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  • Festejo da Guarda de Congo Sagrado Coração de Jesus
    Festejo da Guarda de Congo Sagrado Coração de Jesus
    Festejo da Guarda de Congo Sagrado Coração de Jesus

    IRMANDADE OS CAROLINOS, uma das mais tradicionais irmandades do Rosário de BH, realiza seu festejo e circula com exposição pelo interior do estado

    De 10 a 25 de junho, a Irmandade Os Carolinos realiza as festividades tradicionais da sua Guarda de Congo Sagrado Coração de Jesus.

    O festejo é aberto à cidade e será realizado na sede da Irmandade.

    Além do festejo, a Irmandade também realiza a circulação da exposição Reinado de Chico Calu: Repertórios Sagrados da Irmandade Os Carolinos.

    Por meio de fotos e objetos sagrados, a exposição conta a história centenária da guarda, que remete a tempos imemoriais.

    A exposição visitará as cidades de Conselheiro Lafaiete, Congonhas e Mariana, interior de Minas Gerais.

    As atividades da Irmandade têm patrocínio do Instituto Unimed BH, viabilizado pelo incentivo de mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores, e pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

  • Festejo da Irmandade "Os Carolinos"
    Festejo da Irmandade "Os Carolinos"
    Festejo da Irmandade "Os Carolinos"

    Pelo segundo ano consecutivo, o tradicional festejo da Irmandade Os Carolinos, conduzido por sua guarda de congo, será realizado de forma fechada para visitantes e aberto apenas para integrantes da irmandade, em virtude da pandemia.

    A festa terá início no dia 12 de junho, próximo sábado, às 9h30, com o levantamento da bandeira de aviso, um aviso aos céus e à terra de que uma festa em louvor a Nossa Senhora do Rosário está para acontecer.

    De 18 a 26 de junho, às 18h, a capelinha da Irmandade, localizada no Bairro Aparecida, receberá os integrantes para a novena, respeitando os protocolos de saúde.

    No dia 26 de junho, sábado, às 19h, serão levantadas as bandeiras festeiras e, no dia seguinte, 27 de junho, domingo, de 5h às 22h, será realizada a chamada festa-grande.

    A Guarda de Moçambique e Congo Sagrado Coração de Jesus – Irmandade Os Carolinos foi fundada em 1917 e é a terceira mais antiga da capital ainda em atividade.

    Há mais de 100 anos, os descendentes de Francisco Carolino mantém a tradição afro-mineira e realizam festejos em homenagem a Nossa Senhora do Rosário, aos demais santos do panteão congadeiro, aos reinos negros e à ancestralidade.

    Os Carolinos já foram tema de um documentário homônimo, de uma edição da Revista Marimbondo e de diversos estudos acadêmicos.

    Também participaram do álbum “Aparecida, Reinos Negros” e do catálogo “Percursos do Sagrado: Irmandades do Rosário de Belo Horizonte e Entorno”.

    Em 2019, o capitão-mestre da irmandade, Nelson Pereira, foi reconhecido como Mestre da Cultura Popular de Belo Horizonte.

    O festejo de maio da Irmandade Os Carolinos é realizado com recursos do Fundo Estadual de Incentivo à Cultura e tem o apoio da Napele Produções Artísticas.

  • Festejo do Prêmio Zumbi de Cultura
    Festejo do Prêmio Zumbi de Cultura
    Festejo do Prêmio Zumbi de Cultura

    Na véspera do Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, a Cia Baobá Minas promove o I Festejo do Prêmio Zumbi de Cultura, evento que exalta a ancestralidade, a memória e a identidade negra.

     A celebração acontece na próxima quinta- feira, dia 20 de março (quinta-feira), às 19h30, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, com entrada franca. Estarão reunidos homenageados, artistas, mestres e coletivos negros para fortalecer laços e reconhecer iniciativas de destaque na cultura, educação e política.

     O evento celebra, os 15 anos de trajetória do Prêmio Zumbi de Cultura e os 24 anos da Cia Baobá Minas. A programação conta com apresentações de Adriana Araújo, Cia de Dança Baobá Minas, Fran Januário, Mamour Bah e Bloco Orisamba, além da exibição de vídeos sobre a história do prêmio e seus homenageados.

     A diretora da Cia Baobá Minas, Júnia Bertolino, idealizou o prêmio para reconhecer e dar visibilidade para pessoas que têm ações de combate ao racismo na cidade ou pessoas que trabalhem com temáticas negras. “O mais importante é que outros coletivos reconheçam essas pessoas, por isto na premiação, as indicações vêm de grupos diversos da cidade”, pontua Bertolino.

     O Prêmio agracia as categorias dança, teatro, música, literatura, manifestação cultural, audiovisual e artes visuais e busca fortalecer a oralidade, a memória, a ancestralidade e a identidade negra, com um olhar especial para o conhecimento dos mestres populares e para as tradições de matriz africana. 

    Ao longo de sua trajetória, tornou-se um marco na valorização das expressões culturais que mantêm viva a herança africana no Brasil. O Prêmio Zumbi de Cultura não reconhece apenas pessoas de Belo Horizonte, mas de Minas Gerais e todo o Brasil.