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  • A orquestra moderna I - Orquestra Filarmônica de Minas Gerais
    A orquestra moderna I - Orquestra Filarmônica de Minas Gerais
    A orquestra moderna I - Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

    Na jornada pela história da orquestra, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais chega ao período moderno, anunciando o começo do século XX.

    No sábado, 16/10, às 18h, na Sala Minas Gerais, o Regente Assistente, José Soares, recém-premiado no 19º Concurso Internacional de Regência de Tóquio, conduzirá os musicistas por composições de Debussy, Charles Ives, Erik Satie, Villa-Lobos e Stravinsky. 

    Com novos ritmos e formações, as diferentes obras irão reconstruir os estilos marcantes do período.

    Depois de uma boa e longa jornada pela história da orquestra, chegamos agora na era moderna na música. No concerto deste sábado, teremos no programa cinco compositores que marcam o final do século 19 e o início do século 20: Debussy, com “Pequena Suíte (orquestração Busser)”, Charles Ives, com a enigmática “A pergunta não respondida”, Erik Satie, com “Jack in the box (orquestração Milhaud)”, descoberta após sua morte, Villa-Lobos, com “Suíte para cordas” e Stravinsky, com “Danças Concertantes”.

    O concerto será conduzido pelo nosso Regente Assistente José Soares, e os ingressos podem ser adquiridos em fil.mg/foradeserie7.

    Contaremos também com a transmissão ao vivo pelo nosso canal no YouTube (fil.mg/youtube) e pela Rede Minas, nos canais de televisão 9.1 (TV aberta - UHF Digital) ou 9.20 ou 520 (TV a cabo).

     

     

    O evento será hibrido.

  • A orquestra romântica III - Orquestra Filarmônica de MG
    A orquestra romântica III - Orquestra Filarmônica de MG
    A orquestra romântica III - Orquestra Filarmônica de MG

    No concerto da série Fora de Série desta semana, o repertório nos levará ao momento em que os instrumentos e o conjunto da orquestra alcançaram sua maior potencialidade.

    Mahler, Richard Strauss e Wagner são os compositores escolhidos para representar os últimos anos do período romântico em nossa jornada pela história da música de concerto.

    Para nos ajudar a contar esta história, a mezzo-soprano Ana Lucia Benedetti interpretará Seis Canções de Mahler, obras que têm textos retirados de dois ciclos de poemas: A trompa mágica do menino e Ruckert Leader.

    De Wagner ouviremos O idílio de Siegfried, obra intimista e terna dedicada à sua esposa Cosima.

    A peça Metamorfoses, de Richard Strauss, para instrumentos de cordas, revela a tristeza do compositor pela destruição da Ópera de Viena na Segunda Guerra Mundial.

    Você poderá assistir este concerto presencialmente na Sala Minas Gerais, no sábado, às 18 horas.

    Se preferir, poderá levar a música para dentro de casa com a nossa transmissão ao vivo no YouTube e pela Rede Minas de Televisão.

  • A Outra Margem | Polaroid Sonora - Cine Theatro Brasil Vallourec
    A Outra Margem | Polaroid Sonora - Cine Theatro Brasil Vallourec
    A Outra Margem | Polaroid Sonora - Cine Theatro Brasil Vallourec

    Formada por Brendhon Janssen (voz/violão), Ruben di Souza (baixo/vocais) e João Souza (guitarra/violão), A Outra Margem [A.O.M.] surgiu em Belo Horizonte (MG), em outubro de 2017.

    Sem limitações ou bandeiras acerca da arte, o trio faz um trabalho autoral emoldurado por referências que representam o que há de mais inovador na música brasileira popular.

    A banda nasceu a partir dos sonhos e devaneios de seus integrantes, todos músicos com vasta experiência.

    Com um bom tempo de estrada, Ruben é um conceituado produtor musical, que já ganhou por duas vezes o Grammy, e multi-instrumentista acostumado com os estúdios e palcos da vida. Por suas vezes, Brendhon e João têm na bagagem uma completa vivência artística no cenário gospel.

    Além disso, o guitarrista é conhecido por atuar como sideman de muitos artistas de renome da música independente que vem das Minas Gerais.

    Junto do trio titular, sempre há a presença de um baterista que ajuda a dar vida às melodias e canções que A.O.M. propõe entregar ao público.

    A musicalidade da banda apresenta uma infinita gama de referências.

    Bastante abrangente, o trabalho é uma amálgama sonora que recebe influências do pop/rock/blues de John Mayer, passa pelo folk moderno do Munford & Sons, bebe nas fontes do romantismo de Roberto Carlos, descansa na pegada rancheira de Almir Sater e flerta com o funk dos Doobies Brothers.

    Esses temperos são recheados por letras que – cantadas em português – trazem em sua essência e leveza insustentável do ser, temas do cotidiano, coisas leves e versos que além de diretos, são pueris.

    No final das contas, as músicas não soam piegas, nem nostálgicas e tampouco repetitivas.

    Com doses exatas de autenticidade, o trio entrega canções transitam bem entre a simplicidade do universo campestre e o dia a dia urbano.

    O repertório é original, define a conexão da música com a alma e está pronto para conquistar os quatro cantos do Brasil.