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  • 6ª Edição: Mostra Batista dos Empreendedorismo
    6ª Edição: Mostra Batista dos Empreendedorismo
    6ª Edição: Mostra Batista dos Empreendedorismo

    Mais de 3.000 pessoas estiveram presentes nas cinco edições da MOBE. O bairro Buritis ganhou uma mostra localizada em uma rua de pedras arborizada, com barraquinhas coloridas, dentro do Colégio Batista Mineiro Buritis que tem como missão a educação integral e, por esta razão, ofereceu a seus estudantes, colaboradores e famílias a oportunidade de criar, expor e gerar lucro com produtos e serviços desenvolvidos por eles. Assim, se tornam protagonistas do seu próprio empreendedorismo.   

    Para esta última edição do ano o tema será Família e para quem já está no ritmo do Natal encontrará também produtos para decoração da casa e presentes. Na programação, música com Jeff Motta e banda, bate-papo com o Pastor Paulo Júnior que trará mais conhecimentos e assuntos importantes e válidos sobre o tema desta edição (Família). Espaço gourmet com food trucks será montado no local. 

    Para a criançada, apresentação circense com o artista Édson Faleiro e espaço Kids. 

    A sexta edição da MOBE acontecerá no dia 17 de novembro, sexta-feira, a partir das 17h, na área externa do Colégio Batista Mineiro BH Buritis (Rua Paulo Piedade Campos, 420). A entrada é gratuita: basta retirar o convite no Sympla.

  • 6ª Edição Projeto Circula: Oficinas de Circo
    6ª Edição Projeto Circula: Oficinas de Circo
    6ª Edição Projeto Circula: Oficinas de Circo

    O Projeto Circula – desenvolvido desde 2018 pela Auê Pole Dance e Circo, Escola de Belo Horizonte - traz nesta 6ª edição, oficinas gratuitas de circo para iniciantes de todas as idades. No dia 18 de junho, domingo, a oficina começa às 10h, no Parque Ecológico Professor Marcos Mazzoni (Cidade Nova) e, em seguida, às 15h, no Parque Ecológico Pedro Machado (Santa Maria), com duração de uma hora e meia cada. Para participar não é necessária inscrição prévia.

    Público: oficina de iniciação, voltada para quem nunca fez circo.

  • 6ª Edição Projeto Diálogos: Artista e Curador(a) - Centro Cultural UMG
    6ª Edição Projeto Diálogos: Artista e Curador(a) - Centro Cultural UMG
    6ª Edição Projeto Diálogos: Artista e Curador(a) - Centro Cultural UMG

    O Centro Cultural UFMG disponibiliza nesta sexta-feira, dia 19 de novembro de 2021, a sexta edição do projeto Diálogos: Artista e Curador(a), que contempla o pintor Celso Renato, em virtude de seu centenário.

    exposição virtual tem a curadoria da artista e professora Claudia Renault e de sua assistente Bruna Mibielli. As coisas sem importância são bens de poesia – por Claudia Renault Para comemorar os 100 anos de Celso Renato (1919 - 1992), nada melhor que uma exposição individual desse grande artista que é considerado um dos mais singulares em diálogo com a tradição construtivista mineira.

    três fases do seu trabalho, procuro enfatizar um caminho no qual fica evidente que na arte as coisas não acontecem por acaso.

    primeiros desenhos já deixam entrever a sua liberdade de criação, de quem sempre viveu em um ambiente de arte e poesia. Esses grafismos revelam o desejo de registrar algo premente que já não pode esperar. Daí para a pintura foi um pulo. Celso aparece nos anos 60, no cenário das artes de Belo Horizonte, já como um homem maduro, com uma pintura expressionista, de traços fortes e largos.

    A ideia é de um sujeito à procura de si, da sua alma, na maneira mais íntima de se expressar. É nesse momento que as coisas do mundo começam a conversar com ele. Celso parece escutar o silêncio de outros materiais que não a tela. Nessa hora, ele revela a sacralidade das coisas mais rudes.

    É com um gesto mínimo, certeiro, de quem lança uma seta, que Celso Renato inicia suas intervenções nas madeiras – restos de materiais da construção civil. Uma vez que o material utilizado já carrega em si texturas, falhas, pregos, Celso inclui esses elementos e cria uma relação muito especial entre sua proposta geométrica e a organicidade do suporte.

    É nesses tapumes que o artista enfatiza as formas e revela a sacralidade e a verdadeira alma das coisas. Nessa hora, lembro-me de Manoel de Barros ao dizer que “as coisas sem importância são bens de poesia”.

    Renato me ensinou isso antes de Manoel. Ele retira do refugo a madeira e trava com ela um diálogo. Nesse diálogo amoroso com a matéria, dá vida ao que já estava perdido. É com as suas interferências sobre a madeira que Celso marca presença nas artes plásticas do Brasil e do mundo.

    Estabelece uma conversa com deuses e ancestrais. Formas e cores puras que nos remetem a rituais, conversas veladas com povos que fazem arte como verdade, como religião, como necessidade do registro da existência. É dessa maneira que esse “artista dos artistas” marca a sua passagem pela terra, sem pressa, sem alarde.

    obra solitária de Celso Renato de Lima é um exemplo de infinitude, de secretos e estranhos caminhos abertos apenas a seus apelos mais íntimos.