Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Manhãs Musicais: 60 anos da FEA
    Manhãs Musicais: 60 anos da FEA
    Manhãs Musicais: 60 anos da FEA

    Em 8 de maio de 1963, a Fundação de Educação Artística (FEA) foi formalmente criada por um grupo de músicos de Belo Horizonte e deu início a um longa trajetória que se mistura com a história da música da cidade.

    Dedicada à educação e difusão musical, a FEA já formou milhares de alunos, muitos dos quais em programas de bolsas.

    A instituição sem fins lucrativos se mantém como um centro de pesquisa e experimentação musical, com um corpo docente que tem se renovado ao longo dos anos, sempre em busca de excelência.

    Com milhares de concertos realizados em Belo Horizonte e no interior do estado, a FEA acumula uma experiência única no fomento à música no país.

    Como escola livre, desenvolve projetos em parcerias com outras instituições para levar o ensino de música a jovens carentes e locais de difícil acesso à cultura.

    Para comemorar a data, será realizada uma série de atividades ao longo de 2023, com destaque para a série de concertos Manhãs Musicais. Além dessa série, que também celebra 60 anos, a FEA vai acolher a série Eufonias, de concertos de parceiros da instituição.

    A cerimônia de abertura será no próximo dia 7 de maio (domingo), às 11h, na Sala Sergio Magnani, com um concerto em que serão apresentadas duas obras de Ravel e uma de Vivaldi.

    A apresentação presta homenagem aos milhares de alunos que passaram pela Fundação ao longo dessas seis décadas e conta com a participação de alguns ex-alunos e professores. Para representar o corpo de ex-alunos, o destaque será a soprano Nabila Dandara.

  • Manhãs Musicais: "Clarineta e Trio de Cordas " - FEA
    Manhãs Musicais: "Clarineta e Trio de Cordas " - FEA
    Manhãs Musicais: "Clarineta e Trio de Cordas " - FEA

    Na próxima edição das Manhãs Musicais a Sala Sergio Magnani recebe o grupo de Clarineta e Trio de Cordas composto por Iura de Rezende, Camilla Ribeiro, Flávia Motta e Rodrigo de Oliveira.

    Iura de Rezende é professor de clarineta na Universidade Federal de São João Del Rei. Como solista, atuou com várias orquestras no Brasil e na Europa, e como camerista, tem se apresentado em recitais e festivais pela Europa, Estados Unidos e América do Sul.

    Em 2020, foi um dos vencedores do prêmio Funarte “Respirarte”.

    Formada pela Academia de Música da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Camilla Ribeiro é integrante do naipe de violoncelos da Filarmônica MG e também faz parte do Quarteto Guignard.

    Flávia Motta é integrante do naipe de violas da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde 2013.

    Fundadora e membro do Quarteto Boulanger, a musicista lançou um CD com obras de Harry Crowl em 2019 e ainda este ano lançará o segundo álbum, com obras encomendadas a cinco compositoras brasileiras.

    Desde 2010 Rodrigo de Oliveira é integrante da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais.

    Nas plataformas digitais, tem realizado gravações de performances com destacado nível técnico e artístico promovendo a música de concerto.

    Domingo, 10 de julho, às 11h.

    Guarde essa data e aproveite as apresentações das Manhãs Musicais

  • Manhãs Musicais com CELSO FARIA
    Manhãs Musicais com CELSO FARIA
    Manhãs Musicais com CELSO FARIA

    Será no dia 22 de setembro, domingo, na Sala Sérgio Magnani da Fundação de Educação Artística, o lançamento do CD Recital Mineiro, com registros inéditos de obras de Carlos Alberto Pinto Fonseca e Arthur Bosmans. Esta é a primeira vez que os Sete Estudos Brasileiros, de Carlos Alberto Pinto Fonseca, e a suíte Brasileiras, de Arthur Bosmans, são gravados de forma integral. Existiria um sotaque próprio paro o violão quando o repertório é mineiro? De acordo com o músico Celso Faria, pelas especificidades regionais de Minas Gerais, a musicalidade secular de seu povo e a plasticidade do próprio instrumento, sim, existe um violão mineiro. Nascido em Passos/MG, Celso Faria tem uma reconhecida trajetória como violonista e pesquisador. Além de recitais e solos orquestrais, ele conta com mais de 130 títulos de obras a ele dedicadas, encomendadas, transcritas ou arranjadas. Já o álbum Recital Mineiro - obras de Carlos Alberto Pinto Fonseca e Arthur Bosmans é um disco independente e marcado por um estreito laço com o berço de sua formação musical. No concerto do dia 22, Faria irá interpretar uma multiplicidade de sotaques, com obras de compositores da Espanha, Alemanha, Paraguai, Bélgica, até chegar ao Brasil e em Minas Gerais.