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  • Palestra: O que comiam e não comiam os escravos - Secult
    Palestra: O que comiam e não comiam os escravos - Secult
    Palestra: O que comiam e não comiam os escravos - Secult

    Em celebração aos seus 126 anos fundação, o Arquivo Público Mineiro (APM), equipamento da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), vai oferecer uma programação temática virtual sobre as fontes para a escrita de uma história da Cozinha Mineira.

    A premissa é que comer, e cozinhar para comer, dois atos cotidianos, guardam um universo de práticas materiais, simbólicas e culturais que indicam não apenas as condições de sobrevivência dos grupos humanos, mas também o potencial criativo das sociedades. Nesse sentido, e tendo em vista a importância da cozinha mineira, tanto para a identidade quanto para as cadeias de economia da cultura e do turismo de Minas Gerais, o APM convida o público a conhecer melhor os documentos que guiam a história da alimentação e das práticas culinárias em Minas Gerais.

    No dia 21/7, às 14h, acontece a palestra “O que comiam e não comiam os escravos?”, com Junia Ferreira Furtado, professora do Programa de Pós-Graduação em História da UFMG. A pesquisadora analisa os hábitos alimentares em Minas Gerais, especialmente o dos escravos na mineração. A palestra será transmitida pelo canal da Secult no youtube.

  • Palestra: ''O que dizem as cartas?'' - Banner
    Palestra: ''O que dizem as cartas?'' - Banner
    Palestra: ''O que dizem as cartas?'' - Academia Mineira de Letras

    No dia 16 de maio, quinta-feira, a partir das 19h30, a Academia Mineira de Letras (AML)  promove, dentro do projeto mensal Livro do mês, a palestra “O que dizem as cartas?”, seguida do lançamento de “Cartas que falam – ensaios sobre epistolografia” (Relicário Edições, 2024). Com entrada gratuita e interpretação em Libras,  a palestra acontece no âmbito do Plano Anual Academia Mineira de Letras – AML (PRONAC 235925), realizado mediante a Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio do Instituto Unimed-BH – por meio do incentivo fiscal de mais de cinco mil e seiscentos médicos cooperados e colaboradores.

    "Um especialista em Epistolografia de escritores (ou seja, um escritor que estuda cartas e correspondências). Assim pode ser chamado Leandro Garcia. No seu livro, intitulado Cartas que falam – ensaios sobre epistolografia (Relicário Edições, 2024), o professor traz a coletânea de todos os ensaios e outros trabalhos sobre estudos de cartas e correspondências de escritores e intelectuais. São mais de 20 textos teóricos que abrangem diferentes autores da literatura brasileira e a produção epistolar destes, em diálogo com diferentes áreas: estudos literários, história, sociologia, filosofia, teologia, biografismo, memorialismos e outros saberes."

    Na palestra, o professor pretende ler e discutir algumas cartas: “são conteúdos que nos ajudam a pensar um pouco sobre a história recente do Brasil e também sobre determinados aspectos da cultura brasileira, pensando o Gênero Epistolar em diversas possibilidades hermenêuticas”, comenta.

    Leandro também vai abordar as mudanças de comportamento no contexto da transformação digital. “Com o advento das comunicações eletrônicas, o costume de escrever cartas foi, aos poucos, abandonado. O que deixamos de escrever e registrar nas nossas missivas? O que deixou de ser trocado no vai e vem das cartas? Estamos falando de um gênero de escrita que já morreu nesta sociedade tão midiatizada e virtualizada?”, reflete.

  • Palestra: "O que é a cidadania da Língua"
    Palestra: "O que é a cidadania da Língua"
    Palestra: "O que é a cidadania da Língua"

    O que é a cidadania da língua? Este é o tema da palestra a ser realizada pelo doutor José Manuel Diogo - presidente Associação Portugal Brasil 200 anos -, na Academia Mineira de Letras (AML), no dia 06 de novembro, segunda, às 19h30.

    Com entrada gratuita, a atividade acontece no âmbito do Plano Anual Academia Mineira de Letras – AML (PRONAC 220355), realizado mediante a Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio do Instituto Unimed-BH – por meio do incentivo fiscal de mais de cinco mil e trezentos médicos cooperados e colaboradores – e da Cemig. “Será que a língua define novas formas de cidadania?

    No início do século XX, os antropólogos Edward Sapir (1884-1939) e Benjamin Lee Whorf (1897-1941), ao estudar as línguas indígenas da América do Norte, chegaram à conclusão que a língua não é ‘um instrumento de comunicação’, como afirma a linguística estruturalista, mas é um fator decisivo na formação da visão do mundo”, provoca o palestrante.

    Nascido na cidade portuguesa de Castelo Branco, próxima à fronteira com a Espanha, José Manuel Diogo é bacharel em Engenharia Mecânica e licenciado em Jornalismo pela Universidade de Coimbra. É diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira e fundador e Presidente da Associação Portugal Brasil 200 anos.

    Como escritor, seu livro "As grandes agências secretas" é um best seller com várias edições em Portugal e no Brasil. “Um século depois de Sapir e Whorf, a mobilidade global, a tecnologia (e a pandemia) vêm mostrar ainda mais que isso, hoje definem a língua como um verdadeiro território — desmaterializado e inovador — onde, na vida social, as relações, pessoais, políticas e de poder, assentam em novas, e revolucionárias, formas de pertencimento”, completa.