Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: Pimpa
    Exposição: Pimpa
    Exposição: Pimpa

    A partir de 9 de julho, Pimpa, uma cachorrinha italiana com bolinhas vermelhas, orelhas compridas e língua de fora, chega ao Brasil. A encantadora personagem do imaginário infantil italiano é protagonista de várias aventuras – entre quadrinhos, livros e série de desenhos animados – e agora é apresentada, pela primeira vez, em formato inédito na exposição “Pimpa na Casa Fiat de Cultura”. De forma leve e envolvente, ela sai do livro e se transforma em uma mostra sensorial e imersiva. Em um percurso lúdico, o público poderá interagir com diferentes ambientes para completar desafios e jogos. 

    A exposição ficará em cartaz na Casa Fiat de Cultura até 18 agosto de 2024. Este projeto é uma parceria da Casa Fiat de Cultura com o Consulado Geral da Itália em Belo Horizonte. Toda programação da Casa Fiat de Cultura é gratuita. Nascida em 1975, fruto da imaginação e técnica do renomado cartunista italiano Francesco Tullio-Altan, Pimpa é símbolo da descoberta, da imaginação e da liberdade. Na mostra, ela evoca memórias afetivas e compartilha curiosidades sobre a arte, a cultura e os valores de seu país de origem. 

    Durante a exposição, o público poderá interagir com diferentes ambientes. O percurso expositivo convida o visitante a aprender sobre pratos típicos italianos e sobre a agricultura, viajar pelo espaço, procurar personagens fantásticos, encontrar pessoas famosas e conhecer a excelência italiana. A exposição é composta por desenhos e textos, utilizando do recurso de quiz para estimular a observação e o aprendizado. Elementos reais como barco, varas de pescar, máscaras de carnaval entre outros estimulam a interação de crianças e adultos com a história. A mostra ainda conta com uma sala de vídeos – onde será possível assistir aos desenhos animados de Pimpa e um espaço para os visitantes criarem seus próprios desenhos.

    Duas capivaras de pelúcia dão as boas-vindas aos visitantes, numa referência a esses animais que vivem em lagoas na região de Belo Horizonte, convidando crianças e adultos a pensarem sobre os laços que ligam a Itália à cultura brasileira. 

  • Exposição: “Pincéis de Dioges” de Fábio Andrade
    Exposição: “Pincéis de Dioges” de Fábio Andrade
    Exposição: “Pincéis de Dioges” de Fábio Andrade

    A primeira mostra do Programa de Exposições Temporárias da Galeria do Minas II será de Fábio Andrade.

    Em “Pincéis de Dioges”, o artista, que faz sua primeira exposição por meio do programa, apresentará 19 obras em diferentes dimensões e realizadas sobre laminados de madeiras recicladas ao quais chama de “segunda chance dos materiais”.

    “Reutilizo laminados domiciliares normalmente substituídos na troca de armários embutidos.

    Acho loucura a quantidade de lixo que geramos sem tentar dar uma segunda chance para algo que você pagou e sabe que o destino é o lixo”.

    A Galeria de Arte do Minas II fica na avenida dos Bandeirantes, 2.323, na Serra, e fica aberta de segunda a sexta-feira, das 6h às 22h; aos sábados, das 6h às 20h; e aos domingos e feriados, das 6h às 19h.

    A entrada é franca.

  • Exposição: "Pintura como Linguagem" de Cris Carneiro
    Exposição: "Pintura como Linguagem" de Cris Carneiro
    Exposição: "Pintura como Linguagem" de Cris Carneiro

    Na fronteira entre ciência e poesia, nasce uma arte que pulsa como coração e vibra como pensamento. Essa é a obra de Cris Carneiro, artista plástica contemporânea que estreia sua primeira exposição mergulhando em um universo de cores, camadas e sentidos. 

    Filha de um cientista nuclear e de uma artista plástica, Cris cresceu entre desenvolvimento de tecnologias e cavaletes, absorvendo o rigor da pesquisa e a liberdade do gesto criativo. A sua arte é fruto desse encontro improvável — um hibridismo poderoso onde a sensibilidade e a busca por significado caminham lado a lado.

     As obras desta primeira mostra são mais do que telas: são portais. Cada pincelada, cada textura, carrega um código, uma mensagem, uma tentativa visceral de traduzir o invisível. Pintar, para Cris, nunca foi apenas estética — é comunicação em estado bruto. Sua produção surge como uma extensão do corpo e da mente, como uma carta aberta ao mundo. 

    Iniciada no universo das artes em 1998, ainda durante a faculdade de Design de Ambientes na UEMG, Cris logo compreendeu que o caminho da pintura não era apenas um desvio, mas um chamado. Mais tarde, ao adentrar o universo do jornalismo e da comunicação, sua arte encontrou ainda mais força: as palavras se transformaram em cor, e as ideias, em composição.

     Nesta exposição inaugural, os visitantes encontrarão obras que transitam entre o abstrato e o simbólico, onde cada quadro é uma paisagem emocional, um gesto de escuta, um convite ao diálogo sensível. São trabalhos que falam sobre o tempo, a memória, os silêncios e as intensidades que não cabem na linguagem verbal. 

    Cris Carneiro estreia nos espaços expositivos com a força de quem não apenas pinta, mas traduz. Com um olhar que investiga e um coração que sente, ela transforma a tela em território de encontro — entre o dentro e o fora, o visível e o oculto, o eu e o outro.