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  • Revista Eletrônica APCBH
    Revista Eletrônica APCBH
    Inscrições para a 8ª Revista Eletrônica do APCBH

    Inscrições de artigos para a próxima edição da Revista Eletrônica do Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte (REAPCBH) podem ser feitas até o dia 31 de agosto. 

    A publicação é um periódico científico anual e tem o objetivo de estimular a pesquisa e a reflexão científica sobre a cidade de Belo Horizonte, bem como sobre o campo de estudos arquivísticos, além de divulgar acervos documentais de diversas instituições. 

    A próxima edição da revista, a 8ª desde que ela começou a ser produzida, tem previsão de publicação no próximo mês de dezembro e integra as ações de celebração dos 30 anos do Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte (APCBH), completados em 2021. Para ressaltar a data, a edição terá um caráter especial, com a publicação do Dossiê “O Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte como fonte de pesquisa da cidade”

    Acesse informações e saiba como encaminhar seu artigo no Portal da Prefeitura de Belo Horizonte. 

     

  • Inscrições para residência artística de Benjamin Abras estão abertas

    11ª edição do Festival de Arte Negra de Belo abre inscrições para residência artística de Benjamin Abras

    A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (CIRC), informa que as inscrições para a Residência Artística Afro Butoh Nzila ti N’gombe, ministrada por Benjamin Abras, com participação de Cátia Costa e Mukanya, estão abertas de 20 a 28 de novembro de 2021. 

    O público-alvo são adultos, artistas da dança e teatro. A residência é gratuita e serão oferecidas 20 vagas. A seleção das pessoas participantes será realizada pelo ministrante e o resultado divulgado pelo site e redes sociais do FAN BH no dia 1 de dezembro de 2021. A aula magna, no dia seis de dezembro, será realizada de forma virtual, com transmissão pelo canal de Youtube da Fundação Municipal de Cultura, e aberta ao público geral, sem necessidade de inscrição. Já as aulas seguintes, entre os dias sete e dez, acontecem de forma presencial, durante a programação do festival, no Centro de Referência da Dança de Belo Horizonte. A atividade será realizada observando todos os protocolos de combate à covid-19 vigentes na capital mineira.

    Benjamin Abras é natural de Belo Horizonte, artista contemporâneo interdisciplinar, poeta, diretor de dança-teatro, dramaturgo e ensaísta. Cátia Costa, de Niterói (RJ) é atriz, performer, diretora teatral, preparadora de elenco, diretora de movimento e terapeuta. Mukanya, também de Niterói (RJ) é músico e escritor, promovendo a cultura africana no Brasil a partir da música.

    SOBRE BENJAMIN ABRAS

    Benjamin Abras é criador de performances, instalações, objetos, desenhos e pinturas que refletem suas experiências nas tradições afro-brasileiras do Candomblé e da Capoeira de Angola. Atuou, realizou exposições e participou de residências artísticas no Reino Unido, na Dinamarca, na Índia e no Senegal.

    SOBRE A RESIDÊNCIA AFRO BUTOH NZILA TI N’GOMBE DE BENJAMIN ABRAS

    Afro Butoh, tema dessa residência artística, é um campo de pesquisa performativo e filosófico contemporâneo, em que a arte atua na descolonização, através de técnicas advindas da ritualística e filosofias afro-diaspóricas brasileiras. Os fundadores são Tatsumi Hijikata e Kazuo Ohno e Yoshito Ohno, com o qual Benjamin Abras teve oportunidade de dançar e dialogar.

    Ao longo de 10 anos, o Afro Butoh foi utilizado pelo artista no Brasil, em espetáculos como Madame Satã e ZUMBI, e  vivenciado na Europa, Ásia e África. Para isso, Benjamin Abras vale-se da ritualidade como ação política, reescrita da memória e desconstrução do corpo institucionalizado, colonizado pelas identidades eurocêntricas.

    O trabalho oferece aos participantes uma imersão prática filosófica nas danças de Kalunga, na filosofia do Catimbó de preto velho, trabalhando imersivamente em três técnicas: ressonância de Umbanda, educação afro-somática e transe da presença. 

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    FAN BH 2021

    Neste ano, o FAN BH traz o tema “Muvuca de Pretuntu” e parte das conexões culturais entre Brasil e África, mais especificamente das influências da cultura bantu na formação da identidade brasileira e suas relações com Minas Gerais. Esta edição destaca o desejo de aproximação - através dos encontros, reflexões, trocas de experiências, de afetos -, a partir de processos criativos colaborativos que se darão durante o festival. A  curadoria do festival, em 2021, é composta pelo artista plástico Froiid, pela atriz, cantora e compositora Júlia Tizumba e pelo cantor e compositor Sérgio Pererê.

  • Inscrições VIII Concurso para Jovens Solistas da OSMG
    Inscrições VIII Concurso para Jovens Solistas da OSMG
    Inscrições VIII Concurso para Jovens Solistas da OSMG

    A Fundação Clóvis Salgado, por meio da Associação Pró-Cultura e Promoção das Artes – APPA, divulga o edital para realização do VIII Concurso para Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. A premiação vai contemplar instrumentistas, e, pelo terceiro ano consecutivo, um jovem regente. Os interessados podem se inscrever gratuitamente até 15 de março (domingo), por meio de preenchimento de formulário online disponível no site da FCS (https://forms.gle/qm3qcHPb7vqDQZax8). Em seguida, o candidato deve enviar os documentos necessários para finalizar a inscrição para o endereço de e-mail: jovens.solistas@appa.art.br.

    Para a edição 2020 do Concurso, serão selecionados instrumentistas e um jovem regente em audições a serem realizadas de 28 a 30 de março, no Palácio das Artes. Os resultados serão divulgados até o dia 2 de abril de 2020, e estarão disponíveis nos sites www.appa.art.br e www.fcs.mg.gov.br. Como prêmio, os vencedores participarão das edições especiais das séries Sinfônica ao Meio-Dia e Sinfônica em Concerto, com regência de Roberto Tibiriçá, ao lado da Orquestra Sinfônica. As apresentações serão realizadas no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, em 14 e 15 de abril.

    Na modalidade Instrumentista, o concurso é destinado aos seguintes naipes: Cordas (Violino, Viola, Violoncelo, Contrabaixo, Harpa, Violão e Piano), Madeiras (Flauta, Oboé, Clarineta, Fagote) e Metais (Saxofone, Trompa, Trompete, Trombone e Tuba).  Já a modalidade Jovem Regente destina-se a alunos que estejam cursando a matéria em alguma universidade ou estudando com algum professor de reconhecida experiência. O candidato deverá comprovar uma das duas situações e demonstrar preparo suficiente para desenvolver as atividades das provas eliminatórias.

    A banca de avaliação para todas as modalidades terá como presidente o maestro Roberto Tibiriçá, regente da OSMG nos anos de 2010 a 2013 e titular da cadeira de nº 5 da Academia Brasileira de Música. O maestro foi, também, vencedor do prêmio de Jovem Regente da Osesp – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo nos anos de 1983 e 1984, onde passou a ser o Principal Regente-Convidado, atuando por quase 18 anos ao lado do Maestro Eleazar de Carvalho, criador do Concurso de Jovem Regente da Osesp. Em 2010, o maestro sugeriu o concurso em igual formato para a Fundação Clóvis Salgado.