Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Um boneco habilmente adornado com roupas e colares típicos transmite a aura de um Orixá. Suas vestimentas exibem os símbolos e cores sagradas, refletindo a identidade divina que ele personifica. Com as duas palmas da mão abertas, uma posicionada diante do peito e a outra ao lado da cintura, ele emana uma presença majestosa e poderosa.
    Um boneco habilmente adornado com roupas e colares típicos transmite a aura de um Orixá. Suas vestimentas exibem os símbolos e cores sagradas, refletindo a identidade divina que ele personifica. Com as duas palmas da mão abertas, uma posicionada diante do peito e a outra ao lado da cintura, ele emana uma presença majestosa e poderosa.
    Os Orixás | Giramundo Teatro de Bonecos (BH)

    “Os Orixás” apresenta a gênese do mundo, da terra e do homem, sob a ótica do panteão africano. O espetáculo ressalta a assimilação da cultura Iorubá pelos brasileiros, refletida “em nossa maneira de pensar, na alegria, na culinária, no amor à natureza e na vontade de viver”, nas palavras de Álvaro Apocalypse (1937-2003). A peça é original de 2001 e foi remontada em 2019. Na nova versão a trilha sonora foi totalmente refeita pelo músico mineiro Sérgio Pererê, e as vozes foram regravadas por cantores e atores negros, entre os quais: Sérgio Pererê, Maurício Tizumba, Djonga, Fabiana Cozza e Júlia Tizumba. A remontagem traz um “Os Orixás” mais artístico, musical e visualmente enriquecido pela vídeo animação feita especialmente para o espetáculo, que mostra através de imagens, os símbolos, cores, comidas/oferendas e folhas dos diversos orixás. A música criada para o espetáculo faz um passeio por texturas sonoras encontradas em variadas partes da África e do Brasil tendo como eixo os tambores rum, rumpi e lê, mas, com influência de outros ritmos e a presença de outros instrumentos como flautas de bambu, mbiras, ronrocos, tamas, recos e djembes. A intenção da mistura é proporcionar ao público uma viagem ao universo das divindades africanas e seus elementos. Algumas das canções foram compostas em Iorubá especialmente para o espetáculo, outras em português e algumas em língua bantu de modo a contemplar duas vertentes do candomblé que existem no Brasil (Congo/Angola e Ketu).
     

    Duração: 60 min

    Classificação etária indicativa: Livre


    Ficha Técnica:

    Texto, bonecos e concepção original: Álvaro Apocalypse 

    Direção: Beatriz Apocalypse 

    Direção de Atores: Ulisses Tavares 

    Direção Musical: Sérgio Pererê 

    Assistente de direção: Ana Fagundes 

    Produção Musical: Thiago Braga – Estúdio Toca 

    Vídeo Animação: Ulisses Tavares  

    Consultoria Mitológica: Marcos Ferreira – Tatetu Arabomi 

    Trilha Sonora Original: Sérgio Pererê 

    Edição de Trilha Sonora: Ana Fagundes e Ulisses Tavares  

    Músicos: Djonga, Fabiana Cozza, Júlia Tizumba, Maurício Tizumba e Sérgio Pererê  Percussão e Canto de Candomblé: Acauã Rane 

    Claves: Imane Rane 

    Vozes Personagens (Atores / Músicos Convidados) Exu / Olodumaré – Maurício Tizumba | Ialorixá – Maria Eni Santana | Iansã – Aruana Zambi | Nanã – Célia Pereira | Narrador – Carlos Henrique | Narradora – Kátia Aracelle | Obinrin – Marilene Batista | Odé / Oxossi – Hot Apocalypse | Ogum – Djonga | Okunrin – Demétrio do Nascimento Alves | Ossaim / Xangô – Sérgio Pererê | Oxalá – Warlem Dimas Marques | Oxum / Oxumaré – Júlia Tizumba 

    Crianças: Álvaro Apocalypse, Amora Santana Braga, João Lunardi  

    Marionetistas: Ana Fagundes, Enzo Giaquinto, Israel Augusto, Léo Campos, Rai Bento e Ulisses Tavares 

    Restauração de Bonecos: Camila Polastchek, Endira Drumond, Fabíola Rosa e Iara Drumond 

    Iluminação: Bia Apocalypse

    Contrarregragem: Luan Pereira

    Produção: Sol Markes 

     


     

  • Os Orixás - Teatro de Bonecos
    Os Orixás - Teatro de Bonecos
    Os Orixás - Teatro de Bonecos

    O espetáculo de bonecos “Os Orixás” apresenta a gênese do mundo, da terra e do homem, sob a ótica do panteão africano. O espetáculo ressalta a assimilação da cultura Iorubá pelos brasileiros, refletida “em nossa maneira de pensar, na alegria, na culinária, no amor à natureza e na vontade de viver”, nas palavras de Álvaro Apocalypse (1937-2003).

    A peça é original de 2001 e foi remontada em 2019. Na nova versão a trilha sonora foi totalmente refeita pelo músico mineiro Sérgio Pererê, e as vozes foram regravadas por cantores e atores negros, entre os quais: Sérgio Pererê, Maurício Tizumba, Djonga, Fabiana Cozza e Júlia Tizumba. A remontagem traz um “Os Orixás” mais artístico, musical e visualmente enriquecido pela vídeo animação feita especialmente para o espetáculo, que mostra através de imagens, os símbolos, cores, comidas/oferendas e folhas dos diversos orixás.

    Classificação etária: livre e sugestão de 5 anos.
     

  • Ô Sorte
    Ô Sorte
    Ô Sorte

    No dia 4 de maio, no Parque JK, um evento gratuito com muita música, samba e cultura.

    A roda do Ô Sorte e outros convidados ilustres vão garantir a trilha sonora para o público em um dia memorável em contato com a natureza, em um espaço tão importante na cidade.

    Além disso, evento será pet friendly e terá uma praça de alimentação com bares e food trucks oferecendo opções gastronômicas variadas.