Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: Tecendo a Dor
    Exposição: Tecendo a Dor
    Exposição: Tecendo a Dor

    A artista belo-horizontina Luciana Hermont desenvolveu 9 obras, entre pinturas, instalações, desenhos e objetos artísticos que retratam a violência contra a mulher em seus múltiplos aspectos.

    Como o nome da exposição diz, a ideia foi levantar a seguinte questão: Porque até hoje, em uma sociedade mais instruída e desenvolvida ainda ouvimos relatos de tanta agressividade contra a mulher e acontecendo em todo planeta? Não é um ônus de uma determinada cultura, todas estão dentro desse pacote constrangedor de atrocidades.

    A partir desta reflexão foi feita uma pesquisa de casos relacionados com esse tema tão pesado e triste. Assim, as imagens das obras foram sendo construídas e cada uma delas não se referem a uma mulher específica, mas a várias mulheres.

    O objetivo da exposição é tocar mulheres que fazem parte desta triste estatística, que elas percebam a sua força interior para enfrentar qualquer situação, saiam dessa relação abusiva antes que entrem para o rol do feminicídio. Quanto aos homens, que são os maiores agressores, que seja educativo, sintam profundamente o que uma agressão causa e que definitivamente não é a solução.

  • Exposição: "Tecendo a Dor"
    Exposição: "Tecendo a Dor"
    Exposição: "Tecendo a Dor" - SESI Museu de Artes e Ofícios

    A artista belo-horizontina Luciana Hermont desenvolveu 9 obras, entre pinturas, instalações, desenhos e objetos artísticos que retratam a violência contra a mulher em seus múltiplos aspectos.

    O lançamento da exposição "Tecendo a Dor" no Museu de Artes e Ofícios será realizado no dia 23 de março às 19h e tem entrada gratuita.

    Como o nome da exposição diz, a ideia foi levantar a seguinte questão: Porque até hoje, em uma sociedade mais esclarecida e desenvolvida ainda ouvimos relatos de tanta agressividade contra a mulher e acontecendo em todo planeta?

    Não é um ônus de uma determinada cultura, todas estão dentro desse pacote constrangedor de atrocidades.

    Na abertura da exposição teremos uma roda de conversa sobre a prevenção da violência contra mulher com a artista Luciana Hermont e a Psicologa Daniela Bittar.

    A mediação ficará com Juliana Morais, líder do comitê de violência contra a mulher do Grupo Mulheres do Brasil.

  • Foto da artista Marlene Barros na frente de uma de suas obras
    Foto da artista Marlene Barros na frente de uma de suas obras
    Exposição "Tecitura do feminino" -Marlene Barros

    Durante séculos, mãos femininas bordaram silêncios, costuraram ausências e coseram memórias em linhas quase invisíveis. A exposição se ergue como um gesto de resistência diante desse apagamento.

    Nas obras em crochê e bordado, os fios, pontos e texturas convidam o público a pensar sobre o corpo feminino, e principalmente a respeito da coisificação desse corpo de mulher que está fadado a ser belo.

    Confira esta reunião inédita de trabalhos da artista maranhense, que aborda as condições sociais da mulher, destacando a histórica submissão ao espaço doméstico e as limitações enfrentadas em sua ascensão profissional.