Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Lançamento da Revista Arte, Cultura e Democracia no Século XXI
    Lançamento da Revista Arte, Cultura e Democracia no Século XXI
    Lançamento da Revista Arte, Cultura e Democracia no Século XXI

    A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, promove neste sábado, dia 14, a partir das 11h, na Quixote Livraria e Café, o lançamento da “Revista Arte, Cultura e Democracia no Século XXI”. A publicação integra a Coleção Cultura e Pensamento e reúne textos dos convidados do Encontro Internacional Arte, Cultura e Democracia no Século XXI, realizado durante o mês de agosto de 2019, em Belo Horizonte. A revista será distribuída gratuitamente aos presentes. A revista traz artigos de Ailton Krenak (Brasil), Álvaro Restrepo Colômbia), Antônio Nêgo Bispo (Brasil), Jorge Blandón (Colômbia), Jose Antonio Mac Gregor (México), Juca Ferreira (Brasil), Fabíola Moulin (Brasil), Leda Maria Martins (Brasil), Lucero Millán (Nicaragua) Maria Thaís (Brasil), Paulo Pires do Vale (Portugal) e Renata Marquez (Brasil).

    A Coleção Cultura e Pensamento inaugura uma política editorial voltada a divulgar e disponibilizar reflexões produzidas a partir de iniciativas promovidas pela Secretaria Municipal de Cultura e pela Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte. A criação da Coleção busca fortalecer uma política pública para a cultura que tenha como um de seus pilares a disponibilização gratuita e a democratização de acesso ao conhecimento e à produção artística e cultural, de uma forma plural e inclusiva. O projeto pretende ampliar o debate sobre o papel da cultura, da gestão, das políticas públicas e da participação dos cidadãos correlacionando-os aos temas emergentes no mundo contemporâneo e seus reflexos na vida da sociedade brasileira e das cidades.

    Para a Secretária Municipal de Cultura e presidente interina da Fundação Municipal de Cultura, Fabíola Moulin, a realização do Encontro Internacional reforçou o papel de Belo Horizonte como produtora e irradiadora de políticas públicas, por meio de trocas de reflexões experiências com pensadores, gestores, artistas e produtores culturais da cidade, do Brasil e de vários países. “A revista Arte, Cultura e Democracia no século XXI é um registro fundamental da potência criativa e inovadora que foi o Encontro e possibilitará um compartilhamento mais amplo das discussões e saberes compartilhados no evento”, completa.

  • Lançamento da revista Olympio – Literatura e Arte nº2
    Lançamento da revista Olympio – Literatura e Arte nº2
    Lançamento da revista Olympio – Literatura e Arte nº2

    Ao explorar, de modo caleidoscópico, as conexões entre literatura e outros campos artísticos e do saber, a revista Olympio – Literatura e Arte chega à segunda edição. Criada em 2018, na capital mineira, a publicação independente é obra da escritora Maria Esther Maciel, do jornalista José Eduardo Gonçalves, do designer Julio Abreu e do arquiteto Maurício Meirelles – todos com vasta trajetória na cena cultural da cidade. Com 280 páginas de farto conteúdo inédito, assinado por 47 nomes, e design primoroso, Olympio volta a investir no “caráter duplo e potente” da linguagem, que, de um lado, é guarda e memória, e, de outro, reinventa “o que está ao lado, as coisas, a vida em seus enredos surpreendentes”. O lançamento oficial do segundo número da publicação será no dia 8 de fevereiro, das 12h às 16h, na Livraria da Rua (rua Antônio de Albuquerque, 913 – Savassi), em Belo Horizonte (MG), com a presença do líder indígena Ailton Krenak, entrevistado desta edição.

    A revista enfatiza a produção ficcional, poética e ensaística contemporânea, por meio de perfis e entrevistas, tradução de textos literários, relatos de viagem, ensaios visuais e fotográficos. “Edição a edição, buscaremos reafirmar a transversalidade e a pluralidade de ideias”, destaca Maria Esther Maciel. A segunda edição de Olympio abre 30 páginas para depoimento exclusivo de Ailton Krenak, uma das principais lideranças indígenas do Brasil, com ilustrações de Denilson Baniwa e fotos de Miguel Aun. Além disso, apresenta comovente perfil do diretor de teatro Zé Celso Martinez, assinado pelo amigo de infância Ignácio de Loyola Brandão.

    A edição também revisita a notável (e ainda pouco conhecida) poesia da amazonense Astrid Cabral, assim como revela trabalhos inéditos, no Brasil, da poeta norte-americana Emily Dickinson, do cineasta britânico Peter Greenaway, da escritora romena Aglaja Veteranyl e do argentino César Aira. O poeta Adão Ventura, no aniversário de 15 anos de sua morte, é lembrado pelo escritor Carlos Herculano Lopes, e, em primeira mão, o poeta Ricardo Aleixo antecipa um capítulo de seu livro de memórias.

    A edição também elenca nomes como Evando Nascimento, Gustavo Pacheco, Kalaf Epalanga, Veronica Stigger, Dirce Waltrick do Amarante e Olívio Jekupe, dentre outros. Há, ainda, ensaios visuais e fotográficos. A obra que estampa a capa da segunda edição foi concebida pela artista Nydia Negromonte. Já o poeta e artista gráfico Guilherme Mansur assina a arte visual do lema da revista: “Não há o que não haja”.

    Junto ao segundo número, sairá a nova edição da primeira edição de Olympio – esgotada há muitos meses –, com novo projeto gráfico, assinado pelo Estudio Guayabo, de Belo Horizonte. A revista é viabilizada com o apoio da Editora Miguilim, em parceria com a Tlön Edições.

  • Lançamento da “Série Ensaio Aberto Encontro das Águas”
    Lançamento da “Série Ensaio Aberto Encontro das Águas”
    Lançamento da “Série Ensaio Aberto Encontro das Águas”

    “Encontro das Águas” foi construído através do universo afro-brasileiro presente tanto na obra “Mar Morto” de Jorge Amado quanto na cultura popular mineira, sobretudo do Norte, no Vale do Jequitinhonha.

    Essa rica junção cultural, partindo dos rios de Minas e entrando no mar de Amado, é expressa pelas linguagens do teatro, da música e da dança.

    É o prólogo do projeto ainda em construção "Mulheres de Mar", e traz elementos precedentes e elucidativos da trama que irá se desenrolar posteriormente.

    Regina Perocini, idealizadora do projeto - de família majoritariamente formada por mulheres do Vale do Jequitinhonha que carregam riquezas de saberes das cantigas, das danças de roda, das ervas, das rezas, do fazer humano com sentido, força e resistência - compartilha parte dessa herança nesse projeto.

    Em “Encontro das Águas”, Costureiras, Lavadeiras, Artesãs e Benzedeiras são mulheres que superam um conjunto de regras e preceitos injustos, passam a ocupar um papel diferente daquele já previsto por acordos sociais e que resistem à dura realidade imposta.

    As danças e músicas exploradas são de influência afro indígena e a trilha sonora executada ao vivo. Além disso, o repertório é composto de cantigas de domínio público, composições dos artistas do espetáculo e canções de grandes compositores da MPB como: Milton Nascimento, Dorival Caymmi e Paulo César Pinheiro.

    O roteiro apresenta trechos da obra de Amado, textos autorais, que conectam corpo e musicalidade, e convidam a refletir sobre racismo, preconceito, intolerância e questionamento sobre as injustas condições impostas às mulheres.

    O lançamento da série de vídeos específicos contará com a participação dos artistas que fizeram parte da construção do espetáculo com o objetivo compartilhar com o público parte desse processo de criação transmitidas por meio de dança, música e prosa, levando ao público histórias que falam de ancestralidade, crenças, ritos e costumes populares.

    Cabe salientar que serão observadas e respeitadas as medidas vigentes de prevenção ao contágio do COVID-19, publicadas em âmbito federal, estadual e municipal, priorizando ações que não propiciem aglomerações em todas as etapas de produção e execução do projeto, que é financiado com recursos de Edital da Secretaria do Estado de Cultura de Minas Gerais.

    CAPÍTULO I – INSPIRAÇÃO

    Data da exibição: 12 e 13 de fevereiro – 19h

    A artista idealizadora do projeto, Regina Perocini, conta o que é a Série Ensaio Aberto Encontro das Águas e compartilha um pouco de como se deu a inspiração para a criação do espetáculo musical que originou essa série. Elenco: Regina Perocini

    CAPÍTULO II – OS FIGURINOS, A DANÇA E MEMÓRIAS

    Data da exibição: 12 e 13 de fevereiro  – 19h

    As figurinistas do Vale do Jequitinhonha, Dalva de Assis e Janile Barreto junto com Regina Perocini se encontram para compartilhar um pouco de como se deu a construção dos figurinos do musical Encontro das Águas. Mentes e mãos criadoras retratam os pontos importantes dessa construção voltada para o movimento do corpo e a influência das memórias de infância do Vale. Elenco: Dalva de Assis, Janile Barreto e Regina Perocini

    CAPÍTULO III – EM CENA: VOZ, SONS E MOVIMENTO

    Data da exibição: 19 e 20 de fevereiro  – 19h

    Jessé Duarte, ator/diretor da Cia Crônica, diretor de cena do musical Encontro das Águas, conta como se deu a construção das cenas a partir dos registros escritos por Regina Perocini, envolvendo as linguagens da dança, música e poesia, o simbolismo e a mensagem presente no espetáculo. Elenco: Jessé Duarte e Regina Perocini

    CAPÍTULO IV – “CAMINANDO PRO RIO EU CAÍ NO MAR”

    Data da exibição: 19 e 20 de fevereiro –19h

    O cantor e compositor Tom Nascimento conta como foi fazer parte do projeto Encontro das Águas e sua participação na construção da trilha sonora. A música Asa, de sua autoria, a qual deu vida à caminhada dos rios de Minas ao Mar de Jorge Amado. Elenco: Tom Nascimento e Regina Perocini

    CAPÍTULO V – ARTE SONORA EM CENA

    Data da exibição: 26 e 27 de fevereiro – 19h

    Johnny Herno, artista mineiro, aborda sua estética percussiva e teatral que compõem sua arte sonora na trilha do musical Encontro das Águas, onde corpo e sons se convergem. Elenco: Johnny Herno e Regina Perocini

    CAPÍTULO VI – OS BATUQUES E A DANÇA

    Data de exibição: 26 e 27 de fevereiro – 19h

    O percussionista e compositor Gangan conta um pouco de como seu saber dos tambores contribuíram para a celebrar a força da ancestralidade nas cenas do musical Encontro das Águas que teve como fonte inspiradora o congado e os batuques do Vale do Jequitinhonha. Elenco: Gangan e Regina Perocini

    CAPÍTULO VII – PAPO DE BAMBA

    Data de exibição: 28 de fevereiro – 19h

    Carlos Fred, multi-instrumentista, cantor e compositor mostra um pouco de como seu mergulho nas afro-brasilidades puderam compor a estrutura musical do Encontro das Águas, sobretudo quanto ao universo do samba. Elenco: Carlos Fred e Regina Perocini