Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Obra da exposição "Tem Vida lá Fora" por Pedro Pupo
    Obra da exposição "Tem Vida lá Fora" por Pedro Pupo
    Exposição: Tem vida lá fora por Pedro Pupo

    A Casa do Baile - Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design dá ênfase ao Mês de Conscientização do Autismo, com a mostra fotográfica “Tem vida lá fora”, de Pedro Pupo. Com curadoria da Galeria Aut, a exposição digital traz imagens registradas pelo artista autista, tendo como ponto de partida os seus olhares sobre sua vivência na cidade de São Paulo.

    Quando: Até 30/04, de quarta a domingo, de 10h às 18h. 

    Onde: Casa do Baile - Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design

    Atividade Gratuita / Classificação: Livre

  • Exposição: "Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo" - Gilda Queiroz Galeria de Arte
    Exposição: "Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo" - Gilda Queiroz Galeria de Arte
    Exposição: "Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo" - Gilda Queiroz Galeria de Arte

    Exposição coletiva que será inaugurada na Gilda Queiroz Galeria de Arte no dia 09/11/22, à partir das 19:00 horas, na Rua Manaus, 52 – sala 303, Santa Efigênia - BH.

    Com curadoria de Simone Von Rondon, a coletiva reúne 14 grandes nomes da arte em cerâmica de Minas, a exposição traz ao público peças que revelam o fazer único de cada artista, seja pela variação técnica, de materiais, de sentidos e sentimentos.

    A diversidade das peças artísticas expressa um fio poético que atravessa cada trabalho e a exposição como um todo: o ato de “moldar o barro” pode ser pensado como metáfora do gesto sagrado – o poder de criar; de dar vida e forma; de atribuir energia à matéria pelo calor do afeto e das mãos.

    E para além do aspecto sagrado, revela ainda um gesto essencialmente humano: a busca da identidade; da cura; da alegria; de formas de registro histórico; de fabulação; de aproximação entre ciência, vida e arte.

    Inspirada em um poema de Carlos Drummond de Andrade, “Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo” é uma exposição provocativa.

    Por um lado revela a angustia da limitação humana e por outro a possibilidade de uma transcendência, menos religiosa, mais artística.

    O público é convidado a acessar os sentimentos vividos e compartilhados por cada artista em suas peças, num sentido pedagógico, artístico e libertador: a todos está dada a possibilidade de dar vida à matéria, pela ação das mãos e pela força da intencionalidade.

    Mas antes é preciso sentir.

    Com a Exposição “Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo”, a Gilda Queiroz Galeria de Arte encerra a programação de 2022, ano marcado pelo retorno das atividades culturais pós pandemia.

    A Galeria atua no mercado de arte e em projetos culturais de impacto social, com o objetivo de promover o diálogo entre as artes plásticas e outras linguagens; intensificar as oportunidades de residências artísticas, locais e internacionais, fortalecendo seu compromisso de aproximar as pessoas por meio da arte. Artista participantes: Ângela Costa, Bernadette Santiago, Denis Medeiros, Djenane Vera, Diva Dias, Eliane Maia, Enilda Felício Araújo, Jane Resek, Lídia Miquelão, Magaly Cabral, Marlucia Temponi, Pat Velloso, Regina Paula Mota, Renan Florindo.

  • Exposição: “Terras e Minérios” de Eymard Brandão e Sérgio Machado
    Exposição: “Terras e Minérios” de Eymard Brandão e Sérgio Machado
    Exposição: “Terras e Minérios” de Eymard Brandão e Sérgio Machado

    A exposição “Terras e Minérios” de Eymard Brandão e Sérgio Machado na Minas Contemporânea Escritório de Arte, integra as comemorações dos 80 anos da Escola Guignard, que marcou a formação de ambos artistas.

     Para essa exposição, Eymard Brandão dá o seguinte depoimento: “Apresento trabalhos recentes que realizei em técnica mista envolvendo terras, pedras e minérios resgatados em naturezas ao redor. 

    Faço assim, as cores naturais que se integram com as produzidas industrialmente para expressar o percebido com nossos olhares internos e externos. 

    O grafite é também um material que utilizo nos caminhos que percorri do realismo à abstração. Dele extraio tonalidades e brilhos que vão sempre se transformando com as trajetórias do nosso olhar. 

    Em composições do presente mantenho divisões geométricas de outras fases, integrando opostos renovados plasticamente. 

    Em diversas cores, formas, símbolos e texturas, o desenho está ligado à minha graduação como também às atividades didáticas e administrativas que realizei na Escola Guignard. 

    O meu fazer artístico, nas suas diversas modalidades, ocorre na maioria das vezes com a ausência de palavras ou designações teóricas, estimulando assim a nossa liberdade de olhar, sentir e perceber. ” Sérgio Machado irá apresentar trabalhos recentes de pedras em impressão 3D e obras fundidas em bronze

    . Sua trajetória com a arte se inicia nos anos 1980 na Escola Guignard e, desde então, realiza esculturas em diversos formatos, fazendo arte dos garimpos com o olhar por essas minas gerais. 

    Madeira, objetos, metais e pinturas são técnicas que vêm utilizando. Segundo o artista: “Pequena dissertação sobre o meu trabalho em arte: O meu trabalho sempre quis namorar com o conceitualismo, mas preferiu ser independente dos “ismos” e beber nas fontes da solitude, do silêncio, das “ não escalas “, dos “não objetos “ e, principalmente, dos “não textos”, tento ser o máximo possível direto, “sofisticadamente simples“ na elaboração às vezes até com um pouco de humor. 

    A relação “Homem planeta“ me interessa! Os avisos vem daí! ”