Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Linha do Tempo Conjunto Moderno da Pampulha Belo Horizonte
    Linha do Tempo Conjunto Moderno da Pampulha Belo Horizonte
    Pampulha - 1938

    Inauguração da Barragem da Pampulha, que teve suas obras iniciadas em 1936, na gestão do Prefeito Otacílio Negrão de Lima. A construção da barragem tinha o objetivo original de formar uma represa para servir de reservatório de água para a capital. Somando-se a esta destinação, estava o potencial turístico e de lazer que o local passaria a representar. Para Negrão de Lima, a lagoa era local propício à natação e esportes náuticos, e em seu entorno deveria nascer um bairro de recreio. Ainda em 1938, o Prefeito realizou a pavimentação da orla da Lagoa da Pampulha, que recebeu o nome de Avenida Getúlio Vargas. Em 1968, a avenida teve sua denominação alterada para Otacílio Negrão de Lima.

  • Linha do Tempo Conjunto Moderno da Pampulha Belo Horizonte
    Linha do Tempo Conjunto Moderno da Pampulha Belo Horizonte
    Pampulha - 1940

    Juscelino Kubitschek é nomeado prefeito de Belo Horizonte e tem como meta promover a modernização da capital. A expansão da capital é direcionada para o oeste, por meio da continuidade da Avenida Amazonas e da criação da Cidade Industrial, e para o norte, a partir da implantação da Avenida Pampulha, atual Avenida Antônio Carlos. A alteração do nome aconteceu em 1946.
     

  • Linha do Tempo Conjunto Moderno da Pampulha Belo Horizonte
    Linha do Tempo Conjunto Moderno da Pampulha Belo Horizonte
    Pampulha - 1943

    Inauguração oficial do Conjunto Arquitetônico da Pampulha. Idealizado em 1940, o conjunto - formado pelo Cassino, Iate Golfe Clube, Igreja de São Francisco de Assis e Casa do Baile - era o símbolo da modernização e do desenvolvimento pretendidos por Kubitschek. A nova Pampulha deveria se consolidar como centro de lazer e turismo e colocar Belo Horizonte no cenário da arquitetura moderna internacional. A autoria do projeto é de Oscar Niemeyer; o paisagismo, de Roberto Burle Marx; os painéis, de Cândido Portinari e as esculturas, de Alfredo Ceschiatti; além de outros artistas, garantindo a interação entre artes plásticas, arquitetura e paisagismo.