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  • Live: com Regina Tchelly - Projeto Favela Orgânica
    Live: com Regina Tchelly - Projeto Favela Orgânica
    Live: com Regina Tchelly / Projeto Favela Orgânica - Territórios e Redes Criativas: Lagoinha e região

    Regina Tchelly é chef de cozinha e empreendedora social que criou e coordena o projeto Favela Orgânica, sediado no Morro da Babilônia, que já recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais.

    Nascida na Paraíba, onde aprendeu a cozinhar com a avó, Regina mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como doméstica. Foi frequentando as feiras de rua, que ela se sentou desafiada a criar receitas a partir da grande quantidade de alimentos que eram descartados. 

    O projeto pessoal, em 2011, foi transformado no empreendimento social Favela Orgânica, que tem como essência o aproveitamento integral dos alimentos e o uso da criatividade na produção de uma  alimentação saudável, além de aproximar pequenos produtores agrícolas da cidade e consumidores fortalecendo assim o ciclo completo do alimento.

    SOBRE O PROJETO:

    O projeto Territórios e Redes Criativas, realizado pela PBH, por meio da Belotur, em parceria com o Sebrae Minas, a Secretaria Municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania e Senac, visa valorizar a cultura material e imaterial de cada território, estimulando arranjos produtivos locais dos diversos segmentos que compõem a economia criativa, dando visibilidade aos empreendedores locais e gerando novas oportunidades de renda e emprego.

  • Live – Concerto ALMA de Natal
    Live – Concerto ALMA de Natal
    Live – Concerto ALMA de Natal

    A Academia Livre de Música e Artes - Alma apresentará no dia 23 de dezembro, às 20h, o tradicional Concerto de Natal, que este ano recebe o nome de “Alma do mundo”.

    A transmissão será virtual pelo canal do Youtube da academia e do Theatro Pedro II. Cumprindo todos os protocolos de segurança, algumas gravações foram realizadas em estúdio, e nos dias 5 e 6 de dezembro, o Theatro Pedro II recebeu os núcleos artísticos para as captações gerais no palco principal.

  • Live Concerto “Beethoven – O Grande Humanista” - Orquestra Sesiminas Musicoop
    Live Concerto “Beethoven – O Grande Humanista” - Orquestra Sesiminas Musicoop
    Live Concerto “Beethoven – O Grande Humanista” - Orquestra Sesiminas Musicoop

    No dia 16 de dezembro, quarta-feira, a Orquestra Sesiminas Musicoop, uma das mais longevas do país (1986), faz sua última apresentação do ano com transmissão do concerto “Beethoven – O Grande Humanista”, inteiramente dedicado ao compositor alemão.

    Conhecida por apresentações nos pátios de fábrica, praças e teatros de Minas Gerais, a Orquestra também rende homenagens aos 300 anos do Estado e aos 30 anos do Centro Cultural Sesiminas BH.

    A direção artística e regência são de Felipe Magalhães.

    O concerto será costurado por falas sobre a vida e obra de Beethoven pelo músico-pesquisador da Filarmônica, Werner Silveira. O concerto começa às 19h no canal youtube.com/fiemgoficial.

    Classificação indicativa: livre. Duração: 90 minutos. “Beethoven foi uma das primeiras gerações a respirar os ares do iluminismo que desejava libertar o indivíduo das opressões da igreja e da monarquia.

    Contemporâneo, portanto, da Revolução Francesa, da Inconfidência Mineira, no Brasil”, explica o músico-pesquisador Werner Silveira. Apesar da surdez progressiva, “ele tinha sentimento profundo de que sua música poderia transformar a humanidade”.

    O maestro e diretor artístico Felipe Magalhães acrescenta que após a morte do compositor, foi encontrada na gaveta de Beethoven uma carta de despedida. “Era impossível para ele viver sem a audição.

    Mas toma a decisão de não pôr fim à própria vida por acreditar que ainda tinha muito a deixar para a humanidade e coloca sua existência a serviço da arte”. Segundo o maestro, a partir da terceira sinfonia, chamada de Heroica, o artista inaugura um tipo de drama musical, em que a tragédia humana está presente e é sempre superada. “O ser humano sempre vence no final. Beethoven era contemporâneo de uma época de muita crença na racionalidade e na capacidade humana”, completa.

    A peça de abertura do concerto é a célebre Sonata ao Luar, original para piano solo, mas que, nesta apresentação, traz orquestração inédita fundindo cordas e piano.

    O arranjo do primeiro movimento é autoria de Felipe Magalhães: “o público assiste, pela primeira vez, as cordas em junção com o piano nesta obra”.

    O segundo movimento da Sonata é executado em versão somente para cordas, com arranjo de J. Kowalewski. O terceiro será com piano solo, como no original de Beethoven. A solista convidada é a exímia pianista Elisa Galeano. Já Romance para violino e orquestra Nº 2, Op. 50 tem adaptação para orquestra de cordas escrita por William Barros, instrumentista da Musicoop.

    O violino solo fica a cargo de Rodrigo Oliveira, integrante da Orquestra Filarmônica, que tem se revelado no meio erudito. A obra Quarteto de Cordas Op. 131 foi composta nos últimos anos de vida de Beethoven, quando já estava completamente surdo.

    “Os últimos quartetos de cordas são de uma profundidade criativa que transcende a música de sua época, mas que, ao mesmo tempo, demonstram um elaboradíssimo rigor harmônico e formal, onde todos os elementos relacionam entre si, de maneira orgânica e natural. Verdadeiras obras-primas”, comenta o maestro. A orquestra fará os dois últimos movimentos do quarteto em versão para orquestra de cordas.

    O encerramento do concerto traz arranjo inédito tocado pelo grupo convidado Quarteto Trombominas.

    O medley de temas de Beethoven “Beethoven 250” passeia por várias obras-primas do mestre alemão, fundindo as cordas ao quarteto de trombones. “Foi Beethoven que inseriu os Trombones na Orquestra como naipe independente, no último movimento de sua 5o Sinfonia”, explica o arranjador da obra, Gilson Silva.