Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Cartaz divulgação
    Cartaz divulgação
    Feirinha no Helena Greco

    No domingo dia 13 de julho acontece mais uma edição da Feirinha No Helena Greco! Uma feira que mistura artes visuais, vinil, brechós e acessórios. Além da programação com a Dj Cris Foxcat, também vai ter comida vegana e outros comes e bebes. 

    Entrada gratuita. 
     

  • Feitiço de Santa Tereza
    Feitiço de Santa Tereza
    Feitiço de Santa Tereza

    No bairro gastronômico de Santa Tereza se localiza o bar e restaurante Feitiço de Santa Tereza, local mágico que oferece culinária brasileira deliciosa, cerveja sempre gelada e drinks especiais, tornando inesquecíveis seus encontros com amigos. O local oferece ainda música ao vivo aos finais de semana com apresentações artísticas e espaço para eventos e atividades culturais.

  • Foto do artista
    Foto do artista
    Feitiço: Violino África Brasil

    A cena cultural de Belo Horizonte ganha um importante capítulo com a estreia do show Feitiço: Violino África Brasil, idealizado pelo violinista, compositor e produtor musical Matheus Félix. O espetáculo promete impactar o público da capital ao promover uma imersão na música instrumental autoral e na riqueza dos ritmos nacionais, estabelecendo um diálogo profundo entre a música brasileira e as tradições africanas, caribenhas e norte-americanas. Para a plateia belo-horizontina, o projeto representa uma oportunidade de vivenciar uma proposta estética focada na ancestralidade e na formação de novas plateias, conectando tradição e contemporaneidade por meio de uma experiência sensorial inspirada inclusive pelas vivências do artista com a Cordilheira do Espinhaço.

    O espetáculo funciona como uma grande síntese artística e uma celebração de marcos significativos na trajetória de Matheus Félix, pesquisador em performance musical pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O show celebra suas três décadas como violinista e um quarto de século de carreira como músico e professor, consolidando-se como o seu primeiro trabalho inteiramente solo. A apresentação reflete o amadurecimento do instrumentista, que também atua como violista e bandolinista, em seu desejo de valorizar a interpretação da música brasileira sob a ótica do violino, expandindo o alcance do gênero instrumental a partir da capital mineira para o interior do estado.

    No palco, a excelência técnica de Félix se traduz em um repertório de treze músicas que revelam dimensões íntimas e sociais do compositor. O público poderá conferir criações autorais influenciadas pela música afrodiaspórica, como Nem Nome Tem, Cubanito, Valse Para Todes e Canção para Tati. Além das composições próprias, a performance exalta a identidade cultural brasileira por meio de releituras de nomes fundamentais da nossa história musical. A seleção de homenageados inclui gigantes como Pixinguinha, Moacir Santos, Egberto Gismonti, Letieres Leite e o ícone mineiro Milton Nascimento, além de abrir espaço para a produção contemporânea de mulheres compositoras, trazendo ao roteiro as canções Sonhos, de Thamiris Cunha, e Inkisse, assinada por Nuna Lume.