Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • A imagem mostra um enquadramento baixo, na altura da calçada, de baixo para cima. Pode-se ver um monociclo e um dos bailarinos da performance “Labirinto”, com um dos pés no veículo e a outra perna para o ar, na conhecida Rua Sapucaí, em Belo Horizonte (MG). O enquadramento nos permite ver alguns carros, prédios, o sol que reflete ao fundo, o céu e algumas nuvens.
    A imagem mostra um enquadramento baixo, na altura da calçada, de baixo para cima. Pode-se ver um monociclo e um dos bailarinos da performance “Labirinto”, com um dos pés no veículo e a outra perna para o ar, na conhecida Rua Sapucaí, em Belo Horizonte (MG). O enquadramento nos permite ver alguns carros, prédios, o sol que reflete ao fundo, o céu e algumas nuvens.
    GISCHEWSKI | OLIVEIRA | SAMWAYS

    ELIATRICE GISCHEWSKI | GLAYDSON OLIVEIRA | SAMUEL SAMWAYS

    LABIRINTO

    A imagem mostra um enquadramento baixo, na altura da calçada, de baixo para cima. Pode-se ver um monociclo e um dos bailarinos da performance “Labirinto”, com um dos pés no veículo e a outra perna para o ar, na conhecida Rua Sapucaí, em Belo Horizonte (MG). O enquadramento nos permite ver alguns carros, prédios, o sol que reflete ao fundo, o céu e algumas nuvens.

    CRÉDITO: GLAYDSON OLIVEIRA

    Na cena proposta para a Virada Cultural de Belo Horizonte 2021, os bailarinos Eliatrice Gischewski, Glaydson Oliveira e Samuel Samways flutuam sobre monociclos elétricos nas ruas de Belo Horizonte, enquanto exploram seus atalhos e espaços “secretos”, desvendando o labirinto urbano. Ao transformar o veículo em uma extensão do corpo, os artistas subvertem a função de mobilidade urbana do objeto para uma ferramenta de expressão artística, constroem discursos e desenvolvem uma linguagem própria, que somente é possível pela união da dança com o menor meio de transporte do mundo. “Labirinto” discute a mobilidade urbana e as possibilidades de movimentação do corpo por meio da estética da dança contemporânea unida à tecnologia.

    #PraTodosVerem

    A imagem mostra um enquadramento baixo, na altura da calçada, de baixo para cima. Pode-se ver um monociclo e um dos bailarinos da performance “Labirinto”, com um dos pés no veículo e a outra perna para o ar, na conhecida Rua Sapucaí, em Belo Horizonte (MG). O enquadramento nos permite ver alguns carros, prédios, o sol que reflete ao fundo, o céu e algumas nuvens.

     

  • "Giselle" - Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
    "Giselle" - Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
    "Giselle" - Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

    Giselle, um dos balés mais famosos do mundo, que estreou em 1841 na Ópera de Paris, traz a Belo Horizonte o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, seus primeiros bailarinos e corpo de baile completo.

    Com música de Adolphe Adam, libreto de Théophile Gautier e concepção e adaptação de Hélio Bejani e Jorge Texeira (segundo Jean Coralli e Jules Perrot), “Giselle” conta a estória de uma jovem camponesa que é traída e morre de amor, voltando para vingar-se do amante traidor na forma de uma Willi – espíritos de virgens que morreram antes de se casarem.

    Vingativas, elas fazem dançar até a morte os homens que encontram na estrada, às altas horas da noite.

  • À frente de um largo tronco de árvore, Giselle Couto está atrás de algumas folhagens. Com roupa branca e ombros à vista, ela tem cabelos cacheados castanhos, tatuagem no ombro esquerdo e usa argolas douradas.
    À frente de um largo tronco de árvore, Giselle Couto está atrás de algumas folhagens. Com roupa branca e ombros à vista, ela tem cabelos cacheados castanhos, tatuagem no ombro esquerdo e usa argolas douradas.
    GISELLE COUTO

    VIRADA DO SAMBA

    À frente de um largo tronco de árvore, Giselle Couto está atrás de algumas folhagens. Com roupa branca e ombros à vista, ela tem cabelos cacheados castanhos, tatuagem no ombro esquerdo e usa argolas douradas.

    Crédito: Alexandre Rezende

    Giselle Couto graduou-se em música pela Universidade Federal de Ouro Preto. Porém, muito antes disso, já soltava a voz nos palcos e bares mineiros. Sua carreira no samba começou em 2002, com o grupo “Samba na Ladeira”, em Ouro Preto. Em 2013, foi uma das residentes do “Samba da Madrugada”, em Belo Horizonte. Atualmente, mantém trabalhos com o grupo de samba e choro Flor de Abacate, integra o projeto de samba autoral mineiro “Samba da Criação” e o bloco “Bebadosamba”, uma homenagem de carnaval ao Paulinho da Viola. No palco da Virada do Samba Autoral, festival que integra a Virada Cultural de Belo Horizonte 2021, Giselle recebeu Dudu Nicácio. 

    #ParaTodosVerem

    À frente de um largo tronco de árvore, Giselle Couto está atrás de algumas folhagens. Com roupa branca e ombros à vista, ela tem cabelos cacheados castanhos, tatuagem no ombro esquerdo e usa argolas douradas.