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  • Palestra: "Milagre no sertão de Minas: uma história que vale a pena recontar"
    Palestra: "Milagre no sertão de Minas: uma história que vale a pena recontar"
    Palestra: "Milagre no sertão de Minas: uma história que vale a pena recontar"

    No dia 13/07, quinta, às 19h30, a AML recebe a professora Vera Alice Cardoso da Silva para uma palestra sobre o livro “Milagre no sertão de Minas: a prodigiosa lagoa”.

    A publicação narra os acontecimentos que levaram, na segunda metade do século 18, à origem da cidade de Lagoa Santa.

    A entrada é gratuita.

    O evento acontece no âmbito do Plano Anual Academia Mineira de Letras - AML (PRONAC 220355), realizado mediante a Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio do Instituto Unimed-BH – por meio do incentivo fiscal de mais de cinco mil e trezentos médicos cooperados e colaboradores – e da CEMIG.

    O livro contém a reprodução do opúsculo anônimo publicado em 1749, que primeiro divulgou a existência da Lagoa Grande e das curas operadas por meio de banhos e ingestão de suas águas.

    Em torno do opúsculo, o livro reúne cinco estudos sobre sua autoria, o contexto da medicina e crenças da época, o desenvolvimento das estâncias hidrominerais em Minas e a história da Lagoa Santa.

    Vera Alice Cardoso da Silva é professora aposentada do Departamento de Ciência Política da UFMG e pesquisadora associada do Instituto Amílcar Martins.

    Foi diretora da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da mesma Universidade e é bacharel licenciada em Filosofia pela UFMG; mestre em Ciência Política pela UFMG e doutora em História Econômica, Social e Política da América Latina pela Universidade de Illinois em Urbana-Champaign-EUA. “No século 19, Minas se tornou região conhecida em todo o país como destino de ‘turismo médico’ em razão de suas estâncias hidrominerais, localizadas no sul do estado e no território de Araxá, que fizeram a fortuna de muitas cidades.

    Mas Lagoa Santa não entrou nesse circuito. Por que não? Sem dúvida vale a pena saber mais sobre detalhes de nossa história”, destaca.

  • Palestra “Minha experiência como reitor da Unilab” - Academia Mineira de Letras
    Palestra “Minha experiência como reitor da Unilab” - Academia Mineira de Letras
    Palestra “Minha experiência como reitor da Unilab” - Academia Mineira de Letras

    A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) nasceu com o importante papel de integrar o Brasil e os demais países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), além de promover o intercâmbio cultural, científico e educacional. O professor Tomaz Aroldo da Mota Santos é o convidado da Academia Mineira de Letras para falar sobre a iniciativa. A palestra “Minha experiência como reitor da Unilab” acontece no dia 19 de março, às 19h30, com entrada gratuita.

    Durante a palestra, serão abordadas as justificativas para a criação e finalidades da Unilab, assim como foi o início da implantação. “Pretendo falar também sobre os papeis que desempenhei para o desenvolvimento acadêmico e institucional alcançado, o significado cultural e político para os Estados do Ceará e Bahia e para os Países africanos parceiros e o significado dessa vivência nos planos pessoal e familiar”, ressalta o professor.

  • Palestra: "Minimalismo" - Casa Fiat de Cultura
    Palestra: "Minimalismo" - Casa Fiat de Cultura
    Palestra: "Minimalismo" - Casa Fiat de Cultura

    Ao termo minimalismo são atribuídos diferentes sentidos, que variam de acordo com o contexto no qual é utilizado. Embora tenha origem no campo das artes e do design do século 20, o conceito foi gradativamente incorporado a outras áreas da expressão humana.

    Para tratar deste tema, a Casa Fiat de Cultura convida a arquiteta e doutora em Design, Giselle Safar, da Escola de Design da Universidade do Estado de Minas Gerais, para ministrar a palestra online “Quando menos é mais: o minimalismo nas artes, no design e no estilo de vida”.

    O evento será realizado no dia 21 de junho, às 19h, por meio de transmissão online.

    As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pela Sympla (https://bit.ly/QuandoMenosEMais). Durante a palestra, Giselle Safar percorrerá as acepções mais frequentes do termo minimalismo, apresentando ao público imagens ligadas às artes, ao design, à moda e ao comportamento. “Atualmente, muito se fala em minimalismo como estilo de vida.

    Mas o minimalismo surgiu como um movimento forte nas artes plásticas na década de 1960”, enfatiza.

    O termo minimal art foi criado na metade do século 20 para denominar os movimentos estéticos, culturais e científicos surgidos em Nova York, que defendiam o uso de poucos elementos fundamentais como base de expressão.

    Obras de alguns dos principais nomes do minimalismo, como Donald Judd e Robert Morris, serão exemplos usados pela arquiteta para ilustrar essa nova forma de construção artística, marcada pelas formas geométricas rígidas, repetição, disposição em série e pelo uso de materiais industriais.

    Giselle ainda relembrará que, nesta concepção minimalista presente nos primeiros trabalhos do movimento, as peças não pretendiam expressar traços ou a emoção do artista, mas se limitavam a ser apenas objetos.

    Já o design minimalista descende de uma longa tradição de formas simples e despojadas de ornamentos que remonta à segunda metade do século 19, quando os excessos da recente industrialização começaram a incomodar alguns intelectuais. “Da mesma forma, ao longo do século 20, essa linguagem esteve presente várias vezes e pode ser encontrada no Funcionalismo Moderno, no Good Design, no design japonês, nas criações escandinavas, no minimalismo propriamente dito dos anos 1960 e 1970, e mesmo em muitas criações atuais”, destaca Giselle.

    Segundo Safar, na moda, o minimalismo surge na década de 1990, como uma reação às extravagâncias e exageros dos anos 1980.

    As estampas deram lugar às cores mais neutras e as roupas passaram a ter linhas mais retas e com pouco acessório. “Naquele momento, o mais importante era realçar a pessoa, e não necessariamente o que ela estava vestindo”, comenta.

    Na música, o movimento se caracterizou pelas poucas notas musicais e pela repetição, como bem exemplifica Philip Glass. “O minimalismo é uma linguagem que se replica em várias áreas.

    Na atualidade, vemos e vivemos o minimalismo como estilo de vida. De modo geral, ele se opõe aos excessos. Seja se livrando dos objetos materiais ou minimizando situações desnecessárias da nossa rotina”, completa Giselle Safar.

    A palestra online “Quando menos é mais: o minimalismo nas artes, no design e no estilo de vida” é uma realização da Casa Fiat de Cultura e do Ministério do Turismo, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Fiat, do Banco Safra e da Usiminas, e co-patrocínio do Grupo Colorado.

    O evento tem apoio institucional do Circuito Liberdade, do Governo de Minas e do Governo Federal, além do apoio do Programa Amigos da Casa, da Brose do Brasil e do Instituto Usiminas.