Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • "O Setor de Alimentação nas Cidades Criativas Unesco do Brasil"
    "O Setor de Alimentação nas Cidades Criativas Unesco do Brasil"
    "O Setor de Alimentação nas Cidades Criativas Unesco do Brasil"

    Conheça os chefes que estarão no bate papo"O Setor de Alimentação nas Cidades Criativas Unesco do Brasil". O evento é online, dia 18/06, às 16h, pelo nosso canal no Youtube (link na bio).

     Ângela Sicília (foto 01): representante de Belém (Pará); chefe à frente do Famiglia Sicilia, restaurante com três décadas de existência e incontáveis prêmios, Ângela manteve a tradição das receitas da mamma e ainda inovou com criações "ítalo-amazônicas", algumas das mais queridas receitas italianas com ingredientes típicos da região.

    Mariana Gontijo (foto 02): representante de Belo Horizonte (Minas Gerais); cozinheira e empreendedora dos restaurantes Roça Grande e O Tacho, membro do Slow Food e ativista pela valorização do Cerrado e da figura da mulher na cozinha profissional.

    Fabrício Nacif (foto 03): representante de Paraty (Rio de Janeiro); empresário e chefe executivo dos restaurantes Celeiro Armazém e Damião, ambos localizados na cidade de Paraty/RJ, é mineiro de São João Del Rei, neto de libaneses e, sempre teve ligação forte com a cozinha. Fez parte do Grupo de Pesquisa e Inovação do Senac RJ e, atualmente está a frente de projetos visando o incentivo cultural e gastronômico nacional.

    Isabel Hagemann (foto 04): representante de Florianópolis (Santa Catarina); chefe executiva do Botequim Guanabara, é consultora gastronômica, ativista do Movimento Slow Food e Cozinheira da Aliança dos Cozinheiros Slow Food, atua também em Projeto de Cozinha Social, ministrando aulas com insumos locais.

    Mediação de Pedro Soares (foto 05): sócio do Puro Oyster Bar, já levou a cozinha brasileira em projetos no México, Noruega e Suécia, este último onde aprendeu na prática a cozinha sustentável, e executou menus onde a comida escandinava contracenou com os insumos do Brasil. . .

  • OS FIDAMAE

    Temos um grupo de aproximadamente 250 pessoas que se reunem em ocasioes como dias de jogos ,festa junina e churrascões realizado na calçada rotineiramente,temos a intensão de potencializar esses eventos, tendo em vista que nosso quarteirão e isolado e não temos atividades de recreação nas proximidades.O Bar Pub Os Fidamae é ponto de encontro da vizinhança para discursão do carnaval.

  • Os Guardiões da Memória e o Covid-19
    Os Guardiões da Memória e o Covid-19
    Os Guardiões da Memória e o Covid-19

    O contexto do COVID-19 trouxe à tona a silenciosa guerra que alguns povos já enfrentavam na história do Brasil, uma guerra contra a morte e a favor do reconhecimento de suas vidas como fundamentais para a construção da pluralidade brasileira.

    A museologia frequentemente se depara com outras formas de lidar com o patrimônio para além do pedra e cal. Se a área tem a responsabilidade de trabalhar com a memória e suas projeções, não só o que está posto nas paredes institucionalizadas dos museus é que devem ser alvo da preocupação dos museólogos. As pessoas, em especial as que são parte de povos indígenas e quilombolas, tem muitas vezes suas histórias negadas e invisibilizadas, ou pior, fetichizadas e estereotipadas por grandes instituições que buscam representar de forma superficial não só a luta, mas a carga de conhecimento que esses grupos possuem.

    Mais do que nunca é imprescindível entender que os mais velhos, mestres, curandeiros e Griots são o verdadeiro acervo do conhecimento e da manutenção identitária e do patrimônio imaterial intangível. Não se pode manter a memória e a ancestralidade dos Povos Tradicionais sem a manutenção dos seus Guardiões.

    Convidamos nesta terça-feira o pensador NEGO BISPO, formado por mestras e mestres de ofícios, morador do Quilombo Saco-Curtume, localizado no município de São João do Piauí, ativista político e militante de grande expressão no movimento social quilombola e nos movimentos de luta pela terra para conversar conosco sobre essa relação do COVID-19 com a manutenção da memória e sua preservação através da vida dos grupos que ainda lutam por suas vidas e por reconhecimento.

    Mário Chagas diz que o “Museu que não serve para a vida das pessoas, não serve para nada”, então como pensar o museu, a museologia, a memória e o patrimônio num contexto de pandemia em que tantas vidas estão sendo perdidas? Para refazer as bases ainda excludentes do conhecimento gerado e reproduzido no interior das universidades brasileiras é preciso atravessar a diversidade de olhares.
    Para tudo isso e muito mais, venham neste dia 18, às 19h, nos acompanhar nesta live!