Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: “Paisagens da alma mineira”
    Exposição: “Paisagens da alma mineira”
    Exposição: “Paisagens da alma mineira”

    As cores e a “tomografia” de Minas Gerais, eternizadas por Yara Tupynambá, estão na retrospectiva individual da artista “Paisagens da alma mineira”, com curadoria do Instituto & Memorial Yara Tupynambá, inaugurando no dia 12 de dezembro de 2024 – aniversário de Belo Horizonte. A mostra acontecerá na Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, no Palácio das Artes, e estará aberta ao público de 13 de dezembro de 2024 a 23 de fevereiro de 2025.

    A exposição apresenta 121 obras, entre pinturas, gravuras, objetos, estudos, desenhos e registros fotográficos que documentam a produção de Yara. Os temas abrangem o cotidiano, a espiritualidade e a cultura mineira, em um panorama que explora a profundidade e a universalidade da obra da artista.

    Estrutura da Exposição – Composta por sete setores, a mostra oferece uma imersão profunda no universo de Yara Tupynambá:

    Setor 1: Autorretratos – Uma introdução ao olhar introspectivo e à narrativa pessoal da artista.

    Setor 2: Território Mineiro – Obras que capturam paisagens e personagens marcantes de Minas Gerais.

    Setor 3: História e Memória de Minas Gerais – Retratos da Inconfidência Mineira e outros eventos históricos.

    Setor 4: Arte e Tradição – Celebrando festas populares como os Catopês e as festividades de São João.

    Setor 5: Audiovisual – Entrevistas e documentários sobre o processo criativo de Yara.

    Setor 6: Processos – Estudos, gravuras e murais que revelam as etapas do trabalho artístico.

    Setor 7: Sala Educativa Colaborativa – Espaço interativo para o público experimentar técnicas artísticas.

  • Exposição: “Paisagens do Isolamento” - Memorial vale

    Fotografia, dança, curta-metragens, teatro e performances.

    A primeira quinzena de setembro no Memorial Vale traz espetáculos e apresentações que propõem reflexões sobre o cotidiano e sobre os desafios enfrentados pelas pessoas no processo de superação da pandemia.

    As atrações foram selecionadas pelas Convocatórias de Programação do Memorial Vale 2021 e continuam online, seguindo o planejamento do #MemorialValeEmCasa, feitas pelo Youtube, nas redes sociais do espaço (facebook e instagram) e no site.

    As transmissões feitas pelo Youtube ficam disponíveis permanentemente no canal do Memorial.

     01/09 a 15/10 – EXPOSIÇÃO “PAISAGENS DO ISOLAMENTO”, DE DANIEL MANSUR De 1º de setembro a 15/10 o fotógrafo Daniel Mansur apresenta, no site do Memorial Vale, a exposição “Paisagens do Isolamento”.

    As fotos foram registradas entre as quatro paredes da casa do autor durante o isolamento.

    As projeções de luzes e sombras revelam paisagens singulares e cheias de significados.

    A exposição foi selecionada pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021 e integra o projeto Mostra de Fotografia do Memorial Vale. Daniel Mansur é fotógrafo de Belo Horizonte, formado em Publicidade pela PUC MINAS em 1987.

    Atua na fotografia autoral, de arte, publicitária, arquitetura e editorial. Já realizou dezenas de exposições, no Brasil e no exterior.

  • “Exposição Paisagens Interiores - Tributo a Orlando Castaño”
    “Exposição Paisagens Interiores - Tributo a Orlando Castaño”
    “Exposição Paisagens Interiores - Tributo a Orlando Castaño”

    A Galeria Labyrinthus abre a “Exposição Paisagens Interiores - Tributo a Orlando Castaño”, no dia 7 de março, com visitação aberta ao público do dia 10 de março a 7 de abril, com entrada gratuita. A curadoria é de Orange Matos Feitosa. A mostra traz 42 obras, em pinturas a óleo, concebidas pelo artista entre os anos de 2018 e 2019. Orlando Castaño é um dos mais importantes artistas brasileiros, com reconhecimento internacional.

    “O trabalho de Orlando Castaño nas artes plásticas não tem fronteiras. A profundidade de suas pinceladas revela como a plasticidade de suas obras não têm limites e reclama que, os jovens artistas se voltem para estudar seu processo criativo inovador. Nos anos 70, esteve presente na vanguarda artística mineira, ao lado de muitos nomes, como Lygia Clark e Mari’Stella Tristão. Participou da X Bienal em São Paulo, tem obras em museus da Alemanha, como o Baden-Württemberg”, lembra Orange Matos Feitosa. Para a curadora, realizar esse “tributo” ao artista segue seu pensamento de que as homenagens devem ser feitas a pessoas vivas. “Após mais de cinco décadas dedicados a criação artística, é imprescindível trazer à tona para memória histórica da arte mineira a atualidade das obras de Orlando Castaño.

    Essa exposição se realiza também porque todos devemos muito aos artistas, mesmo quando não nos damos conta disso, porque somente as artes têm a capacidade de nos despedaçar por inteiro e nos reconstruir novamente e, para além disso, as artes nos apresentam um mundo de contradições, experiências e alteridades, sacodem nossas certezas e reviram as nossas entranhas como nenhuma outra área do conhecimento”, salienta Orange Matos Feitosa. Referente ao tema da exposição “Paisagens Interiores” a curadora explica que, não se trata de meras paisagens geográficas. “A obra de arte é única e irrepetível e pode ir até onde a imaginação alcançar. Essas paisagens da exposição não são lineares e são muito mais que paisagens”, revela.

    Aos 75 anos, Orlando Castaño produz todos os dias e intensamente. Nascido em Mutum, Minas Gerais, mudou-se para Belo Horizonte em 1954, onde reside. É professor nos cursos de pintura livre na Escola Guignard/UEMG. Realizou mais de 200 exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Em 1956, iniciou as aulas de pintura com a professora Rita Lott. Em 1966, participou do XXIII Salão Paranaense de Belas Artes, em Curitiba. Em 1973, viajou para Espanha e, no ano seguinte, mudou-se para Alemanha, onde cursou Belas Artes até o mestrado.