Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Performance: “Garotas Boazinhas não falam palavrão”
    Performance: “Garotas Boazinhas não falam palavrão”
    Performance: “Garotas Boazinhas não falam palavrão”

    O Complexo Cultural Funarte MG recebe, nos dias 04,11,18 e 25 de junho, às 19h, o projeto "Garotas Boazinhas não falam palavrão”. Com entrada gratuita, a performance é composta por poesias recitadas e cantadas, com o auxílio de um pedal de looping que grava e repete a voz, criando uma sonoridade de vozes que se entrelaçam, formando uma atmosfera ritualística. Essa técnica reforça a ideia de uma única voz coletiva, representando a força e a resistência das mulheres. 

    Ao longo do tempo, "Garotas Boazinhas" transitou por diversos formatos de declamação, incluindo performances com banda, até chegar ao formato atual de poesias sonoras. Essas poesias autorais abordam o universo feminino, expondo situações que as mulheres enfrentam diariamente, muitas vezes de forma silenciosa e invisível. Além disso, o projeto propõe uma roda de conversa ao final, onde os participantes poderão refletir e trocar experiências. Também haverá a venda dos livros autorais da compositora e performer do projeto, Camila Marta Rosa, que traz em suas poesias suas próprias vivências e relatos de violência contra a mulher. 

    Camila, assim como muitas mulheres, já enfrentou situações de violência e, ao perceber a lotação das delegacias da mulher e ouvir relatos emocionados, compreendeu a importância de compartilhar suas poesias. Seu objetivo é provocar reflexão, expurgar dores e promover uma conversa aberta sobre as questões de gênero, violência e resistência.

  • Centro Cultural Urucuia
    Centro Cultural Urucuia
    Performance Intergalática de Spectro Bione

    Apresentação de dança.

     

    Classificação: Livre

  • Maya
    Maya
    Performance “Ipori”, de Maya Quilolo

    Performance “Ipori”, de Maya Quilolo + Bate-papo com Poliane Honorato  (Artes Visuais / Vídeo )

    Ìpòri na cosmologia Yorubá, é um dos elementos da alma, simboliza a energia ancestral ligada a nossa cabeça (Orí), ao nosso ancestral (Eledá) e nosso destino (Odu). É um conceito que une os homens em uma cadeia global, relaciona-se com a placenta e à origem da vida. Pensando nesse conceito a performance, relaciona a água como elemento em conexão com a vida, a fertilidade, a ancestralidade,  a travessia atlântica e a diáspora numa aliança com Osun em sua floresta sagrada na Nigéria. 

    Exibição por meio das mídias: YouTube / Facebook
    Classificação: 14 anos