturas Anacrônicas" do artista Sebastião Miguel. A mostra é um mergulho na intersecção entre o antigo e o contemporâneo, trazendo à vida temas mitológicos e religiosos de maneira inesperada. A abertura será realizada neste sábado (4/5), das 17h às 21h. 

    A exposição estará em exibição até 26 de maio com entrada gratuita. Durante este período, os visitantes poderão apreciar as obras das 9h às 16h. Vale lembrar que durante a semana as visitas acontecerão mediante agendamento prévio pelo direct do Instagram.

  • Exposição: Pioneiros do design brasileiro "Cadeiras Modernistas"
    Exposição: Pioneiros do design brasileiro "Cadeiras Modernistas"
    Exposição: Pioneiros do design brasileiro "Cadeiras Modernistas"

    Oscar Niemeyer, Lina Bo Bardi, Jorge Zalszupin, Sérgio Rodrigues são alguns dos principais nomes do design modernista no Brasil.

    Obras destes e de outros designers do século XX estarão em destaque na Casa Fiat de Cultura, em uma exposição que revela as conexões entre o advento do design e do modernismo como movimentos internacionais que floresceram no país.

    A mostra evidencia a cadeira como objeto antrópico, expressivo e multidimensional, capaz de despertar memórias, contar histórias e revelar status e posições sociais.

    O mundo das cadeiras e suas infinitas possibilidades são exploradas na exposição em um recorte entre as décadas de 1930 a 1980 apresentando o vigor das formas modernistas.

    A exposição faz parte das comemorações dos 80 anos do Modernismo da Pampulha e é uma parceria com o “Museu da Cadeira Brasileira – MuC” e o evento cultural “Modernos Eternos BH - 2023”.

    Na nova exposição da Casa Fiat de Cultura, cadeiras assinadas por nomes importantes do design contam a trajetória do modernismo brasileiro.

    Um verdadeiro passeio entre linhas, formas, texturas e histórias, que marcaram uma época e indicaram os caminhos percorridos para chegarmos ao presente.

    O desafio para encontrar peças exclusivas e relevantes, a importância de contar essa história e encontrar uma expografia que, além de acolher a coleção, fosse capaz de evidenciar o universo das cadeiras foi a base deste projeto criado pelo curador João Caixeta e pela curadora adjunta Adriana Dornas.

    No bate-papo de abertura da exposição, os dois irão contar esses e outros detalhes dos 50 anos do modernismo no Brasil que apresentou uma nova forma de criar, desenvolver e do próprio viver do brasileiro dentro de suas casas. Inscrições gratuitas pela Sympla.

    Espaço sujeito à lotação.