Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Arte FLI
    Arte FLI
    5º episódio: BIBLIOTECAS: INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE

     

    PODCAST 30 ANOS DA BIBLIOTECA PÚBLICA INFANTIL E JUVENIL DE BELO HORIZONTE

    5º episódio: BIBLIOTECAS: INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE

    Cássio Campos (BH) e Wander Ferreira (BH)

    Cássio Campos é mestre em Artes pela UEMG, presidente da Comissão de Acessibilidade da Fundação Municipal de Cultura e coordenador da Casa do Baile – Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design.

    Wander Ferreira é graduado em Biblioteconomia pela UFMG e atua desde 2010 na Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte. Trabalha, prioritariamente, com atividades de mediação e incentivo à leitura.

    Data: 14/8

    Horário: estreia às 9 horas

    Classificação: livre

    Público-alvo: jovens e adultos

    Sem recursos de acessibilidade

    Transmissão: Spotify

     

  • 5º Festival Camelo de Arte Contemporânea
    5º Festival Camelo de Arte Contemporânea
    5º Festival Camelo de Arte Contemporânea

    Entre os dias 2 de outubro e 15 de novembro, acontece o 5º Festival Camelo de Arte Contemporânea, na Casa Camelo, no bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte. Dedicado ao fomento das artes visuais, o festival tem como proposta discutir e descentralizar o panorama emergente da produção artística local e nacional, ampliando perspectivas de experimentações artísticas, formação e difusão. A abertura da 5ª edição do festival acontece no dia 2 de outubro, quinta-feira, das 18h às 22h. Toda a programação é gratuita e inclui, ainda, oficinas, palestras, ações educativas para grupos escolares e uma publicação final com reflexões e registros do festival. 

    A publicação será organizada pelo professor do Departamento de Comunicação da UFMG, Eduardo de Jesus, pesquisador das relações entre imagem em movimento, espaço e território nos campos da arte e do cinema contemporâneo brasileiro. Idealizado pelo fundador da Casa Camelo, Luiz Lemos, em parceria com a sócia e produtora cultural Eloá Mata, ambos artistas, o 5ª Festival Camelo de Arte Contemporânea conta com curadoria de Camilla Rocha Campos, Fabíola Martins, Gabriela Carvalho e Luiz Lemos. Ao todo, esta edição do festival recebeu 305 inscrições e está com uma programação intensa que visa movimentar o cenário das artes visuais na cidade, aproximando artista, obra e público. O projeto é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. 

    O 5º Festival Camelo de Arte Contemporânea é composto por quatro exposições inéditas: Raízes d´água: confluências diaspóricas, de Hariel Revignet (Goiás); RUMA!, de Antônio Cigania (Minas Gerais); Cada Maloqueiro Tem um Saber Empírico, do projeto Visão de Cria (Belo Horizonte); e Plantação, de Roberval Borges (Piauí). 

    As exposições apresentam obras em linguagens como fotografia, pintura, vídeo e instalação, trazendo à tona questões ligadas à ancestralidade, memória, território, periferia e imaginários coletivos. A exposição Raizes d’água, de Hariel Revignet, reflete sobre as confluências a partir das sementes Mboy, também conhecidas como Lágrimas de Nossa Senhora, que trazem uma relação entre território e memória, principalmente sobre águas que se encontram. 

  • 5º Festival Canjerê
    5º Festival Canjerê
    5º Festival Canjerê

    O Festival Canjerê chega à sua 5ª edição reafirmando a força da cultura quilombola e popular. De 4 a 7 de dezembro de 2025, o Parque Municipal Américo Renné Giannetti, será o cenário de uma grande celebração marcada por música, arte, tradição e resistência.

    Com o tema “Quilombos contra os impactos da mineração: direito ao bem viver”, o evento propõe reflexões sobre sustentabilidade, ancestralidade e luta coletiva, reunindo comunidades, artistas e público em uma experiência de valorização da cultura afro-brasileira.

    A programação contará com shows musicais, debates, oficinas, exposições, apresentações de grupos culturais, cortejos, culinária tradicional, artesanato e produtos quilombolas, fortalecendo os laços entre identidade, território e memória.

    A entrada é gratuita, e todos estão convidados a participar dessa celebração de resistência, diversidade e bem viver.