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  • Palestra: "Violência e Masculinidades: Desafios da Cultura"
    Palestra: "Violência e Masculinidades: Desafios da Cultura"
    Palestra: "Violência e Masculinidades: Desafios da Cultura"

    No próximo “Sábados Feministas”, no dia 10 de agosto, sábado, das 10h às 11h30, a Academia Mineira de Letras é palco para debate em torno do tema “Violência e masculinidades: desafios da cultura”. A palestra terá a participação da socióloga Elizabeth Maria Fleury-Teixeira, o psicanalista Felipe Lattanzio e o juiz Marcelo Gonçalves de Paula. O evento resulta de parceria da Academia Mineira de Letras com o movimento feminista QANM – Quem Ama Não Mata. Os portões abrem 30 minutos antes do início do evento que acontece no auditório da AML (Rua Da Bahia, 1466 - Lourdes). O evento terá a entrada gratuita e interpretação em Libras.

  • Palestra: “10 anos sem Bartolomeu Campos de Queirós” - AML
    Palestra: “10 anos sem Bartolomeu Campos de Queirós” - AML
    Palestra virtual: “10 anos sem Bartolomeu Campos de Queirós” - AML

    Após apresentação do grupo e da homenagem a Bartolomeu Campos de Queirós, Guilherme Semionato levanta um breve panorama da obra de Bartolomeu, dividida em quatro eixos: jogos de linguagem, existencial, social/político e não ficção/ensaístico.

    Destaca, ainda, a importância do autor na divulgação de obras estrangeiras e de língua portuguesa no Brasil, os numerosos prêmios recebidos por seus livros e as edições estrangeiras de suas histórias.

    Por fim, conta um pouco do percurso do LeLiS ao estudar sua obra: a feitura de resenhas, as apresentações do grupo no Seminário da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil batizado com o nome do escritor, a organização de um e-book de distribuição gratuita (Com a palavra, Bartolomeu) e as postagens feitas nas redes sociais com trechos de sua obra, para sensibilizar as pessoas para a leitura de seus livros.

    Maria Beatriz Rezende, em “Bartolomeu para crianças, mas não só” põe ênfase na densidade da obra poética do autor, em especial os livros destinados às crianças bem pequenas, que não costumam receber a mesma atenção que os demais, mas que guardam sofisticado jogo de inter-relações linguísticas.

    No texto “A casa em Indez”, Bettina Zellner Grieco mostra como os espaços da casa descritos por Bartolomeu no livro Indez tornam-se espaços da memória. Esses espaços refletem os modos de morar, sendo reconhecidos nas imagens criadas pelo autor em sua prosa poética, repletas de referências culturais. “De Minas ao interior do estado do Rio: Indez atravessa fronteiras” através do texto de memórias da infância e da juventude de Inez Helena Muniz Garcia, a autora evoca canções, histórias, ditos populares, comidas, rezas e benzimentos preservados ao longo dos anos em sua família paterna, de tradição mineira.

    No texto “Brincadeiras e costumes: um inventário afetivo em Indez” Dayane Cabral Leite apresenta brincadeiras simples e cotidianas que marcam o modo de vida de uma época em que o ato de brincar era mais importante do que com o que se brincava.

    Em “Bartolomeu, um autor visionário, no Clube de Leitura em Língua Portuguesa da ONU”, Margareth Silva de Mattos trata da inserção de dois dos três livros do escritor nesse Clube de Leitura: Sem palmeira ou sabiá e O rio.

    Com a análise dessas obras, busca-se evidenciar como Bartolomeu, um autor à frente do seu tempo, contempla os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, que visam, de forma colaborativa, à erradicação da pobreza, ao desenvolvimento econômico sustentável, à inclusão social e à proteção ambiental.

    Em “Breve ensaio sobre o esgotamento do mundo”, Nilma Lacerda considera o projeto existencial de Bartolomeu como um ato ético que ele estende à obra, em direção a um mundo regido por valores caros à humanidade, dentre os quais ganha relevo o espaço da literatura. A homenagem a Bartolomeu encerra-se na constatação da significativa produção do autor para a literatura brasileira contemporânea, aí se incluindo obras que crianças e jovens também podem ler.

    O grupo de pesquisa Leitura, Literatura e Saúde (LeLiS) é ligado ao Programa de Extensão Alfabetização e Leitura (PROALE/UFF) e cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil – Lattes/CNPq. É coordenado por Nilma Lacerda e Margareth Mattos, e integrado por Bettina Zellner Grieco, Dayane Cabral Leite, Eneide Lima de Mesquita, Guilherme Semionato, Inez Helena Muniz Garcia e Maria Beatriz Rezende.

  • Palestra virtual: “Homenagem a Tânia Diniz”, com sua filha Carol Diniz Hassui - AML
    Palestra virtual: “Homenagem a Tânia Diniz”, com sua filha Carol Diniz Hassui - AML
    Palestra virtual: “Homenagem a Tânia Diniz”, com sua filha Carol Diniz Hassui - AML

    Poeta, editora, ativista cultural e criadora do movimento Mulheres Emergentes, Tânia Diniz deixou sua marca na literatura brasileira, abrindo portas para outras escritoras e fortalecendo o cenário cultural onde há tantas lutas a serem travadas.

    A Academia Mineira de Letras apresenta a palestra virtual “Homenagem a Tânia Diniz”, com apresentação e seu legado realizada por sua filha Carol Diniz Hassui e leitura poética.

    O vídeo estará disponível no YouTube da AML a partir desta quinta-feira, dia 17 de junho, às 11h.

    Confira no carrossel um dos poemas que será lido.

     Guarde o link e aproveite para se inscrever gratuitamente no canal: http://bit.ly/aml-youtube