Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Projeto Rock ao Piano
    Projeto Rock ao Piano
    Projeto Rock ao Piano com Bruno Hrabovsky

    No dia 21 de março, quinta-feira, às 20h, o músico curitibano Bruno Hrabovsky volta a Belo Horizonte com o concerto Rock ao Piano, celebrando a turnê de 10 anos - período em  que percorreu mais de 120 cidades de 17 estados brasileiros. 

    No Grande Teatro Sesiminas, de seu piano acústico, o artista apresenta aos mineiros o repertório que inclui sucessos do rock internacional dos anos 60 aos 90 (Queen, Aerosmith, Pearl Jam, Pink Floyd, ACDC, Rolling Stones, Beatles, Radiohead, Metallica, Black Sabbath, Elton John e Guns n’ Roses), além de 3 outras músicas – uma delas surpresa, que será revelada somente no concerto. 

    A apresentação começa às 20h. Duração: 90 min. Os ingressos custam R$ 60 (inteira) e 30 (meia-entrada) e estão à venda na bilheteria do teatro e pelo sympla.

    Crianças de colo até 5 anos não pagam.

  • Projeto Roda de Leitura
    Projeto Roda de Leitura
    Projeto Roda de Leitura

    A professora Renata Pimentel e a poeta Ana Estaregui falam, no dia 21 de julho, às 17h, sobre a Roda de leitura, projeto que visa incentivar o exercício da leitura compartilhada.

    Em encontros quinzenais e independentes entre si, a começar em 4 de agosto, textos curtos, alternados entre prosa e poesia, são os objetos de reflexão e troca.

    Na apresentação, as consultoras contam, em detalhes, o que está por vir. A conversa tem a mediação de Tatiana Prado, gerente da área de Memória e Pesquisa do IC.

    O evento será acessível em Libras.

  • Projeto Sábado Feminista
    Projeto Sábado Feminista
    Projeto Sábado Feminista

    Apesar do intenso ativismo e de algumas conquistas de ordem jurídica, o panorama atual é adverso à população LGBTQIA+, principalmente pela ascensão da extrema direita e do neoconservadorismo no Brasil e no mundo. Mas por que o corpo trans incomoda tanto os conservadores? O que fazer diante de tanta rejeição expressa muitas vezes em violência? No próximo 18 de outubro, o projeto Sábado Feminista, parceria entre a Academia Mineira de Letras e o movimento Quem Ama Não Mata, promove o debate “Transexualidades e travestilidades: despatologizar o olhar é preciso”. 

    O encontro começa às 10h (portões abertos a partir das 9h30), na sede da AML (Rua da Bahia, 1466), com entrada gratuita e aberta ao público. O evento conta com a participação da vereadora e pesquisadora, Juhlia Santos, e do professor Marco Aurélio Máximo Prado, do Departamento de Psicologia da UFMG e coordenador do Nuh – Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT+. A conversa abordará os desafios enfrentados pela população trans e travesti diante do avanço do conservadorismo, mas também destacará conquistas, possibilidades de alianças políticas e o papel do transfeminismo na ampliação da luta feminista.

     Para a vereadora e pesquisadora Juhlia Santos (PSOL), o transfeminismo amplia a definição do feminismo ao romper com essencialismos biológicos ao incluir as experiências de vida das pessoas trans como centrais para a análise feminista. "O transfeminismo não apenas modifica mas aprofunda a noção de feminismo ao evidenciar que a sua luta é pela autodeterminação de todos os corpos e gêneros", afirma. Juhlia Santos tem se dedicado a uma agenda de reivindicação de direitos que inclui desde o combate à violência cissexista à garantia de direitos reprodutivos para todas as pessoas, incluindo o direito à gestação por homens trans. 

    Para ela, vertentes do feminismo tradicional branco, heterossexual e de classe média, teriam marginalizado historicamente mulheres negras, indígenas, pobres, lésbicas e trans. "O transfeminismo mostra, através de sua crítica, que não há uma essência única de mulher, mas múltiplas experiências que devem ser consideradas no horizonte feminista", completa a vereadora e pesquisadora. O panorama atual é bastante regressivo do ponto de vista das políticas públicas, afirma o professor Marco Prado, que destaca o poder do ativismo nesse contexto. “O ativismo é fundamental para que existam direitos de igualdade para pessoas trans e LGBTQIA+. Sem o ativismo estaríamos ainda no campo da patologização e criminalização das diversidades corporais, sexuais e de gênero", completa.

     Esse ativismo inclui desde pesquisas científicas até a realização da Parada LGBTQIA+ , a qual tem trazido maior visibilidade e "resistência pública" e que, segundo Marco Aurélio M. Prado, incide no debate sobre temas "historicamente relegados à esfera privada". O projeto Sábados Feministas é uma iniciativa da AML em parceria com o movimento Quem Ama Não Mata e acontece no âmbito do “Plano Anual Academia Mineira de Letras – AML (PRONAC 248139)”, previsto na Lei Federal de Incentivo à Cultura, e tem o patrocínio do Instituto Unimed-BH – por meio do incentivo fiscal de mais de cinco mil e setecentos médicos cooperados e colaboradores. O evento tem apoio do Esquina Santê.