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  • Festival Hip House - Edição Underground
    Festival Hip House - Edição Underground
    Festival Hip House - Edição Underground

    Belo Horizonte tornou-se nacionalmente conhecida como um dos pólos da cultura Hip Hop, movimento que neste ano celebra 39 anos da sua chegada à cidade e ao Brasil como um todo.

    O início de tudo remete aos anos de 1983 e 1984, quando jovens saíram de suas casas para ocupar as ruas com a dança do break.

    Lugares como a Praça Afonso Arinos, o Terminal turístico JK e a Praça da Estação foram palcos destes movimentos iniciais, com grupos como a Break Crazy e a Break Machine, alguns dos primeiros coletivos de dança de rua da cidade.

    Tantos anos depois a cidade segue consolidada com os movimentos urbanos, com eventos de grande reverberação como o Duelo de MCs, o Duelo de MCs Nacional, Palco Hip Hop, entre outros.

    Com o objetivo de celebrar este movimento que já faz parte da paisagem urbana e demarca pontos importantes da cidade, o Festival Hip House – Edição Underground vai realizar nos dias 3 e 4 de dezembro, no período da tarde e noite, um roteiro turístico que visitará alguns pontos que demarcam essa história, inclusive para as novas gerações.

    Espaços e estabelecimentos como o Viaduto Santa Teresa, Avenida Sapucaí, Bar Um Bom Lugar, Museu de Artes e Ofícios, Teatro Espanca, Praça da Estação, 2Black Beer, Sula – Comida & Cultura, Mi Corazón, painéis e murais do projeto Cura Art no Centro de BH, Centro de Referência da Juventude (CRJ), estão incluídos.

    Todo o percurso contará com guias de turismo e agentes culturais além de intérpretes de Libras. O projeto foi idealizado pelos produtores culturais Luan Lima, Letícia Fox, Vitor Gonzaga e Wesley de Oliveira Castro.

    O Festival Hip House – Edição Underground é um projeto gratuito viabilizado via edital de chamamento público 009/2022 da Belotur Incentivo: Belotur e Prefeitura de Belo Horizonte

  • Show: Histórias 2026
    Show: Histórias 2026
    Festival: Histórias - O Show do Século 2026

    A turnê Histórias trás os maiores nomes do Sertanejo para o maior festival de modão e viola do Brasil.

    Shows:

    • Chitãozinho & Xororó;
    • Zezé Di Camargo & Luciano;
    • Victor & Leo;
    • Matogrosso & Mathias;
    • Gian & Giovani.

    Setores:

    • Mesas Black;
    • Mesas Platinum;
    • Mesas Ouro;
    • Lounges;
    • Camarote Histórias;
    • Frontstage;
    • Arena Open Bar;
    • Cadeira Superior.
  • Festival - Hoje Eu Vou Parodiar
    Festival - Hoje Eu Vou Parodiar
    Festival Hoje Eu Vou Parodiar - Vencedores

    A paródia sempre esteve entre nós, uma tradição que, mesmo sem perceber, já cultivamos em nossos círculos sociais, seja em letras cantadas erradas ou estrategicamente trocadas para dar voz a questões pertinentes a nossa realidade com uma boa dose de bom humor.

    Em Belo Horizonte, há alguns anos, o Concurso de Marchinhas Mestre Jonas vem resgatando essa tradição que, agora, extrapola as Minas Gerais e chega a todo Brasil, por meio do inédito “Hoje Eu vou Parodiar”, festival que premiou paródias e destinou o valor das inscrições para artistas e profissionais da cultura em situação vulnerável devido a pandemia do Covid-19. Os recursos arrecadados serão revertidos para compra e distribuição de cestas básicas, incluindo kits de higiene e limpeza, que serão entregues pela Associação Cultural Arebeldia, nas cidades de Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

    A iniciativa é do compositor e roteirista Edu Krieger e da empresária e produtora cultural Danusa Carvalho. “É um prazer ter realizado o primeiro festival de paródia do Brasil. Quando eu tive a ideia e coloquei o Edu em um grupo cultural do WhatsApp, fiquei feliz que ele topou e aceitou. Estou satisfeita duas vezes, em primeiro porque realizei o festival e, em segundo, porque o prêmio veio para BH”, conta Danusa.

    Com a versão dos mineiros Vitor Velloso e Matheus Brant para “Me Apaixonei Pela Pessoa Errada”, o júri elegeu “Votei Para Presidente” como a melhor paródia do festival, que recebeu R$2 mil. “Uma honra enorme participar desse concurso e maior ainda vencê-lo, cheio de gente tão legal, um júri fantástico, em um tempo no qual mais do que nunca este tipo de iniciativa é importante”, explica Vitor Velloso.

    Integrante de uma banda chamada Orquestra Royal, o cantor e compositor citou a repressão que humoristas vem recebendo pelo governo por suas paródias, como no caso de Marcelo Adnet. “Esse tipo de música sempre promove o debate e a refexão. A paródia é muito acessível, todo mundo pode cantar uma música com uma letra involuntariamente ou fazer uma nova versão”, explica.

    Ao lado de Matheus Brant, a dupla de compositores venceu entre as 574 inscrições vindas de todo o país. “Desde 2014, quando o Vitão ganhou o primeiro lugar com o ‘Pó Royal’, e eu, terceiro na Marchinha Mestre Jonas, fomos apurando e a coisa foi tomando corpo. O resultado disso é o que vemos com a paródia sendo nacionalmente vencedora”, avalia Matheus Brant.

    Para Edu Krieger, não é surpresa que o prêmio tenha ficado para os belo-horizontinos. “A cidade tem uma tradição na arte de unir humor e política. O Vitor e o Matheus fizeram uma paródia perfeita, crítica e ao mesmo tempo engraçada, com rigor na estrutura de rima e métrica, e mereceram demais o título de campeões”, afirma Edu.

    O segundo lugar do festival inédito ficou com Sandro Dornelles, que fez a sua versão para “Teresinha”, a “Gripezinha”; e o terceiro ficou para “MeTÉDIO”, de Andre Locatello e Marcio Machado para “Metade”.

    Críticas à política, o cotidiano da quarentena, questões contraditórias da atualidade e a desconstrução dos olhares machistas, homofóbicos e racistas foram bem vistos pelo júri, formado pelos presidentes de honra Marcelo Adnet e Tatá Werneck, e pela comissão integrada por Edu Krieger, João Cavalcanti, Julia Rabello, Késia Estácio, Leonardo Lanna, Marco Gonçalves, Marcos Frederico, Maria Bopp, Renata Corrêa, Thiago de Souza e Vicente Coelho.