Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • LANÇAMENTO DO VÍDEO "CASA ANDANTE" NO PAMPULHA TERRITÓRIO MUSEUS CELEBRA O "ENCONTRO" DA CASA DO BAILE E DO MONUMENTO À IEMANJÁ

    A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Instituto Periférico apresentam o vídeo "Casa Andante - Iemanjá". O vídeo é uma iniciativa educativa da Casa do Baile – Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design, integrante da programação do Pampulha Território Museus, e  será lançado no dia 20 de novembro, a partir das 10h, no site www.pampulhaterritoriomuseus.com.br. A ação virtual celebra o “encontro” de dois patrimônios da cidade localizados na região da Pampulha: o Monumento à Iemanjá/Portal da Memória e a Casa do Baile. O vídeo busca também destacar esse marco da paisagem da Pampulha a partir de uma importante e histórica manifestação cultural e religiosa da presença negra no espaço, a Festa de Iemanjá, iniciativa que se tornou patrimônio imaterial da cidade em 2019.

    O vídeo traz depoimentos do artista Jorge dos Anjos (criador do Portal da Memória), Pai Ricardo de Moura (Casa de Caridade Pai Jacob do Oriente) e Álan Pires (coordenador da política de patrimônio imaterial da Diretoria de Patrimônio Cultural e Arquivo Público de Belo Horizonte). A apresentação do vídeo é de Cássio Campos, coordenador do Casa do Baile - Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design. A atividade foi produzida e gravada em conformidade com protocolos de prevenção à covid-19  vigentes em Belo Horizonte. 

    CASA ANDANTE

    O projeto“Casa Andante” foi criado em 2019 e busca realizar ações de imersão e contato com o entorno e a paisagem natural e cultural em que a Casa do Baile – Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design se insere no território da Pampulha.

    A CASA DO BAILE

    A Casa do Baile - Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design integra o Conjunto Moderno da Pampulha, declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, idealizado por Juscelino Kubitschek e projetado por Oscar Niemeyer na década de 1940. A função original do espaço era ser um pequeno restaurante dançante, de uso mais popular. A fim de garantir sua preservação e requalificar seu uso, desde 2002 funciona como Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design. A Casa do Baile produz e abriga exposições, publicações, mostras, seminários, encontros e ações educativas relacionados aos temas de sua vocação museal.

     

  • luccaparis
    luccaparis
    Lançamento do videoclipe de Lucca Páris 

    Nome da nova cena musical de BH, Lucca Páris tem 27 anos e é morador do bairro Cenáculo, na Região de Venda Nova. Começou sua trajetória no rap e migrou para a MPB, buscando explorar novos caminhos estéticos e parcerias. O artista prepara o lançamento de seu primeiro álbum, “LUME”, que traz como single de estreia a faixa “Budapeste”, escolhida para ganhar uma versão em vídeo. O clipe surgiu a partir de outra ação formativa do Circuito Municipal de Cultura, a Oficina On-line de Produção de Videoclipes, ofertada em Venda Nova. A partir da indicação de participantes da oficina, uma curadoria formada por integrantes do Circuito decidiu pelo nome de Lucca Páris. Dirigido por Marcelo Lin e Michel Brasil, o vídeo focaliza o artista em diálogo consigo mesmo, transitando por lugares iguais, mas de formas diferentes. A ideia é mostrar conceitos básicos da linguagem audiovisual, refletir sobre a relação entre música e imagem e incentivar a criação de videoclipes de baixo orçamento. A produção do vídeo foi predominantemente virtual, enquanto a etapa presencial, realizada em março, envolveu uma equipe reduzida, devidamente testada e equipada com EPIs, respeitando os protocolos sanitários em função da pandemia da Covid-19.

    Veiculação: YouTube
    Classificação: Livre

  • Lançamento do videoclipe: "Maré" do músico Heberte Almeida
    Lançamento do videoclipe: "Maré" do músico Heberte Almeida
    Lançamento do videoclipe: "Maré" do músico Heberte Almeida

    O músico mineiro Heberte Almeida lança o segundo videoclipe do seu disco “Negro Amor” (2020), e a faixa escolhida é “Maré”.

    A direção ficou a cargo de Gabriel Martins (Filmes de Plástico) e abre uma série de lançamentos audiovisuais do trabalho do músico para este ano. Serão três videoclipes em 2021, dando novos desdobramentos ao álbum lançado no ano anterior.

    A canção “Maré” aborda temas como saudade e esperança, compondo um repertório solar que passeia pelo soul, samba rock, dentre outros ritmos vinculados a musicalidades afro-diaspóricas.

    O videoclipe será lançado no dia 18, às 12h, e ganhará uma celebração via live no dia 20 de maio, às 20h, no canal Negro Amor no YouTube, na qual Heberte apresentará músicas de sua estreia em carreira solo com as participações de Gabriel Martins, Vi Coelho, Manu Ranilla.

    Este projeto é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte / Edital Descentra

    Lançado em 2020, “Negro Amor” é o primeiro álbum solo da carreira do músico e compositor Heberte Almeida, disco em que passa por gêneros como arrocha, o rap, o samba e outras sonoridades da música negra.

    Músico ativo da cena belo-horizontina, Heberte é conhecido por seus trabalhos em bandas e projetos de outros artistas como Pelos, Diplomattas, Projeto Manobra, Nobat, entre outros.

    Além de todo este currículo extenso, ele também foi um dos responsáveis pela trilha sonora do filme “No Coração do Mundo” (2019), da produtora mineira Filmes de Plástico.

    Desta conexão com Gabriel Martins, um dos diretores do filme e seu parceiro na banda Diplomattas, veio o segundo videoclipe do álbum e a música escolhida é “Maré”, justamente uma das canções mais solares do disco, um samba que tem a saudade e a esperança como temas.

    O registro audiovisual proposto pelo diretor redimensiona a temática da música ao trazer imagens reais e históricas retiradas de eventos comemorativos da família de Heberte, e vai além ao trazer a idéia de um futuro possível, noção tão importante nos dias atuais. “O Gabriel queria trazer a celebração de uma família negra.

    A música e as imagens vieram em tempos diferentes, mas o Gabriel quis fazer essa reinterpretação da música com a festa, há uma narrativa de conexão.

    Eu achei muito bonito essa narrativa, que traz um salto temporal de 10 anos, retratar aquele momento e depois mostrar como estão aquelas pessoas agora, em 2021.

    Diz também de uma beleza, de uma estética negra, de pessoas cada vez mais empoderadas”, conclui.