Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Festival Paralímpico de Belo Horizonte
    Festival Paralímpico de Belo Horizonte
    Festival Paralímpico de Belo Horizonte

    No dia 21 de setembro, sábado, vai acontecer o Festival Paralímpico de Belo Horizonte no Centro de Referência Paralímpico Brasileiro - CTE/UFMG. O festival não se trata de uma competição, mas de um evento festivo, que tem a finalidade de proporcionar aos jovens a experiência de vivenciar Modalidades Paralímpicas. Seu público-alvo são crianças e adolescentes com deficiência (80%) e sem deficiência (20%) com idade entre 8 e 17 anos. O Festival acontece em celebração ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência e ao Dia Nacional do Atleta Paralímpico.

  • Festival Parangolé 25 anos
    Festival Parangolé 25 anos
    Festival Parangolé 25 anos

    O Grupo Parangolé - conhecido por levar sua arte - inspirada em Oiticica, Brecht e Boal -, dos grotões do Brasil profundo à Europa -, está em festa e se prepara para realizar o “Festival Parangolé 25 anos”. Nos dias 30 e 31 de maio, sexta e sábado, e 01/06, domingo, a trupe abre as portas da Funarte MG para celebração ao lado do público e artistas parceiros, como Sérgio Pererê, Cida Falabella, Titane, DJ Naroca e muitos outros. Em três dias, com acesso totalmente gratuito, o evento reúne espetáculos, esquetes teatrais, oficinas, exposições de acervo, lançamento de livro, documentário, shows musicais, discotecagem, uma feira popular de comidas, bebidas e produtos agroecológicos locais e muito mais. “O Parangolé é menos um grupo e mais um movimento: ajuntamento de pessoas, ideias, causas e possibilidades de intervenção. Criamos mais de uma centena de peças, esquetes e performances artísticas. 

    Quem junta mais gente que um show? Um futebol arte? Um carnaval? Um círio de Nazaré? Colocamos nossos corpos e talentos pra mobilizar, pra cidadania. E por isso somos resistência. Sobrevivemos 25 anos na contramaré das políticas culturais que em sua maioria vai em outra direção. Esse evento é pra dizer que não desistimos dos sonhos”, afirma o poeta, cordelista, educador e um dos integrantes da trupe, Rodolfo Cascão. No início dos anos 90, Cascão e a companheira Fernanda, recém-chegados de andanças pelo Mato Grosso, onde trabalharam como arte educadores populares, assumem a Gerência de Mobilização Social da SLU – Superintendência de Limpeza Urbana de Belo Horizonte. “Passamos a fazer várias esquetes ligadas à coleta seletiva para carroceiros, catadores”. De um coletivo de quinze jovens artistas, o ator e poeta Rodolfo Cascão, a artista visual Fernanda Macruz, a atriz Sandra Albéfaro e o ator Lucílio Gomes decidem seguir juntos e, em 1999, criam o Parangolé. “Já nascemos cunhando o conceito de Arte Mobilização: que é colocar a arte e seu potencial mobilizador a serviço de causas públicas e sociais, introduzindo a dimensão da festa e do lúdico, em processos participativos”, explica Cascão. De lá para cá, a trupe criou mais de 100 trabalhos que misturam teatro, bonecos, música, cordel, folguedos, danças e festas populares, em performances e oficinas que pensam a arte a serviço da vida e da cidadania.

     Dos projetos realizados, a maioria carrega como propósito essa reverberação social e o protagonismo comunitário. Como consequência, o grupo acabou expandindo sua atuação para cidades de Minas Gerais (de Januária a Rio Acima, de Governador Valadares a Uberaba, de Chapada do Norte a Oliveira), tendo inclusive feito incursões em outras fronteiras (Brasília, Fortaleza, Vila Velha, Vitória, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia), e também uma participação internacional na Expo Zaragoza, na Espanha, em 2008. “Nada mais coerente do que celebrar em um espaço público como a Funarte, que carrega marcas históricas das lutas e conquistas da classe artística. A arte como bem comum, como direito e como ato político”, comenta o ator, educador e também fundador Lucílio Gomes. Cascão concorda com o colega e completa: “Vai ser uma festa popular com sarau, barraquinhas e forró, num terreiro que possibilita essa informalidade, que vai acolher o nosso ônibus multimídia, o Cordel Móvel, que já trilhou esse mundão de meu deus afora, e finalmente o público de BH vai conhecê-lo de perto”. 

    Além de celebrar, o grupo também anuncia projetos novos. Um deles em parceria com o Grupo Trampulim. “A ideia é a gente construir um espetáculo usando o cordel e a palhaçaria dentro do universo feminino”, conta a atriz Sandra Albéfaro. A outra novidade é que a trupe adotou o viaduto da Av. Francisco Sales em frente à sua sede, no bairro Floresta, pelo Programa Adoro BH da PBH. “Pretendemos transformar o local num centro cultural com espaços para exposição de artes visuais, ensaios de grupos artísticos, blocos de carnaval e área de lazer para a comunidade do entorno. O objetivo é ocupar a cidade com o encantamento da cultura e eventos criativos para ressignificar uma área atualmente degradada”, explica Cascão.

  • Festival "Para Sempre Vander Lee"
    Festival "Para Sempre Vander Lee"
    Festival "Para Sempre Vander Lee"

    Maurício Tizumba e banda - formada por Camila Rocha, Christiano Caldas, Leó Pires e Matheus Barbosa - revisitam o repertório de Vander Lee, para celebrar e recriar as músicas do artista falecido em 2016.

    Com direção musical de Enéias Xavier, os shows terão participações especiais de Ana Cristina, Júlia Tizumba, Laura Catarina, Luiz Peixoto, Marcos Catarina, Raquel Coutinho, Regina Souza, Thiago Delegado, Sérgio Marques, Sérgio Pererê, Titane e Túlio Mourão.

    As apresentações, em formato de live, acontecerão de 21 a 24 de dezembro, sempre às 21h no canal youtube.com/mauriciotizumba10.

    O Festival Para Sempre Vander Lee traz o repertório do álbum homônimo gravado durante quatro dias e com um conjunto de convidados.

    O resultado é uma mistura de homenagem a Vander Lee e uma demonstração da força de Tizumba como intérprete de canções, algo que remete ao início da carreira de ambos, quando eram cantores de bar.

    Assim, Mauricio Tizumba cantando Vander Lee é demonstração da beleza desse encontro e da diversidade musical.

    No repertório, Pensei que fosse o céu, ganha a suavidade da voz de Laura Catarina acompanhada pelo par de voz de Tizumba; Obscuridade e seu “passei pela vida”, junto com Marcos Catarina, retoma a força poética da própria reflexão sobre a vida e a vivência das composições, com toda a elegância que Tizumba e banda oferecem à canção; ou, ainda, o bate-bola entre Tizumba e Luiz Peixoto, em Aquela Estrela, que constrói o jogo entre a malandragem e a solidão que a música propõe. Vander Lee e Mauricio Tizumba compartilham uma amizade que se também se confunde com a carreira de ambos.

    Ambos começaram como cantores de bar, fazendo interpretações, mas logo se mostraram especiais e puderam sustentar uma carreira de cantores e compositores.

    No final dos anos 1980 os dois já se apresentavam com repertório próprio, que mesclavam diversos ritmos como MPB, reggae, samba, baladas, mas também influências de músicas e ritmos locais.

    Amigos, compartilharam o palco diversas vezes e cantaram e trocaram músicas, que Tizumba gravou, como A voz – que aqui é regravada junto com Titane e Túlio Mourão.