Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Mostra Desbasket das EXcluídas BH
    Mostra Desbasket das EXcluídas BH
    Mostra Desbasket das EXcluídas BH

    O Desbasket das EXcluídas BH é uma ação performática que usa o esporte como manifestação da diversidade dos corpos, que aborda o direito à habitação na cidade, o direito ao espaço em tempos de intolerância. A ação é a segunda mostra promovida e elaborada pelas alunas e alunos do PIIM - Programa Intensivo de Investigação e Montagem, que selecionou através de um edital, jovens entre 17 e 25 anos, interessados em pesquisa e criação na área da dança, incluindo outras manifestações artísticas do corpo. O projeto, criado pelo multi-artista Guilherme Morais, além das aulas, proporciona aos alunos a experiência de propor a apresentar mostras com os mais variados temas, que tem em comum a convivência entre as diferenças. A nova mostra conta também com parceria internacional, conforme explica Guilherme: “Essa proposta tem uma parceria com o Festival Pedras 19, de Lisboa, que faz parte de outro centro de formação livre em dança e performance. o CEM – (Centro em Movimento), através da parceria do artista Bernardo RB, Belo-horizontino radicado em Lisboa e provocador do CEM”, diz. O Desbasket das Excluídas será apresentado em 2 seções, no dia 25 de setembro, sendo a primeira às 16h no CRJ – Centro de Referencia da Juventude e a segunda às 17h, debaixo do viaduto do Santa Tereza. “Ás 15h teremos uma pratica de desmontaria, que seria uma montaria de figurino, acessórios, maquiagens tudo coletivo, no intuito de uma desconstrução da normatividade”, conclui Guilherme Morais.

  • Mostra: “Deserto Fértil” - Casa GAL
    Mostra: “Deserto Fértil” - Casa GAL
    Mostra: “Deserto Fértil” - Casa GAL

    A mostra “Deserto Fértil” ocupa todo o primeiro andar da Casa GAL, reunindo mais de 30 obras produzidas entre 2012 e 2021 pela artista Carolina Botura, em diversas mídias incluindo pintura, escultura, fotografia, vídeo, além de instalações e obras digitais.

    Ao longo desse período de pandemia, Botura aprofundou sua pesquisa em torno da criação contida nos ciclos da vida, e o poder da nossa relação com o verde, a natureza e o meio ambiente como um todo.

    Uma seleção dessas obras foi apresentada na exposição virtual Na Boca da Mata Ah, com curadoria de Marina Camâra, entre agosto e setembro deste ano, parte da programação da Piccola Galleria, na Casa Fiat de Cultura.

    “Por se tratar de um tema tão pertinente para os dias atuais, acreditamos que seria importante expandir essa discussão e abrir a Casa GAL com Deserto Fértil” explica Laura Barbi, da GAL.

    Assim, o publico tem oportunidade de ver ao vivo toda a potencia do trabalho de Botura. Mais sobre a exposição abaixo.

  • Mostra de Solos: “Subjetividades Dançantes”
    Mostra de Solos: “Subjetividades Dançantes”
    Mostra de Solos: “Subjetividades Dançantes”

    A potência da improvisação em dança de um lado e a força poética do cinema de outro. Esse encontro de linguagens é o que o público confere na mostra de solos em videodança “Subjetividades Dançantes”, exibida nos próximos dias 17 e 18 de junho. 

    Em cena, onze mulheres, onze diferentes modos de dançar, em onze expressões artísticas. As filmagens foram feitas em locações que dialogam com Belo Horizonte e valorizam pontos turísticos da capital, como Parque Municipal, Praça do Papa, Lagoa da Pampulha e Praça da Liberdade. Há ainda outras cenas, na região metropolitana, como na Serra do Cipó. 

    A mostra de solos foi criada, em 2017, pela fundadora da Kinesis Dança.Expressão.Arte, Renatha Maia, diretora do primeiro espaço de dança de Belo Horizonte, totalmente voltado para a improvisação. A ideia de Renatha, com a mostra, é romper com a lógica da solista, em que, tradicionalmente, apenas uma bailarina se destaca nos espetáculos e demonstrar, justamente o contrário: qualquer mulher pode expressar seus desejos, histórias e mensagens, por meio da dança, de modo único e autoral. A improvisação, estilo de dança que guia a Kinesis, é a base das criações.

    Nas primeiras edições, a mostra foi apresentada no palco, com grande retorno de público, mas, em 2020, com a pandemia de Covid- 19, a proposta ganhou nova linguagem, a partir da parceria com o cinegrafista e fotógrafo Gilberto Goulart, profissional com larga experiência em registrar dança em imagens, que trabalhou, entre outros, com a Fundação Clóvis Salgado, Mimulus Cia de Dança, Cia Ananda, Corpolítico e diversos artistas da dança de Belo Horizonte.

    Depois de mais 30 horas de gravações e um meticuloso trabalho de edição, em busca de detalhes e planos que valorizem os movimentos e mensagens das bailarinas e de uma conexão entre as singularidades dançadas, o resultado é uma primorosa obra audiovisual.