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  • Lançamento do livro: ‘Quando a vida dá o tom’, da autora Adriana Figueiredo
    Lançamento do livro: ‘Quando a vida dá o tom’, da autora Adriana Figueiredo
    Lançamento do livro: ‘Quando a vida dá o tom’, da autora Adriana Figueiredo

    O Centro Cultural UFMG convida para o lançamento do livro ‘Quando a vida dá o tom’, da autora Adriana C. A. Figueiredo, na quinta-feira, dia 28 de novembro de 2024, das 18h30min às 20h30min. 

    A obra é um romance de ficção que narra a jornada da jovem Marianne, negra, moradora de uma comunidade no Rio de Janeiro, que apesar de todas as impossibilidades se vê em Nova Iorque como bolsista da Juilliard School, a maior escola de arte do mundo.

     A entrada é gratuita, com classificação livre.

  • “Revelações do Imaginário Mágico”, do jornalista Valério Azevedo, será lançado no dia 31 de agosto em Belo Horizonte
    “Revelações do Imaginário Mágico”, do jornalista Valério Azevedo, será lançado no dia 31 de agosto em Belo Horizonte
    Lançamento do livro: Revelações do Imaginário Mágico”, de Valério Azevedo

    O livro “Revelações do Imaginário Mágico” reúne contos de fantasia e ficção científica recuperados de uma página da internet que foi perdida com a extinção da plataforma que a hospedava. Era a página “A Existência Virtual de vanaweb, o Robô”, publicada pela primeira vez em dezembro de 2005, e desaparecida em 2012. Foram necessários cinco anos de intensas buscas para que o autor, o jornalista e produtor eletrônico Valério Azevedo resgatasse de discos rígidos avariados, disquetes obsoletos e velhos CDs, boa parte das publicações perdidas.

  • Lançamento do livro “Sá Dona Avó”, de Valderez Valle

    Formada em Pedagogia pela UFMG, na década de 50, época em que as mulheres eram criadas “pra casar”, a autora participou do movimento de alfabetização de adultos com o grupo Paulo Freire e a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil. Para ela, a educação era, já naqueles anos, o caminho para melhorar os homens e o mundo. Em pleno regime militar, foi a mais nova jovem a trabalhar na progressista escola Israelita Brasileira, hoje Escola Albert Einstein, que abriu as portas da inclusão compartilhada entre a comunidade judaica e não judaica de Belo Horizonte. Co-fundou e dirigiu o Instituto Brasileiro Edouard Claparède, a primeira escola que incluía “crianças diferentes” no ensino, com uma grade multidisciplinar comum a todos os alunos, aqueles “que pareciam ter problemas” e os ditos “normais”. Para ela, há décadas, a inclusão e a igualdade eram garantidas com o respeito pelas diferenças.   www.facebook.com/meupatiosavassi