Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • S/título • Década de 2010 • Minerais e acrílica - Sérgio Marzano
    S/título • Década de 2010 • Minerais e acrílica - Sérgio Marzano
    Exposição: Se, Ser, Serra

    A exposição "Se, Ser, Serra" convida os visitantes a explorar uma profunda interação com a icônica Serra do Curral, um símbolo monumental que molda o horizonte de Belo Horizonte. O artista Sérgio Marzano transforma a serra em um elemento quase vivo, tornando-a parte integral de sua obra, utilizando minerais e materiais coletados da própria região como base de sua expressão artística.

    O título da exposição, "Se, Ser, Serra", reflete a fusão entre o ser humano e a serra, uma integração onde o artista atua como um mediador, permitindo que a serra conte suas histórias e compartilhe suas energias ancestrais. Através do processo criativo, Marzano peneira e transforma materiais brutos em obras que evocam a memória e a materialidade da terra.

    Cada peça da exposição é um fragmento vivo, carregado de história e sentimento. A obra de Marzano não se limita à estética visual, mas desperta reflexões sobre a relação do ser humano com a natureza, as mudanças climáticas e a responsabilidade individual em relação ao meio ambiente.

  •  Exposição: "SILÊNCILUZ" de Andrey Rossi
    Exposição: "SILÊNCILUZ" de Andrey Rossi
    Exposição: "SILÊNCILUZ" de Andrey Rossi

    A AM Galeria de Arte, em Belo Horizonte, inaugura no dia 9 de novembro a exposição "SILÊNCILUZ", primeira mostra individual do artista Andrey Rossi. 

    Com curadoria de Guilherme Bueno, a exposição apresenta 22 obras inéditas que exploram a relação entre luz e silêncio, revelando paisagens e naturezas-mortas que capturam instantes de quietude e nostalgia, inspiradas na precisão dos pintores-viajantes de séculos passados. "SILÊNCILUZ" fica em cartaz até o dia 30 de novembro. 

    A exposição reúne trabalhos recentes que fazem parte de uma pesquisa contínua desenvolvida por Andrey Rossi há anos, centrada essencialmente em pintura e desenho. 

    Nesta mostra, a maioria das obras são pinturas que exploram o conceito de "arquitetura imaginária" – espaços fictícios criados a partir de um universo íntimo do artista, com uma temporalidade indefinida, marcada por manchas e trincos que conferem um aspecto ruinoso, evocando tanto o passado quanto a passagem do tempo. "Esses espaços estão constantemente vazios, e a presença humana se faz sentir através do ambiente desgastado, refletindo nosso próprio envelhecimento e cicatrizes", comenta o artista. 

    Esse trabalho começou no início da pandemia, durante o confinamento, período em que Rossi, nascido no interior de São Paulo e criado em meio à natureza, sentiu a necessidade de representar paisagens que evocassem sua vivência em um ambiente natural e distante do espaço urbano. 

    O tempo é uma palavra-chave na obra de Andrey Rossi, refletido não só nas paisagens, mas também nas naturezas-mortas, onde a quietude e o silêncio capturam esse efeito de passagem. 

    As paisagens, a maioria feitas sobre papel, são acompanhadas de textos, que são devaneios sobre lugares imaginários. 

    Andrey Rossi compartilha que sua relação com a pintura, especialmente a óleo, começou cedo, aos dez anos, e nunca mais foi interrompida. 

    Essa técnica se tornou para ele uma linguagem essencial e o meio pelo qual se identifica no mundo. "A pintura é onde consigo descortinar um mundo possível, um mundo que faz muito sentido para mim", afirma. 

    Através da pintura, Rossi sente que se aproxima de tudo que deseja comunicar e, desde criança, encontra na prática uma paixão inabalável. "Sempre foi uma certeza para mim", conclui, refletindo sobre a conexão profunda que mantém com a arte de pintar.

  • Exposição: Simbiogêneses, de Tuane Eggers
    Exposição: Simbiogêneses, de Tuane Eggers
    Exposição: Simbiogêneses, de Tuane Eggers

    A fotógrafa Tuane Eggers abrirá a exposição Simbiogêneses amanhã, sábado, dia 27 de maio, às 11 horas, no espaço do Café do Memorial Vale.

    Tuane se dedica a retratar, por meio da fotografia, os fluxos e a impermanência da vida.

    Sua pesquisa atual busca pensar relações de simbioses, coexistências e cocriações com um olhar direcionado para outras espécies e diferentes paisagens da vida que acontece em rede.

    A exposição, que segue até o dia 20 de agosto, integra o projeto Mostra de Fotografia do Memorial Vale e tem curadoria de Eugênio Sávio.

    A entrada é gratuita.

    Tuane Eggers é doutoranda em Poéticas Visuais pela UFRGS, mestre em Poéticas Visuais pela mesma instituição (2021) e jornalista pela Univates (2015).

    Seu trabalho em artes visuais é focado na fotografia, com temáticas relacionadas aos fluxos e à impermanência da vida.

    Em sua pesquisa atual no campo visual, investiga relações de cocriação com fungos.

    Algumas de suas imagens fotográficas foram exibidas em dois longas-metragens nacionais.

    Possui cinco publicações independentes em fotolivros.

    Seu trabalho já foi exposto em países como Japão, Alemanha e Rússia.

    Além da fotografia, também atua no campo audiovisual.

    Para saber mais sobre ela, visite as páginas www.tuaneeggers.com e @tuaneeggers.

    Integra o projeto Mostra de Fotografia, com curadoria de Eugênio Sávio.

    Abertura dia 27/04, sábado, às 11h | No Memorial Vale