Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Dj Preto C
    Dj Preto C
    Programação Circuito Hip Hop - Dia 7/11 C.C. Urucuia

    Confira a programação gratuita do Circuito Hip Hop que acontece no domingo, dia 7 de novembro, a partir das 14h, no Centro Cultural Urucuia e retire aqui o seu ingresso.


    07/11


    14h às 15h30 

    Atração: Oficina: Tributo ao funk (BH)

    Sinopse: Realizada pelo núcleo de pesquisa em artes da cena "CorPol!tico" e conduzida pelo oficineiro Leonardo Molina, a atividade abordará temáticas históricas das culturas do funk de James Brown ao funk de MC Carol, Afro house e outras referências musicais da cultura afro-brasileira e indígena. Como a clave mãe do ritmo ocidental (ALUJA); noções básicas e intermediárias de divisão rítmica e coordenação motora; noções de articulações, improvisação e, principalmente, diversão com esses ritmos que caminham juntos com a história da música brasileira e da cultura Afro. Também serão lembrados alguns estilos propostos pelo espetáculo \V3NTØ, com homenagens pontuais a grandes nomes do funk, como James Brown, Lacraia e MC Carol. A atividade pretende enaltecer o funk como área de conhecimento, reconhecida como movimento e manifestação cultural e dialogar com as juventudes, propondo um espaço de articulação corporal onde o ensino-aprendizagem vem pelo fazer artístico do corpo-voz e música; abrindo mais espaços para ser e fazer em diversidade de corpo e criação nas Artes da Cena.

    Classificação: a partir de 14 anos

    Se inscreva aqui. 


    15h

    Atração: Batalha de MCs / Circuito Hip Hop

    Descritivo: Batalha de MCs temática, com discotecagem do DJ Preto C, que acontece dentro da programação do Circuito Hip Hop do Circuito Municipal de Cultura. Saiba mais sobre as inscrições gratuitas aqui. 

    Classificação: 16 anos


    15h30

    Atração: Show Murilo ZN (Prod Quintal) - (Ribeirão das Neves / MG)

    Sinopse: Murilo ZN (MG), artista do Complexo do Landi - região de Justinópolis, traz em seu primeiro show trabalhos produzidos durante os últimos anos, frutos de pesquisa, vivência e paixão pelo rap. Acompanhando o Murilo a performance musical, estão os artistas Gabriel Mueller (PR) nos beats e na guitarra, e Arthur Augustus, conterrâneo do Landi, nas dobras. O show conta com sons já lançados e sons inéditos, recentemente produzidos pelo artista em terras paranaenses. Sendo esses: “Filme de Guerra”, “É Chave”, ”Bigode Finim” e “Outro Lugar”.

    Classificação: 16 anos


    17h

    Atração: Show Real da Rua (BH)

    Sinopse: "Pouca gente conhece minha carreira solo, mas toda expressividade desse som vem de mim,  e das coisas que vivemos." Pela primeira vez desde meados de 2010, o compositor Real da Rua volta para apresentar seu pocket show: "Papo de futuro", com participação do seu produtor D-Young. Serão apresentadas músicas já publicadas, como o boom trap "Tudo vai passar", assinada e produzida por ProdByPhill,  que fala sobre novos tempos e aflições diárias. E, também, um repertório inédito onde Real da Rua levanta questões sobre o racismo e a atual construção da imagem do negro Brasileiro.

    Classificação: 16 anos

  • Still do filme "Baronesa" de Juliana Antunes
    Still do filme "Baronesa" de Juliana Antunes
    Programação Completa III Mostra Diálogos pela Equidade: Femininos Plurais

    Confira a programação completa da III Mostra Diálogos pela Equidade: femininos plurais que acontece do dia 1º ao 12/12, com exibição presencial de filmes no Cine Santa Tereza e programação virtual transmitida pelo canal da Fundação Municipal de Cultura e aqui pelo site do Circuito. A Mostra contempla dois painéis temáticos "A mulher e a câmera: a outra história do cinema brasileiro" e "Violências e Enfrentamentos". Confira abaixo as datas e horários de cada atração.

    E retire aqui seu ingresso gratuito pra as exibições presenciais (a retirada fica disponível na semana da exibição de cada filme).


    A mulher e a câmera: a outra história do cinema brasileiro


    Dia 1/12 (quarta-feira), às 19h 

    A Nova Mulher 

    Direção: Helena Solberg

    The Emerging Woman | EUA | 1974 | Doc | 40 min | Legendado 

    Primeiro filme da diretora Helena Solberg feito nos Estados Unidos, ele percorre 170 anos da história do movimento feminista no país e na Inglaterra.

    Classificação indicativa: Livre


    Dia 02/12 (quinta-feira), às 19h

    Amor Maldito

    Direção: Adélia Sampaio

    Brasil | 1984 | Fic | 76 min

    Fernanda e Sueli vivem um tórrido romance. A relação passa por crises e Sueli acaba caindo nos braços de um mulherengo. Grávida e sem apoio, ela se suicida. As suspeitas da morte recaem sobre Fernanda e os preconceitos afloram no julgamento. 

    Classificação indicativa: 16 anos 


    Dia 03/12 (sexta-feira),  às 19h

    Um Céu de Estrelas

    Direção: Tata Amaral 

    Brasil | 1996 | Fic | 70 min

    Dalva, uma cabeleireira do bairro da Mooca, São Paulo, decide romper seu relacionamento de dez anos com o metalúrgico Vítor, também do bairro. Em seguida, ganha um concurso e uma passagem para concorrer às finais em Miami. Vê na viagem a possibilidade de se livrar do universo opressivo em que vive e pensa em ficar por lá, para se afastar da mãe e do ex-noivo. A história se passa um dia antes da viagem, quando Dalva está arrumando sua mala.

    Classificação Indicativa: 16 anos.


    Violências e enfrentamentos 


    Dia 04/12 (sábado), às 19h

    Torre das donzelas 

    Direção: Susanna Lira

    Brasil | 2018 | Doc | 97 min

    Quarenta anos após serem presas durante a ditadura militar na Torre das Donzelas, como era chamada a penitenciária feminina, ao lado da ex-presidente da República Dilma Rousseff, um grupo de mulheres revisita a sua história. 

    Classificação indicativa: 14 anos


    Dia 05/12 (domingo), às 19h

    Não é só isso

    Direção: Yasmin Rocha 

    Brasil | 2017 | Doc |  25 min 

    Documentário em que a protagonista, Nahla Valentina, mulher transexual e militante, fala sobre suas vivências, e eu, diretora, tento entender o porquê é importante pra ela ser tão sincera diante das câmeras.

     

    Sigo Viva 

    Direção: Letícia Ferreira

    Brasil |2019 | Fic | 32 min 

    SIGO VIVA é um retrato da superação em ser mulher na sociedade atual. Após sofrer um abuso, Lívia busca na arte e no auto-cuidado um caminho revolucionário para seguir viva.

     

    Classificação indicativa da sessão: 18 anos


    Dia 09/12 (quinta-feira), às 19h

    Parece Comigo 

    Direção: Kelly Cristina Spinelli

    Brasil | 2016 | Doc |  26 min 

    "Meninas negras não brincam com bonecas pretas", diz a letra de um rap. O documentário explora o problema da falta de bonecas negras no mercado brasileiro e mostra o trabalho das bonequeiras que tentam mudar esse cenário, enfrentando a gigante indústria de brinquedos com seu artesanato consciente.

     

    A mulher que eu era 

    Direção: Karen Suzane

    Brasil | 2019 | Fic | 11 min

    “A Mulher Que Eu Era” acompanha o cotidiano de Cacau, mulher negra que casa com um homem branco. Dentro de sua rotina ela encara suas lembranças e, em um contexto onírico, suas memórias lidam com momentos passados de opressão. 

     

    Pontes sobre abismos

    Direção: Aline Motta 

    Brasil | 2017 | Experimental | 8min 

    Instigada pela revelação de um segredo de família, Aline parte em uma jornada à procura de vestígios de seus antepassados, criando uma contra-narrativa do que geralmente se conta sobre a forma como as famílias brasileiras foram formadas. O trabalho pretende discutir questões como o racismo, as formas usuais de representação, a noção de pertencimento e identidade em uma sociedade que ainda tenta um ajuste de contas com sua história violenta e as noções românticas de sua louvada miscigenação.

     

    Classificação indicativa da sessão: 14 anos


    Dia 10/12 (sexta-feira), às 19h 

    Estado Itinerante 

    Direção: Ana Carolina Soares

    Brasil | 2016 | Fic | 25 min

    Vivi quer escapar de uma relação opressora. Em período de experiência como cobradora de ônibus, ela trabalha desejando não voltar para casa. A semana passa rápido, entre as paradas no ponto final e o itinerário os encontros com outras cobradoras fortalecem a mulher trabalhadora e seu desejo de fuga. Logo é final de semana e o centro de Belo Horizonte já não parece tão longe do bairro Boa Vista.

     

    Tentei 

    Direção: Laís Melo

    Brasil | 2017 | Fic | 15 min

    Aos 34 anos e tomada pela coragem que reuniu ao longo de muito tempo, Glória decide se livrar do ciclo da violência doméstica, que a oprime e fragiliza há mais de uma década, e recuperar o seu direito de ser e de existir com dignidade.

     

    Classificação indicativa da sessão: 14 anos


    Dia 11/12 (sábado), às 19h 

    Meu nome é Jacque

    Direção: Angela Zoé

    Brasil | 2016 | Doc | 120 min

    Jacqueline Rocha Côrtes é uma mulher transsexual portadora do vírus da AIDS que precisou e ainda precisa superar grandes obstáculos para viver sua vida da melhor forma possível.

    Classificação indicativa: 12 anos


    Dia 12/12 (domingo), às 19h

    Baronesa 

    Direção: Juliana Antunes

    Brasil | 2018 | Fic/Doc  | 70 min  

    O dia a dia de duas vizinhas e amigas que moram na periferia de Belo Horizonte. De um lado, Andreia começa a construir sua casa para se mudar. Do outro, Leid e os filhos estão à espera do marido, que está preso. Em comum, a necessidade de se desviar dos perigos da guerra do tráfico e a estratégia para evitar as tragédias trazidas como consequência.

    Classificação Indicativa: 16 anos


    Programação Virtual


    Dia 1/12 (quarta-feira), às 20h

    Debate virtual: A mulher e a câmera: a outra história do cinema brasileiro

    Transmitido pelo canal do Youtube da Fundação Municipal de Cultura ou aqui pelo site do Circuito

    A história do cinema brasileiro, assim como de outras expressões artísticas e culturais de uma sociedade, é reflexo não só das obras produzidas, mas também do olhar da época que elabora esta história. Assim, compreende-se a invisibilidade das mulheres nesse contexto, como consequência de uma desigualdade de gênero que não só as afastou da produção cinematográfica, quanto ofuscou aquelas que conseguiram furar este bloqueio, salvo raras exceções, como o caso da pioneira Helena Solberg. O percurso da cineasta negra Adélia Sampaio é reflexo dessa dinâmica perversa: foi por meio do trabalho da pesquisadora da UNB, Edileuza Souza, e da consequente presença de sua obra em festivais, que seu pioneirismo foi reconhecido. Assim, discutir a mulher e sua relação com a câmera é abrir caminhos para uma outra história do cinema brasileiro: mais plural e inclusiva e, por isso mesmo, mais real.

    Convidadas: Helena Solberg (diretora do filme A Nova Mulher), Adélia Sampaio (diretora do filme Amor Maldito). Mediação: Roberta Veiga (Grupo de Pesquisa Poéticas Femininas, Políticas Feministas da UFMG).

    Classificação indicativa: livre


    Dia 09/12, (quinta-feira), às 20h  

    Vídeo performance + Debate virtual: Violências e enfrentamentos 

    Transmitido pelo canal do Youtube da Fundação Municipal de Cultura ou aqui pelo site do Circuito

    Vídeo performance FÊMEA

    FÊMEA usa a dança para mostrar o lado que está dentro de nós quando andamos pelas ruas da cidade, nosso lado animal que nos faz “fêmea: alvo de caça”, e nos faz flecha, andando pra frente sem olhar para trás.

    Direção e argumento: Laura de Castro

    Direção de movimento: Rosa Antuña

    Com Sílvia Maia

    Imagens: André Di Franco

    Montagem: Ian Capillé

    Trilha sonora original: Júlia Tizumba e Zé Motta

    Som direto: Felipe Canêdo

    +

    Debate: Violências e enfrentamentos 

    No contexto da III Mostra Diálogos pela Equidade: femininos plurais, a Mesa II foi organizada para que possamos refletir sobre as inúmeras formas de violência que recaem sobre as vidas femininas e sobre alguns enfrentamentos possíveis, à luz de duas potentes obras: “Sigo Viva” (2019), de Letícia Ferreira e “Não é só isso”(2017),  de Yasmin Rocha. Podemos localizar uma convergência nas duas obras ao identificar nelas como as relações de poder historicamente patriarcais, desiguais e assimétricas incidem sobre os corpos e vidas de mulheres e como tais violências, além de concretas, são também simbólicas, já  que agem não apenas em cada mulher vitimada, mas em todas as mulheres submetidas a tal sistema de dominação.

    Convidadas: Yasmin Rocha (Diretora do filme Não é só isso), Letícia Ferreira (diretora do filme Sigo Viva) e Márcia de Cássia Gomes  (Professora e Ativista do Movimento Feminista). Mediação: Rosane Castro (COMEG)

    Classificação indicativa: livre


    Dia 7/12 (terça-feira), de 10h às 12h 

    Aula Master: Cinema feminino negro no Brasil - Janaína Oliveira 

    Pesquisadora e doutora em História, Janaína Oliveira realiza pesquisas sobre o cinema negro, no Brasil e na diáspora. Atua na área de educação das relações étnico-raciais e é idealizadora e coordenadora do Fórum Itinerante de Cinema Negro.  Nesta aula, Janaína abordará as complexas questões envolvidas na escassa representatividade que marca a história das mulheres negras brasileiras no setor audiovisual, ressaltando os trabalhos das pioneiras e a produção atual. 

    Em plataforma virtual fechada - Zoom, link disponível na bio do Instagram do Circuito Municipal de Cultura no dia do evento.

    Sem inscrição prévia, aberto ao público, sujeito a lotação da sala virtual

    Classificação indicativa: livre

     

  • Foto do Filme Sete Anos em Maio
    Foto do Filme Sete Anos em Maio
    Programação Completa Mostra Periferia Cinema do Mundo II

    Confira a programação completa da Mostra Periferia Cinema do Mundo - 2ª edição.

    Retire aqui seu ingresso gratuito. A retirada fica disponível na semana da exibição de cada filme.

     

    Dia 03, quarta, 19 horas

    Rua Ataleia

    (Brasil l 2021 l André Novaes Oliveira l 12 mins.)

    Em 2011, numa noite sem luz em uma rua de um bairro de periferia, uma família aguarda o retorno da energia elétrica, rodeada por velas que iluminam conversas e pensamentos. Hoje, dez anos depois, a luz tenta impor o seu lugar perante as sombras da memória.

    Classificação indicativa: Livre.

     

    Pai

    (Brasil l 2021 l André Novaes Oliveira l 3 mins )

    A volta para casa.

    Classificação indicativa: Livre.

     

    Movimento

    (Brasil l 2021 l Gabriel Martins l 3 mins)

    Tereza, nascida na pandemia do Coronavírus em 2020, é cuidada por seus pais Rimenna e Gabriel.

    Classificação indicativa: Livre.

     

    Incluindo Deus

    (Brasil l 2021 l Maurílio Martins l 11 mins)

    Aos 81 anos, minha mãe vive sozinha. Ela tem aprendido novas formas de falar com o mundo, incluindo Deus.

    Classificação indicativa: Livre.

     


    Dia 04, quinta, 19 horas

    Abdução

    (Brasil l 2021 l Marcelo Lin l 35 mins)

    Vovozona suspeita de algo estranho na favela, mas ninguém acredita.  Em um final de semana, após o baile funk, ele finalmente desvenda este mistério. 

    Classificação indicativa: 16 anos

     


    Dia 05, sexta, 19 horas

    Dois

    (Brasil l 2021 l Guilherme Jardim e Vinicius Fockiss l 10 mins.)

    Bernardo e Luix buscam aproximação afetiva durante o período de distanciamento social. Em meio ao caos, tentam descobrir outras formas de amar.

    Classificação indicativa: 14 anos.

     

    Talibã

    (Brasil l 2021 l Éberson Martins l 6 mins)

    Experimentos  dramáticos,  o Talibã  seus conceitos, impactos e desconstruções.

    Classificação indicativa: 14 anos.

     

    1986 

    (Brasil l 2021 l Éberson Martins l 4 mins)

    O ateliê do artista Lorenzatto. Como cenário para a produção do filme Pacto Macabro .

    Classificação indicativa: 14 anos.

     

    Faust in the city

    (Brasil l 2021 l Éberson Martins l 12 mins)

    Inspirado em Fausto, da literatura alemã, a versão ultra- contemporânea do dilema o homem , o bem e o mal.

    Classificação indicativa: 14 anos.

     

    Quarto do desassossego 

    (Brasil l 2021 l Leonardo Catapreta l 1m30s)

    Uma mulher debruçada sobre a janela, um homem que circula o quarto de bicicleta. versos sobre a solidão em par e os processos de embate entre a lucidez e a saúde psíquica de um casal isolado.

    Classificação indicativa: Livre.

     

    Órbita

    (Brasil l 2021 l Leonardo Catapreta l 4m51s)

    É quarentena, ela em órbita, ele em terra…

    Classificação indicativa: Livre.

     

    Dessa vez você não volta

    (Brasil l 2021 l Breno Henrique l 13 mins)

    Agora só ficou a sua ausência

    Classificação indicativa: Livre.


     


    Dia 06, sábado, 19 horas

    Desabafo

    (Brasil l 2021 l Karen Suzano l 2 mins)

    Imersa ao seu passado de 2016 a cineasta Karen Suzane motiva uma reflexão pessoal que resulta em sua transformação em meio a Pandemia do coronavírus.

    Classificação indicativa: Livre.

     

    Ser

    (Brasil l 2021 l Denise dos Santos l 8 mins. )

    Iniciou-se a pandemia. Desde o início desse novo normal, entre uma saída e outra a trabalho, imagens foram feitas sem expectativas de que se tornasse um material só, o que resultou nesse trabalho. 

    Atualmente vivemos em um cotidiano que põe à prova o que é ser humano. Em pé de igualdade vemos que as estatísticas em suas variáveis aumentam e não há fenótipo que aguente esse caos. Sabemos a quem esse cotidiano é mais denso e quem são sim os mais atingidos e isso só é um reflexo de uma realidade despida para quem sabe o que é estar nu. 

    SER nasce como uma experimentação de abordar diferentes contextos pessoais e narrativas presentes em uma série de materiais de gaveta. Pensando no contexto mundial sendo pandêmico, Carol é o ser hospedeiro que também é o agente infeccioso, então resolvemos pensar nessa linha. Representamos nesse vídeo o que chamamos de cadeia de transmissão, que é esse ecossistema atual, onde temos a doença, o agente causador, o hospedeiro, o meio ambiente e o vírus, e eles estão concatenados.

    Classificação indicativa: Livre.

     

    E amanhã, o que será de mim?

    (Brasil l 2021 l Labibe Araújo l 11 mins.)

    Cassandra é uma mulher que vive bem com sua solitude, mas uma memória até então adormecida chega para confrontar sua quietude.

    Classificação indicativa: Livre.

     

    A morte da pomba da paz

    (Brasil l 2021 l Dea Vieira l 5 mins.)

    Após a sua morte, a pomba da paz nos apresenta a sua visão do inferno. Uma viagem metafórica que nos faz questionar o próprio conceito da paz e da sociedade atual.

    Classificação indicativa: Livre.

     

    Desocupados

    (Brasil l 2021 l Dea e Marcus Vieira l 5 mins.)

    Gênero experimental em forma de mocumentário. A rotina de uma comunidade periférica afetada pela pandemia de Covid 19. A aliteração de imagens dos locais ocupados e vazios.. Da cacofonia e do silêncio. Uma microvisão da pandemia

    Classificação indicativa: Livre.

     


    Dia 07, domingo, 19 horas

    Sete Anos em Maio

    (Brasil l 2019 l Affonso Uchoa l 42 mins.)

    Em uma noite de maio, sete anos atrás, Rafael chegava em casa depois do trabalho. Quando abria o portão, alguém chamou seu nome. Ele olhou pro lado e viu pessoas que não conhecia. Rafael saiu da sua casa carregado pelos desconhecidos e nunca mais voltou. Desde então ele vive como se aquela noite nunca tivesse terminado.

    Classificação indicativa: 14 anos

     


    Dia 10, quarta, 19 horas

    Raiz

    (Brasil l 2021 l Wallison Culu l 3m56s)

    Meus  Sentimentos no meu lugar de nascimento,  minha Quebrada, minha cultura, minha dança. Explorando minhas emoções, prevendo minhas reações, não deixando o meu fundamento de se fazer Dança, minha dança minha missão. 

     

    23 minutos

    (Brasil l 2021 l Rodrigo Beetz l 23 mins)

    Um grupo de jovens amigos encontram na música, a resistência frente ao mercado de trabalho e as adversidades sociais.

    Classificação indicativa: 14 anos

     

    Beagá, a Capital do Hip Hop

    (Brasil l 2021 l Artur Ranne l 30 mins)

    Curta-metragem documental, realizado pela Encruza Produções e dirigido por Artur Ranne. O filme busca contar a história do Hip Hop belohorizontino que é reconhecido hoje como um dos polos nacionais da cultura Hip Hop , através  das visões de artistas e produtores locais  de diferentes gerações desde 1983 ano que marca o início desta fundamental cultura urbana até a atualidade. 

     


    Dia 11, quinta, 19 horas

    Trindade

    (Brasil l 2021 l Rodrigo Meireles l 28 mins.)

    Trindade ouve os ecos da escravidão desde menina. Agora, é ela quem canta. Personagem que dá nome ao filme nos revela sua história de abusos, alcoolismo, fé e poder.

    Classificação indicativa: 12 anos

     

    4 bilhões de infinitos

    (Brasil l 2021 l Marco Antônio Pereira l 14 mins.)

    Uma família vive com a energia de casa cortada. Enquanto a mãe trabalha, seus filhos ficam em casa e conversam sobre ter esperança.

    Classificação indicativa: Livre

     


    Dia 12, sexta, 19 horas

    a.p.n.

    (Brasil l 2021 l Desali l 9m51s)

    a.p.n., aliança periférica nacional é um grupo de eco guerrilha rural que atua no final do bairro Nacional em uma área de mata fechada próximo de uma vila entre Ribeirão das Neves e Contagem, propondo oficinas para crianças sobre consciência e preservação do meio ambiental em tempos de pandemia sanitária a partir do convite do grupo de música experimental Q.I (quarta de improviso).

    Classificação indicativa: Livre

     

    Escuridão à luz

    (Brasil l 2021 l  P.drão l 14 mins)

    Mini documentário que conta  um resumo da história de 3 jovens da periferias de Belo Horizonte e região; que estiveram no fundo do poço e conseguiram  sobressair, saindo da escuridão e encontrando a luz em suas vidas.

    Classificação indicativa: Livre

     


    Dia 13, sábado, 19 horas

    Barreiridades

    (Brasil l 2021 l Luiz Cláudio l 42 mins.)

    Barreiridades é um documentário realizado pelo Instituto Macunaíma de Eultura - Escola de cidadania que revela a rica e diversa história deste bairro que tem em seu passado uma origem colonial e se transformou em uma macrorregião superpopulosa de Belo Horizonte. Suas conquistas e dificuldades narradas por alguns de seus moradores que são testemunhas das transformações ocorridas durante os anos, relatando sobre o impacto delas em suas vidas e compartilhando suas visões para o futuro deste local que tem vida própria nos corações e mentes de seus habitantes. 

    Classificação indicativa: Livre

     


    Dia 14, domingo, 19 horas

    Olhos de Erê

    (Brasil l 2021 l Luan Manzo e Bruno Vasconcelos l 11 mins.)

    Luan Manzo tem seis anos e é bisneto da matriarca Mametu Muiande do Quilombo Manzo N’gunzo Kaiango, um dos quilombos reconhecidos pela cidade de Belo Horizonte. Fundado em 1970 por um preto velho, pai Benedito, Manzo é palácio de rei, governado por uma rainha. Ali germinam sementes e crianças, num processo educativo - a afrobetização - que afirma a organização, o coletivo, a ancestralidade e a circularidade do povo negro. As crianças no quilombo crescem sabendo-se respeitadas, e por isso Luan percorre aqui o espaço sagrado, descrevendo-o a nós com segurança, conhecimento, rigor e frescor infantil. É ele quem, com um celular em mãos, propõe este filme.

    Classificação indicativa: Livre

     

    Matriarcas da Serra

    (Brasil l 2021 l Simone Moura, Deivson Marcos e Gabriela Matos l 90 mins.)

    Sol precisa fazer um trabalho escolar sobre a comunidade em que mora. Na busca por informações irá se deparar com acontecimentos e personagens que não consta nos livros sobre a história da cidade. Além da história sobre a comunidade, Sol aos poucos irá montar o quebra-cabeça da própria história.

    Classificação indicativa: Livre

     


    Dia 17, quarta, 19 horas (reprise)

    Escuridão à luz

    (Brasil l 2021 l  P.drão l 14 mins)

    Mini documentário que conta  um resumo da história de 3 jovens da periferias de Belo Horizonte e região que estiveram no fundo do poço e conseguiram  sobressair, saindo da escuridão e encontrando a luz em suas vidas.

    Classificação indicativa: Livre

     


    Dia 18, quinta, 19 horas (reprise)

    Desabafo

    (Brasil l 2021 l Karen Suzano l 2 mins. )

    Imersa ao seu passado de 2016 a cineasta Karen Suzane motiva uma reflexão pessoal que resulta em sua transformação em meio a Pandemia do coronavírus.

    Classificação indicativa: Livre.

     

    Ser

    (Brasil l 2021 l Denise dos Santos l 8 mins.)

    Iniciou-se a pandemia. Desde o início desse novo normal, entre uma saída e outra a trabalho, imagens foram feitas sem expectativas de que se tornasse um material só, o que resultou nesse trabalho. 

    Atualmente vivemos em um cotidiano que põe à prova o que é ser humano. Em pé de igualdade vemos que as estatísticas em suas variáveis aumenta e não há fenótipo que aguente esse caos. Sabemos à quem esse cotidiano é mais denso e quem são sim os mais atingidos e isso só é um reflexo de uma realidade despida para quem sabe o que é estar nu. 

    SER nasce como uma experimentação de abordar diferentes contextos pessoais e narrativas presentes em uma série de materiais de gaveta. Pensando no contexto mundial sendo pandêmico, Carol é o ser hospedeiro que também é o agente infeccioso, então resolvemos pensar nessa linha. Representamos nesse vídeo o que chamamos de cadeia de transmissão, que é esse ecossistema atual, onde temos a doença, o agente causador, o hospedeiro, o meio ambiente e o vírus, e eles estão concatenados.

    Classificação indicativa: Livre.

     

    E amanhã, o que será de mim?

    (Brasil l 2021 l Labibe Araújo l 11 mins.)

    Cassandra é uma mulher que vive bem com sua solitude, mas uma memória até então adormecida chega para confrontar sua quietude.

    Classificação indicativa: Livre.

     

    A morte da pomba da paz

    (Brasil l 2021 l Dea Vieira l 5 mins.)

    Após a sua morte, a pomba da paz nos apresenta a sua visão do inferno. Uma viagem metafórica que nos faz questionar o próprio conceito da paz e da sociedade atual.

    Classificação indicativa: Livre.

     

    Desocupados

    (Brasil l 2021 l Dea e Marcus Vieira l 5 mins.)

    Gênero experimental em forma de mocumentário. A rotina de uma comunidade periférica afetada pela pandemia de Covid 19. A aliteração de imagens dos locais ocupados e vazios.. Da cacofonia e do silêncio. Uma microvisão da pandemia

    Classificação indicativa: Livre.

     


    Dia 19, sexta, 19 horas (reprise)

    Trindade

    (Brasil l 2021 l Rodrigo Meireles l 28 mins.)

    Trindade ouve os ecos da escravidão desde menina. Agora, é ela quem canta. Personagem que dá nome ao filme nos revela sua história de abusos, alcoolismo, fé e poder.

    Classificação indicativa: 12 anos

     

    4 bilhões de infinitos

    (Brasil l 2021 l Marco Antônio Pereira l 14 mins.)

    Uma família vive com a energia de casa cortada. Enquanto a mãe trabalha, seus filhos ficam em casa e conversam sobre ter esperança.

    Classificação indicativa: Livre

     


    Dia 20, sábado, 19 horas (reprise)

    Abdução

    (Brasil l 2021 l Marcelo Lin l 35 mins)

    Vovozona suspeita de algo estranho na favela, mas ninguém acredita.  Em um final de semana, após o baile funk, ele finalmente desvenda este mistério. 

    Classificação indicativa: 16 anos

     


    Dia 21, domingo, 19 horas (reprise)

    Dois

    (Brasil l 2021 l Guilherme Jardim e Vinicius Fockiss l 1min)

    Bernardo e Luix buscam aproximação afetiva durante o período de distanciamento social. Em meio ao caos, tentam descobrir outras formas de amar.

    Classificação indicativa: 14 anos.

     

    Talibã

    (Brasil l 2021 l Éberson Martins l 6 mins.)

    Experimentos  dramáticos,  o Talibã  seus conceitos, impactos e desconstruções.

    Classificação indicativa: 14 anos.

     

    1986 

    (Brasil l 2021 l Éberson Martins l 4 mins.)

    O ateliê do artista Lorenzatto. Como cenário para a produção do filme Pacto Macabro .

    Classificação indicativa: 14 anos.

     

    Faust in the city

    (Brasil l 2021 l Éberson Martins l 12 mins.)

    Inspirado em Fausto, da literatura alemã, a versão ultra- contemporânea do dilema do homem , o bem e o mal.

    Classificação indicativa: 14 anos.

     

    Quarto do desassossego 

    (Brasil l 2021 l Leonardo Catapreta l 1m30s)

    Uma mulher debruçada sobre a janela, um homem que circula o quarto de bicicleta. versos sobre a solidão em par e os processos de embate entre a lucidez e a saúde psíquica de um casal isolado.

    Classificação indicativa: Livre.

     

    Órbita

    (Brasil l 2021 l Leonardo Catapreta l 4m51s)

    É quarentena, ela em órbita, ele em terra…

    Classificação indicativa: Livre.

     

    Dessa vez você não volta

    (Brasil l 2021 l Breno Henrique l 13 mins.)

    Agora só ficou a sua ausência

    Classificação indicativa: Livre.

     


    Dia 25, quinta, 19 horas (reprise)

    Raiz

    (Brasil l 2021 l Wallison Culu l 3m56s)

    Meus  Sentimentos no meu lugar de nascimento,  minha Quebrada, minha cultura, minha dança. Explorando minhas emoções, prevendo minhas reações, não deixando o meu fundamento de se fazer Dança, minha dança minha missão. 

     

    23 minutos

    (Brasil l 2021 l Rodrigo Beetz l 23 mins.)

    Um grupo de jovens amigos encontram na música, a resistência frente ao mercado de trabalho e as adversidades sociais.

    Classificação indicativa: 14 anos

     

    Beagá, a Capital do Hip Hop

    (Brasil l 2021 l Artur Ranne l 30 mins)

    Curta-metragem documental, realizado pela Encruza Produções e dirigido por Artur Ranne. O filme busca contar a história do Hip Hop belohorizontino que é reconhecido hoje como um dos polos nacionais da cultura Hip Hop , através  das visões de artistas e produtores locais  de diferentes gerações desde 1983 ano que marca o início desta fundamental cultura urbana até a atualidade.

     


    Dia 26, sexta, 19 horas (reprise)

    Sete Anos em Maio

    (Brasil l 2019 l Affonso Uchoa l 42 mins.)

    Em uma noite de maio, sete anos atrás, Rafael chegava em casa depois do trabalho. Quando abria o portão, alguém chamou seu nome. Ele olhou pro lado e viu pessoas que não conhecia. Rafael saiu da sua casa carregado pelos desconhecidos e nunca mais voltou. Desde então ele vive como se aquela noite nunca tivesse terminado.

    Classificação indicativa: 14 anos

     


    Dia 27, sábado, 19 horas (reprise)

    Olhos de Erê

    (Brasil l 2021 l Luan Manzo e Bruno Vasconcelos l 11 mins.)

    Luan Manzo tem seis anos e é bisneto da matriarca Mametu Muiande do Quilombo Manzo N’gunzo Kaiango, um dos quilombos reconhecidos pela cidade de Belo Horizonte. Fundado em 1970 por um preto velho, pai Benedito, Manzo é palácio de rei, governado por uma rainha. Ali germinam sementes e crianças, num processo educativo - a afrobetização - que afirma a organização, o coletivo, a ancestralidade e a circularidade do povo negro. As crianças no quilombo crescem sabendo-se respeitadas, e por isso Luan percorre aqui o espaço sagrado, descrevendo-o a nós com segurança, conhecimento, rigor e frescor infantil. É ele quem, com um celular em mãos, propõe este filme.

    Classificação indicativa: Livre

     

    Matriarcas da Serra

    (Brasil l 2021 l Simone Moura, Deivson Marcos e Gabriela Matos l 90 mins.)

    Sol precisa fazer um trabalho escolar sobre a comunidade em que mora. Na busca por informações irá se deparar com acontecimentos e personagens que não constam nos livros sobre a história da cidade. Além da história sobre a comunidade, Sol aos poucos irá montar o quebra-cabeça da própria história.

    Classificação indicativa: Livre

     


    Dia 28, domingo, 19 horas (reprise)

    Rua Ataleia

    (Brasil l 2021 l André Novaes Oliveira l 12 mins.)

    Em 2011, numa noite sem luz em uma rua de um bairro de periferia, uma família aguarda o retorno da energia elétrica, rodeada por velas que iluminam conversas e pensamentos. Hoje, dez anos depois, a luz tenta impor o seu lugar perante as sombras da memória.

    Classificação indicativa: Livre.

     

    Pai

    (Brasil l 2021 l André Novaes Oliveira l 3 mins. )

    A volta para casa.

    Classificação indicativa: Livre.

     

    Movimento

    (Brasil l 2021 l Gabriel Martins l 3 mins.)

    Tereza, nascida na pandemia do Coron34avírus em 2020, é cuidada por seus pais Rimenna e Gabriel.

    Classificação indicativa: Livre.

     

    Incluindo Deus

    (Brasil l 2021 l Maurílio Martins l 11 mins.)

    Aos 81 anos, minha mãe vive sozinha. Ela tem aprendido novas formas de falar com o mundo, incluindo Deus.

    Classificação indicativa: Livre.