Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Flyer virtual com nome, data, local e horários das apresentações
    Flyer virtual com nome, data, local e horários das apresentações
    Mostra ECOS - Recital pela Vida

    O Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado recebe nos dias 23 e 24 de outubro, o Recital Mostra ECOS 2021.

    A Mostra ECOS 2021 - Recital pela vida - será uma mostra musical de alunos e professores da escola de música ECOS. A escola completa neste ano de 2021, oito anos dedicados à educação musical de qualidade. O projeto oferecerá 05 apresentações, agregando valores como conhecimento e cultura para toda a comunidade, valorizando o trabalho de músicos, professores e mais de 200 alunos. O recital também será uma homenagem a todos profissionais da saúde, celebrando a vida através da música. 

    RECITAL
    DIREÇÃO - Adonay das Neves e Aldemir Teles 

    Dia 23 (sábado)
    17hs / Apresentação de Violão
    19hs / Apresentação de Bateria e Guitarra

    Dia 24 (domingo)
    10hs e 17hs / Apresentação de Piano
    19hs / Apresentação de Violino e Canto

    Ingressos: Site e Bilheteria do teatro - R$20 (inteira) / R$10 (meia)
    Classificação: Livre
    Duração: 60 min
     

     

  • MOSTRA EDUCATIVA “ROSTOS DA PAMPULHA” VOLTA A VALORIZAR PERSONAGENS QUE FIZERAM HISTÓRIA NA REGIÃO

    Como parte da programação de atividades educativas contínuas realizada pela Casa do Baile - Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design, foram entregues novos cubos da ação “Rostos da Pampulha”. Na segunda edição, o material incorpora outros personagens que fizeram parte da história e da construção do território Pampulha.

    A proposta da mostra educativa é valorizar personagens que integraram a trajetória da região, como os primeiros moradores, gestores públicos, artistas e operários, conhecidos ou não pela população. Eles estampam as faces de cubos que podem ser manuseados pelos visitantes, sem a necessidade de agendamento.

    Outras ações são promovidas pela Casa do Baile de maneira regular, como a visita mediada “Casa Adentro”. Ela aborda, de maneira aprofundada, a arquitetura, o paisagismo e a história do espaço e sua inserção no Conjunto Moderno da Pampulha. Em todas as sextas-feiras e nos últimos sábados e domingos do mês, exceto feriados, às 10h e às 16h, as visitas são realizadas com duração média de uma hora.

    A equipe educativa da unidade museal também oferece visitas mediadas para o público em geral. História, elementos da arquitetura e do jardim do espaço, além da exposição que esteja em cartaz, são temas pautados na atividade, realizada de quarta a domingo, das 10h às 18h, de acordo com a disponibilidade dos mediadores.

    Outra atividade educativa realizada pela Casa do Baile é “Caminhos Arquitetônicos”, em trajetos que partem do equipamento museal com a proposta de leitura da paisagem, identificando os seus principais componentes e sua transformação ao longo da história da cidade. As caminhadas são realizadas sempre nas últimas quartas-feiras do mês (exceto feriados). Para participar da visita “Casa Adentro” e “Caminhos Arquitetônicos”, a inscrição deve ser feita pelo e-mail cb.fmc@pbh.gov.br.

  • Mostra “E eu não sou uma mulher?” - BDMG Cultural
    Mostra “E eu não sou uma mulher?” - BDMG Cultural
    Mostra “E eu não sou uma mulher?” - BDMG Cultural

    De 5 de agosto a 5 de setembro, o BDMG Cultural realiza a exposição “E eu não sou uma mulher?”, das artistas Lucimélia Romão e Jessica Lemos, na Galeria de Arte e na plataforma virtual exclusiva mostrasbdmgcultural.org.

    A dupla apresenta uma série de fotoperfomances e instalações, pautando temas e questões caras às mulheres negras, como colorismo e impactos do racismo e de diversas opressões. 

    A frase que intitula a exposição como um todo, “E eu não sou uma mulher?”, é originalmente da abolicionista afro-americana Sojourner Truth, ativista dos direitos das mulheres que viveu entre 1797 e 1883, nos Estados Unidos.

    A pergunta emblemática é parte de um discurso proferido em 1851, em uma convenção feminista em Ohio, chamando atenção para as reivindicações específicas de mulheres negras e racializadas, muito distintas das questões de mulheres brancas, sobretudo de classe média.

    “Essa exposição traz, justamente, questões e anseios de muitas mulheres negras, por isso a frase proferida por ela foi considerada por nós o título ideal para exposição”, explicam as artistas .

    O debate levantado por Sojourner Truth há mais de uma centena de anos se materializa no conjunto de obras das artistas, dialogando e traçando novas narrativas negras sob uma perspectiva afro diaspórica, explicam.

    “Se materializa, por exemplo, nas fotografias apresentadas em tecido, que ressaltam a textura e contraste entre peles que se encontram, construindo uma identidade em recortes; na instalação sonora, em que trazemos a voz das mulheres fotografadas falando sobre como os tons de sua pele afetam sua subjetividade; na fotoperformance Mulher de Pau, que questiona e nega o lugar de servidão atribuído à mulher negra e mais”, afirmam. Jessica Lemos nasceu na Bahia e Lucimélia Romão em São Paulo.

    Se conheceram, porém, em São João del Rei, no interior de Minas Gerais, quando as duas estudavam na Universidade Federal de São João del Rei.

    Em 2018, as artistas reúnem pesquisas em comum, a baiana pela linguagem da fotoperformance e a paulista pela performance em si, para desenvolver o trabalho Mulher de Pau, uma das obras que ocupa a Galeria de Arte do BDMG Cultural.

    Na performance, a colher de pau é como parte do corpo da artista, em alusão a precarização da força de trabalho de mulheres negras e da invisibilização de suas pautas. “Mulher de Pau é essencial para pensar como nossa sociedade digere o racismo de maneira fácil, fechando os olhos para o extermínio físico e subjetivo da população negra”, dizem.

    Para a pesquisadora, performer e dramaturga Nina Caetano, que assina o texto de curadoria da mostra, "a exposição vai além da contemplação.

    Ela produz experiência e pede escuta”. O mais importante, para as artistas, é que a potência das discussões levantadas pelas obras cheguem ao público: “desejamos que as pessoas consigam refletir sobre os impactos do racismo e das diversas opressões na vida de mulheres negras, para que novas experiências sejam produzidas.

    É uma cura gradual de nossas gerações”, concluem.