Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • “Caminho dos Orixás: Resistência e Ancestralidade”
    “Caminho dos Orixás: Resistência e Ancestralidade”
    Oficina “Caminho dos Orixás: Resistência e Ancestralidade”

    A partir da cultura e cosmologia Yorubá, a atividade abordará a origem dos Orixás, de que modo suas histórias atravessaram o Atlântico junto com o povo negro escravizado e como elas continuam a resistir e a se renovar no Brasil. A oficina também irá propor uma roda de conversa intitulada “Isso é macumba?”, que abordará dúvidas sobre religiões de matriz africana, como a Umbanda e o Candomblé, promovendo a valorização da cultura afro-brasileira e contribuindo para o combate aos estigmas propagados pela intolerância religiosa. 

    Quando: 10/11 (domingo), às 15h – Ingressos emitidos 2h antes da atividade

    Público: Todos os públicos, a partir de 05 anos

    Duração aproximada: 1h

    Número de vagas: Até 20 participantes

    Onde: Espaço do Conhecimento UFMG – Praça da Liberdade, 700 – Funcionários

  • Foto do prédio do Espaço do Conhecimento UFMG. Edifício com fachada de vidro em tom azul claro, nome do local escrito em placa retangular fixa ao chão.
    Foto do prédio do Espaço do Conhecimento UFMG. Edifício com fachada de vidro em tom azul claro, nome do local escrito em placa retangular fixa ao chão.
    Oficina "Caminho dos Orixás: Resistência e Ancestralidade" – Espaço do Conhecimento UFMG

     As religiões de matriz africana são uma base fundamental para a cultura brasileira, com uma forte história de resistência. Elas trazem consigo processos pautados na valorização do aprendizado, ensino, natureza e a vida. Para além de estigmas e preconceitos, essas religiões representam a resistência de uma cultura ancestral. Através do diálogo, o Espaço do Conhecimento UFMG, promove a ação “Caminho dos Orixás: Resistência e Ancestralidade”, convidando o público a desmistificar preconceitos e sanar dúvidas sobre tradições religiosas.

    A atividade tem como ponto de partida a instalação Cosmologias, da exposição de longa duração “demasiado humano”. Por meio da cosmologia Yorubá, com ênfase na origem dos Orixás,  os participantes serão instigados a refletirem como essas histórias atravessaram o Atlântico e como resistem e se renovam no Brasil. Ao final, os educadores do museu conduzirão uma roda de conversa intitulada “Isso é macumba?”, para troca de saberes e valorização das tradições afro-religiosas.

  • Imagem de Franciele Garcês, mulher negra, com blusa azul e batom vermelho
    Imagem de Franciele Garcês, mulher negra, com blusa azul e batom vermelho
    Oficina: “Capacitação para educação das relações étnico-raciais e decolonialidades: práxis para a justiça social”

    Foto: Divulgação

    Programação associada ao 11º Festival de Arte Negra de Belo Horizonte - FAN BH 2021.

    Transmissão via Google Meet: após seleção pela facilitadora, o link será encaminhado para para o acesso a sala.

    Link para inscrição: bit.ly/oficinasliterarias  

    Introdução aos estudos étnico-raciais e conceituação básica para ação antirracista nos espaços educacionais, bibliotecas e unidades de informação: raça, racismo, etnia, relações étnico-raciais, branquitude, pensamento colonial, decolonialidade, antirracismo e justiça social. 

    Duração total: de 8 horas.

    Participação: Franciele Garcês. Bibliotecária pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Mestra em Ciência da Informação pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), convênio com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Doutoranda em Ciência da Informação no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). 

    Público alvo: educadores, mediadores de leitura, bibliotecários e profissionais ligados às cadeias produtivas do livro, da leitura, literatura e da escrita.

    Inscrições: http://portalbelohorizonte.com.br/eventos/oficina/literatura/promocao-da-leitura-oficinas-literarias 

     

    * Atividade realizada pela Diretoria de Promoção dos Direitos Culturais por meio da Gerência de Bibliotecas e Promoção da Leitura e Escrita.


    Toda a programação do FAN BH 2021 é gratuita. O evento é realizado cumprindo todos os protocolos de combate à covid-19 vigentes em Belo Horizonte. O festival é uma realização da Prefeitura de Belo Horizonte, a partir da Secretaria Municipal de Cultura, Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (CIRC).