Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Mostra apresenta histórias de mestres da cultura popular de Belo Horizonte premiados em 2020

    Samba, festa junina, capoeira, literatura de cordel, cultura indígena e medicina popular. Esses são alguns exemplos da diversidade da cultura popular e tradicional presente na capital mineira, refletida na Mostra da Cultura Popular do Circuito Municipal de Cultura. 

    Entre os dias 27 e 30 de abril, a mostra apresenta os vencedores e vencedoras do “4º Prêmio Mestres da Cultura Popular de Belo Horizonte”, que compartilharão suas trajetórias em vídeos publicados no site da Fundação Municipal de Cultura e nas redes sociais do Circuito. O Circuito Municipal de Cultura é realizado pela Secretaria Municipal de Cultura (SMC) e pela Fundação Municipal de Cultura (FMC), em parceria com o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (CIRC). 

    Serão três episódios na programação, que dividem os 25 premiados de 2020 em blocos e têm como mestre de cerimônia um deles, o cordelista Cascão. Os vídeos, que têm aproximadamente 40 minutos e trazem cerca de oito mestres e mestras cada, apresentam a história dos contemplados dentro de suas linguagens artísticas e manifestações populares e tradicionais. Em entrevistas, narram suas trajetórias e contam porque é tão importante serem reconhecidos como mestres e mestras da cultura popular em Belo Horizonte.

    O primeiro vídeo apresenta, no dia 27, às 12h, Mãe Dulce (Umbanda), Mestre Dunga (Capoeira), Mestre Raimundo Nonato (Samba), Mestra Irene (Folia de Reis), Mestre Tizumba (Congado), Mestre Hélio (Congado), Mestre Eni Carajá (indígena) e Mestre Pelé (Marcador de Quadrilha e Congado). O segundo episódio vai ao ar no dia 28, também às 12h, e conta com a participação do Mestre Zé Francisco (Congado), Mestra Dona Ana Eliza (Samba), Mestre Sidney (Candomblé), Mestra Dona Ione (Benzedeira Quilombola) Mestre Max Borges (Palhaço), Capitã Maria (Congado), Mestre Mão Branca (Capoeira) e Pai Ricardo (Umbanda). Já o terceiro e último episódio será exibido no dia 29, no mesmo horário dos dias anteriores, e traz Dona Palmira (Folia de Reis), Mãe Adriana (Umbanda), Capitão Geraldo (Congado), Mestre Marcos (Brincante), Mestre João (Capoeira), Belinha (Congado), Pai Joviano (Omolokô) e Maria Gonçalves (Brincante de Roda). 

    Além dos episódios, a programação contará com pílulas audiovisuais curtas, de até 4 minutos, que trazem mais diversidade à Mostra. A intenção foi apresentar as linguagens artísticas de dois mestres e duas mestras, que promovem apresentações virtuais. A primeira pílula, que vai ao ar no dia 27, às 18h, apresenta Dona Eliza, pérola do samba de BH. No dia 28, no mesmo horário, é a vez de conhecer a trajetória de Dona Maria Gonçalves, do grupo Meninas de Sinhá. Já no dia 29, quem mostra seu talento é Mestre Dunga, um dos precursores da capoeira na cidade. E, no dia 30, é a vez de Maurício Tizumba, congadeiro, multi-artista e figura fundamental para a cultura negra da capital. 

    Sobre o “Prêmio Mestres da Cultura Popular de Belo Horizonte” 

    O “Prêmio Mestres da Cultura Popular”, realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, busca identificar, reconhecer, valorizar e divulgar a atuação de pessoas que sejam herdeiras de saberes de diferentes vertentes da cultura popular e tradicional.

    Os contemplados detêm notório conhecimento, longa permanência na atividade cultural e são reconhecidos por sua própria comunidade como referência na transmissão e perpetuação de saberes, celebrações e formas de expressão que compõem o patrimônio cultural imaterial da nossa cidade. Os selecionados recebem um prêmio no valor de R$15 mil, além do título de Mestre da Cultura Popular de Belo Horizonte. 

    Em 2020, foram 93 inscritos e 25 trajetórias contempladas, número oito vezes maior que a edição anterior, somando R$375 mil em premiações e evidenciando o reconhecimento do poder público à importância das culturas populares. 

    “Os selecionados desta edição mostram como a cultura popular é presente em Belo Horizonte, com uma variedade grande de expressões. Estamos falando de uma cidade marcada pela ideia de modernidade, mas que também traz forte a questão da tradição, da herança cultural”, destaca Françoise Jean de Oliveira Souza, diretora de Patrimônio Cultural e Arquivo Público da Fundação Municipal de Cultura. 

    “São práticas culturais que não passam, inicialmente, pela sistematização do saber acadêmico e pela cultura letrada. As práticas desses mestres se formam e são transmitidas no âmbito da vivência e da oralidade e estão fortemente vinculadas a determinadas populações e saberes, sendo, desse modo, essenciais para a manutenção da tradição e pelo zelo com a memória”, conclui a diretora.

  • Mostra apresenta histórias de mestres da cultura popular de Belo Horizonte premiados em 2020

    Samba, festa junina, capoeira, literatura de cordel, cultura indígena e medicina popular. Esses são alguns exemplos da diversidade da cultura popular e tradicional presente na capital mineira, refletida na Mostra da Cultura Popular do Circuito Municipal de Cultura. 

    Entre os dias 27 e 30 de abril, a mostra apresenta os vencedores e vencedoras do “4º Prêmio Mestres da Cultura Popular de Belo Horizonte”, que compartilharão suas trajetórias em vídeos publicados no site da Fundação Municipal de Cultura e nas redes sociais do Circuito. O Circuito Municipal de Cultura é realizado pela Secretaria Municipal de Cultura (SMC) e pela Fundação Municipal de Cultura (FMC), em parceria com o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (CIRC). 

    Serão três episódios na programação, que dividem os 25 premiados de 2020 em blocos e têm como mestre de cerimônia um deles, o cordelista Cascão. Os vídeos, que têm aproximadamente 40 minutos e trazem cerca de oito mestres e mestras cada, apresentam a história dos contemplados dentro de suas linguagens artísticas e manifestações populares e tradicionais. Em entrevistas, narram suas trajetórias e contam porque é tão importante serem reconhecidos como mestres e mestras da cultura popular em Belo Horizonte.

    O primeiro vídeo apresenta, no dia 27, às 12h, Mãe Dulce (Umbanda), Mestre Dunga (Capoeira), Mestre Raimundo Nonato (Samba), Mestra Irene (Folia de Reis), Mestre Tizumba (Congado), Mestre Hélio (Congado), Mestre Eni Carajá (indígena) e Mestre Pelé (Marcador de Quadrilha e Congado). O segundo episódio vai ao ar no dia 28, também às 12h, e conta com a participação do Mestre Zé Francisco (Congado), Mestra Dona Ana Eliza (Samba), Mestre Sidney (Candomblé), Mestra Dona Ione (Benzedeira Quilombola) Mestre Max Borges (Palhaço), Capitã Maria (Congado), Mestre Mão Branca (Capoeira) e Pai Ricardo (Umbanda). Já o terceiro e último episódio será exibido no dia 29, no mesmo horário dos dias anteriores, e traz Dona Palmira (Folia de Reis), Mãe Adriana (Umbanda), Capitão Geraldo (Congado), Mestre Marcos (Brincante), Mestre João (Capoeira), Belinha (Congado), Pai Joviano (Omolokô) e Maria Gonçalves (Brincante de Roda). 

    Além dos episódios, a programação contará com pílulas audiovisuais curtas, de até 4 minutos, que trazem mais diversidade à Mostra. A intenção foi apresentar as linguagens artísticas de dois mestres e duas mestras, que promovem apresentações virtuais. A primeira pílula, que vai ao ar no dia 27, às 18h, apresenta Dona Eliza, pérola do samba de BH. No dia 28, no mesmo horário, é a vez de conhecer a trajetória de Dona Maria Gonçalves, do grupo Meninas de Sinhá. Já no dia 29, quem mostra seu talento é Mestre Dunga, um dos precursores da capoeira na cidade. E, no dia 30, é a vez de Maurício Tizumba, congadeiro, multi-artista e figura fundamental para a cultura negra da capital. 

    Sobre o “Prêmio Mestres da Cultura Popular de Belo Horizonte” 

    O “Prêmio Mestres da Cultura Popular”, realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, busca identificar, reconhecer, valorizar e divulgar a atuação de pessoas que sejam herdeiras de saberes de diferentes vertentes da cultura popular e tradicional.

    Os contemplados detêm notório conhecimento, longa permanência na atividade cultural e são reconhecidos por sua própria comunidade como referência na transmissão e perpetuação de saberes, celebrações e formas de expressão que compõem o patrimônio cultural imaterial da nossa cidade. Os selecionados recebem um prêmio no valor de R$15 mil, além do título de Mestre da Cultura Popular de Belo Horizonte. 

    Em 2020, foram 93 inscritos e 25 trajetórias contempladas, número oito vezes maior que a edição anterior, somando R$375 mil em premiações e evidenciando o reconhecimento do poder público à importância das culturas populares. 

    “Os selecionados desta edição mostram como a cultura popular é presente em Belo Horizonte, com uma variedade grande de expressões. Estamos falando de uma cidade marcada pela ideia de modernidade, mas que também traz forte a questão da tradição, da herança cultural”, destaca Françoise Jean de Oliveira Souza, diretora de Patrimônio Cultural e Arquivo Público da Fundação Municipal de Cultura. 

    “São práticas culturais que não passam, inicialmente, pela sistematização do saber acadêmico e pela cultura letrada. As práticas desses mestres se formam e são transmitidas no âmbito da vivência e da oralidade e estão fortemente vinculadas a determinadas populações e saberes, sendo, desse modo, essenciais para a manutenção da tradição e pelo zelo com a memória”, conclui a diretora.

  • Mostra: "Aquarelas Recentes" de José Alberto Nemer - FCS
    Mostra: "Aquarelas Recentes" de José Alberto Nemer - FCS
    Mostra: "Aquarelas Recentes" de José Alberto Nemer - FCS

    Após ocupar o Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, e a Fundação Iberê, em Porto Alegre, a exposição Nemer – aquarelas recentes chega ao Palácio das Artes.

    A partir do dia 19 de abril até 5 de junho de 2022, a Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard recebe as formas orgânicas e geométricas do artista mineiro José Alberto Nemer, expressadas por meio de uma coleção de telas criadas durante dois anos de trabalho, a maior parte durante o período de isolamento social.

    Com curadoria de Agnaldo Farias, a mostra itinerante reúne trabalhos inéditos – 30 obras em dimensões médias e grandes, e uma série de 23 conjuntos, intitulada Geometria Residual, que reúne aquarelas pequenas e fotografias.

    Pertencente à geração dos chamados Desenhistas Mineiros, que se afirmou no cenário da arte brasileira, a partir da década de 1970, Nemer ocupa mais uma vez a Grande Galeria com uma individual.

    Além de apresentar um trabalho virtuoso, a exposição reafirma a importância de uma mostra que dá vazão exclusiva à expressão artística da aquarela, a qual Nemer mostra brilhante domínio.

    Para Agnaldo Farias, os trabalhos de Nemer propiciam um intermitente confronto entre uma orientação construtiva e um impulso orgânico.

    Diluídos na água, seus pigmentos correm pela folha, adivinhando suas minúsculas fissuras e revelando o acidentado da topografia do papel.

    Produzidas sobre papel francês, as aquarelas revelam quadrados, retângulos, grelhas, hachuras, círculos, trapézios, elipses, cruzes e arcos, que se entrelaçam em diferentes formatos e configurações.

    Nemer – aquarelas recentes consolida a bem-sucedida iniciativa de estimular e divulgar as artes visuais mineiras, campo no qual Minas Gerais alcança destaque histórico no país.

    Ministério do Turismo, Governo de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, por meio da Fundação Clóvis Salgado, apresentam a exposição Nemer – aquarelas recentes, que tem correalização da APPA - Arte e Cultura, patrocínio máster da Cemig, ArcellorMittal, Instituto Unimed-BH, AngloGold Ashanti e Usiminas, e patrocínio prata da Vivo, por meio das Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura.

    Tem apoio cultural do Instituto Hermes Pardini.