Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Exposição: “Três Tempo”, de Julia Arbex
    Exposição: “Três Tempo”, de Julia Arbex
    Exposição: “Três Tempo”, de Julia Arbex

    Potência e brutalidade. 

    A exposição "Três Tempos", de Julia Arbex, destaca o carvão como matéria-prima enquanto devaneia sobre temporalidade. 

    Presente no mundo antes mesmo dos seres humanos, o carvão é um material versátil.

     Na exposição, esse material é a base de duas séries de obras que dialogam com o transitar de placas tectônicas e seu poder de transformação e reconfiguração. 

    Em "Deslocamentos continentais", cada desenho é resultado do deslocamento da massa de carvão, transferida e reconfigurada de um primeiro desenho para o que agora são apresentados, através da água.

     Já na série "Terra plana", recipientes de vidro apresentam mapas que foram transferidos para a água a partir de um desenho feito em carvão sobre papel. 

    Na mostra, a artista revela um desenho interessado não só na imagem, mas no corpo dos materiais e no encontro entre eles.

    Pensando a geografia em transformação, tanto num sentido geológico quanto geopolítico, Julia Arbex elabora as obras que compõem a exposição “Três Tempos”.

     A artista utiliza o carvão como matéria-prima para a construção do sentido de sua obra e elabora as transfigurações das placas tectônicas a partir do desenho e transferências do material. 

    No bate-papo sobre a exposição, a artista contará mais sobre seu processo de criação, o porquê do material escolhido, e ainda, suas referências e inspirações. 

    Para participar, inscreva-se gratuitamente pela Sympla.

  • Exposição: “Trezentos e dezoito quilômetros de mundo”
    Exposição: “Trezentos e dezoito quilômetros de mundo”
    Exposição: “Trezentos e dezoito quilômetros de mundo”

    A exposição “Trezentos e dezoito quilômetros de mundo” é a confluência de trabalhos concebidos de travessias e deslocamentos territoriais da artista Bárbara Elizei. 

    Realizando um recorte cartográfico entre sua cidade natal, Varginha, e a capital de Minas Gerais, Belo Horizonte, sua produção ocorre na catalogação e reinvenção da paisagem do trajeto realizado na BR-381. 

    Através de seu desejo de registrar o mundo, a artista parte de imagens de rodovias compartilhadas no imaginário coletivo para tencionar os elementos que estão além do horizonte, nos provocando a pensar quais qualidades simbólicas percebidas no nosso campo visual nos constroem como corpos circulantes e modificam a maneira de observar o que nos cerca. 

    A exposição apresenta o resultado de cartografias afetivas que refletem em sua materialidade as tecnologias de compreensão espacial, explorando, principalmente, a pintura como ferramenta sensível de conhecimento.

     As instalações sonoras e em vídeo ampliam a experiência sensorial, transcendendo o espaço-tempo do trajeto e possibilitando a construção de um diálogo entre territórios e pertencimento. 

    Através das obras de Bárbara Elizei compreendemos que ao observar a paisagem e nos inserir nela, algo é modificado do lado de dentro do peito. 

    As mesmas têm o poder de despertar e construir memórias, cores, formas, texturas, cheiros e gostos; descobrindo suas histórias, percebemos a nossa conexão íntima com a terra. 

    A terra, ela tem posse do nosso destino, assim, ao compreender suas ramificações e ferramentas se torna mais possível encontrar um caminho para dentro de nós mesmos.

  • Tronos de Santo Antônio
    Tronos de Santo Antônio
    Exposição Tronos de Santo Antônio

    Belo Horizonte foi escolhida para receber a “Exposição Tronos de Santo Antônio”, entre os próximos dias 16 e 19 de novembro, no Grande Hotel Ronaldo Fraga. Inédita no Brasil, a mostra poderá ser conferida gratuitamente no casarão tombado pelo patrimônio histórico.

    Promovida pela Associação Turismo de Lisboa (ATL), a mostra contará toda a história sobre essa tradição centenária envolvendo o religioso e seus altares, incluindo o Museu de Lisboa – Santo António a esse contexto. Com visitas guiadas em tempo integral, será possível conhecer e contemplar de perto uma seleção de peças legítimas que evocam símbolos populares típicos e costumes regionais, tais como: os bairros, as ruas, as calçadas, os azulejos, os manjericos, as sardinhas e os pães, bem como as louças de barro, o tostãozinho, as festas e, claro, os tradicionais casamentos. A combinação de uma Lisboa bairrista e pura com uma versão mais contemporânea, metropolitana e cosmopolita, refletindo preocupações ambientais e sustentáveis, também será retratada na ocasião.