Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Mulher negra, de colar e cabelos soltos
    Mulher negra, de colar e cabelos soltos
    MUVUCA ARTÍSTICA - “Muvuca nº 03”


    Foto: Lilian Dias


    Apresentação do espetáculo “Muvuca nº 03”. Muvukêra: Dione Carlos (SP). Muvucandes (em ordem alfabética): Alisson Damasceno  (BH), Eugênio Clavelles (Cuba/Brasil), Irma Ferreira (BA), Kainná Tawa (BH), Lira Ribas (BH), Lucas dos Prazeres (PE), Michele Bernardino (BH), Richard Neves (BH).

    A edição 2021 do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte apresenta como novidade as Muvucas Artísticas, com quatro grandes encontros entre artistas de diferentes linguagens. Durante três dias, artistas de diferentes áreas, os Muvucandes, criam em conjunto, sob a condução de uma pessoa referência na direção artística brasileira, Muvukêra ou Muvukêro. Na noite do terceiro dia o público é convidado a compartilhar da experiência.

    A Muvuca Nº03 é realizada, sob a direção da atriz, dramaturga, roteirista e curadora de São Paulo Dione Carlos, sendo uma Muvuca Dramatúrgica. “Um encontro entre potências criativas coexistindo dentro de um mesmo espaço, gerando uma experiência sensível baseada na partilha de saberes-sons-sabores”, explica a diretora.

    Toda a programação do FAN BH 2021 é gratuita. O evento é realizado cumprindo todos os protocolos de combate à covid-19 vigentes em Belo Horizonte. O festival é uma realização da Prefeitura de Belo Horizonte, a partir da Secretaria Municipal de Cultura, Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (CIRC).

    Classificação: Livre

  • Homem negro de braços cruzados e sorridente
    Homem negro de braços cruzados e sorridente
    MUVUCA ARTÍSTICA - “Muvuca nº 04”


    Foto: Divulgação

    Apresentação do espetáculo Muvuca Nº 04. Muvukêro: Zebrinha (BA). Muvucandes: Farley Lucas (BH), Galha( BH), Ìdòwú Akínrúlí (Nigeria /Brasil), Jeiza da Pele Preta (BH), Juliana Floriano (BH), Leo Alabê (BH), Maíra Freitas (RJ), Ricardo Campos (BH), Suellen Sampaio (BH), Vic Alves (BH).


    As Muvucas Artísticas são processos de criação coletiva, dentro do FAN BH, que resultam em espetáculos inéditos. Durante três dias, artistas de diferentes áreas, os Muvucandes, criam em conjunto, sob a condução de uma pessoa referência na direção artística brasileira, Muvukêra ou Muvukêro. Na noite do terceiro dia o público é convidado a compartilhar da experiência.

    Nesta Muvuca, o diretor Zebrinha propõe, por meio da utilização das técnicas e estilos de danças de matriz africana, trabalhar um vocabulário de movimentos baseados nos legados deixados pelos povos africanos bantos, yorubá e mina ou gêge. A ideia é, por meio da mitologia africana, com seus deuses e suas danças, criar personagens a partir dos arquétipos e movimentos desses mesmos deuses.

    Toda a programação do FAN BH 2021 é gratuita. O evento é realizado cumprindo todos os protocolos de combate à covid-19 vigentes em Belo Horizonte. O festival é uma realização da Prefeitura de Belo Horizonte, a partir da Secretaria Municipal de Cultura, Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (CIRC).

    Classificação: Livre

  • Homem negro, sorridente, tocando cavaquinho
    Homem negro, sorridente, tocando cavaquinho
    MUVUCA JAMba com: Macondos, Leonardo Brasilino, Pablo Dias (BH)

    Foto: Enan Correia

    Participação Virtual: Cheny Wa Gune (Moçambique)

    O Muvuca JAMba reúne diversos artistas que prometem embalar os participantes da 11ª edição do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte - FAN BH, no Mercado da Lagoinha.

    A Banda Macondos e seus integrantes fazem parte da "Muvuca JAMba". Macondos é formada por Marcelo Dai (bateria/voz), Aloízio Horta (baixo), João Gabriel (guitarra), Lucas De Moro (teclado), Daniel Guedes (percussão), Pedro Aristides (trombone), Pedro Mota (trompete) e Vinicius Augustus (saxofones/flauta). O grupo traz, no seu repertório, músicas inéditas e autorais, com ricas nuances e texturas musicais que perpassam do jazz à salsa, do afrobeat ao carimbó, tornando acessível o que normalmente é considerado seleto/sofisticado.

    Leonardo Brasilino apresenta ao público suas múltiplas facetas como trombonista em seu show Terra Brasilinis. O repertório do show vai do jazz ao samba, do forró ao funk, sendo composto por músicas do seu primeiro álbum lançado em 2016  e outras que são referências  de mais de 30 anos de carreira. Brasilino é acompanhado por Leo Pires na bateria,  Fabio Martins e Maurílio Badá na percussão, Fred Natalino no teclado, Bruno Veloso no contrabaixo e Sami Erik Guitarra.

    Pablo Dias, é cavaquinista e sua representatividade musical, advém das suas raízes africanas e também, da pluralidade contextual ao qual o seu instrumento, o cavaquinho, está inserido. Ele também integra a Muvuca JAMba.

    A apresentação ainda tem a participação internacional de Cheny Wa Gune, de Moçambique. Compositor, vocalista, percussionista, multi-instrumentista e produtor musical, ele participa de forma online da atividade.

    Toda a programação do FAN BH 2021 é gratuita. O evento é realizado cumprindo todos os protocolos de combate à covid-19 vigentes em Belo Horizonte. O festival é uma realização da Prefeitura de Belo Horizonte, a partir da Secretaria Municipal de Cultura, Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (CIRC).