O Quality Hotel Pampulha conta com uma localização privilegiada, cercado por alguns dos principais atrativos turísticos de BH como o Estádio do Mineirão, o Ginásio Mineirinho, o Museu de Arte Moderna e a famosa Igreja de São Francisco. O Quality Hotel Pampulha dispõe de 174 apartamentos todos em piso frio, isolamento acústico, ar condicionado, TV LCD 32”, cofre eletrônico, secador de cabelos, Wi-fi banda larga, divididos em quatro categorias: Superior, Luxo, Business Class e Royal. O hotel dispõe de gerador de energia e room service 24h.
O Hotel conta ainda com um espaço para eventos, comporto por oito salas: Diamante, com 254m²; Diamante I com 100 m²; Diamante II com 154 m²; Platina, com 71m²; Ouro, com 61m²; Prata, com 51m²; Rubi, com 68m²; e Esmeralda, com 53m².
Quando a cultura vira caminho: Belo Horizonte é finalista do Prêmio Afroturismo 2026
Belo Horizonte pulsa memória, ancestralidade e futuro. E, quando esse movimento ganha reconhecimento nacional, fica ainda mais evidente que o turismo na cidade vai além da visita, ele se transforma em experiência, identidade e pertencimento.
A capital mineira está entre as cinco finalistas do Prêmio Afroturismo 2026, na categoria Melhor Destino. O reconhecimento, promovido pelo Guia Negro, valoriza iniciativas que colocam a cultura afro-brasileira no centro das experiências turísticas, destacando cidades que constroem narrativas mais plurais, inclusivas e conectadas com suas raízes.
BH se destaca justamente por isso. Pelo samba que ecoa nas ruas, pela gastronomia de matriz africana que atravessa gerações, pelas congadas, pelas caminhadas negras e por uma série de manifestações que revelam a presença e a contribuição da população negra na construção da cidade. Mais do que cenário, Belo Horizonte se afirma como território de vivências que conectam história, cultura e afeto.
Um reconhecimento que nasce da identidade
A indicação como Melhor Destino reflete um trabalho consistente de valorização da cultura afro-brasileira dentro das políticas públicas de turismo. Ao longo dos últimos anos, Belo Horizonte tem estruturado ações que ampliam a visibilidade dessas expressões, fortalecendo roteiros, eventos e experiências que dialogam com a ancestralidade e com a diversidade cultural da cidade.
Esse movimento não acontece de forma isolada. Ele é resultado de uma construção coletiva que envolve poder público, locais e agentes do turismo que entendem o afroturismo como um caminho para o desenvolvimento mais inclusivo e sustentável. Ao reconhecer e promover essas iniciativas, BH se posiciona como um destino que valoriza suas origens e transforma essa riqueza em experiência para quem vive e visita a cidade.
Além da cidade, a Belotur também está entre as finalistas na categoria Empresa ou Entidade Parceira do Afroturismo. A indicação evidencia o papel estratégico da instituição na promoção e no fortalecimento do segmento, por meio de ações como o Kandandu, encontro de blocos afros na abertura oficial do Carnaval de Belo Horizonte, o apoio ao Congresso Brasileiro de Afroturismo e a construção do Guia de Afroturismo da capital.
Estátuas de Lélia Gonzalez e Carolina Maria de Jesus Parque Municipal Américo Renné Giannetti Divulgação
Experiências que conectam história e território
Outro destaque importante é a presença de Belo Horizonte na categoria Melhor Experiência Brasil Adentro, com o projeto “Caminhada Belos Horizontes Negros”, desenvolvido pela Sensações Turismo. O roteiro percorre o Centro da cidade e propõe uma imersão na história e na presença negra em BH, conduzindo participantes por trajetórias que muitas vezes ficaram à margem das narrativas oficiais.
Com diferentes versões, como Rota Maria do Arraial, Rota Artes Negras, Rota Entre Museus, Rota Direitos Humanos e Rota Vidas Negras, a experiência atende públicos diversos e transforma o caminhar pela cidade em um ato de descoberta, escuta e reconhecimento.
Mais do que uma atividade turística, a caminhada se firma como uma vivência sensível, que conecta passado e presente, promovendo reflexão e ampliando o olhar sobre Belo Horizonte.
Os vencedores do Prêmio Afroturismo 2026 serão anunciados em abril, durante a WTM Latin America, em São Paulo. Independentemente do resultado, a presença de Belo Horizonte entre os finalistas já reforça um caminho importante, o de uma cidade que reconhece sua diversidade, valoriza suas raízes e transforma cultura em potência.
Quando BH vira Carnaval: como a festa movimenta o turismo e a economia em 2026
O Carnaval de Belo Horizonte não é apenas um evento no calendário. Ele é um movimento urbano que ocupa ruas, ativa territórios, conecta pessoas e transforma a cidade em experiência viva. A partir do dia 31, BH entra oficialmente em modo Carnaval 2026, com uma programação que se espalha por todas as regionais e reafirma a folia como uma das maiores manifestações culturais do país.
São mais de 600 desfiles previstos ao longo do período oficial, reunindo blocos que ajudaram a reconstruir e consolidar o Carnaval da capital nos últimos anos, ao lado de novas expressões, ritmos e formatos. Uma festa que não se concentra em um único ponto, mas se descentraliza, valoriza bairros, fortalece identidades locais e convida moradores e visitantes a viverem a cidade de perto, no ritmo do encontro e da ocupação do espaço público.
Carnaval que movimenta a cidade e fortalece a economia
O impacto do Carnaval vai muito além da alegria nas ruas. A expectativa é de que mais de 6 milhões de foliões participem da programação em 2026, movimentando cerca de R$ 1 bilhão na economia local. Turismo, lazer, gastronomia, comércio, serviços e cultura caminham juntos nesse período, gerando mais de 20 mil postos de trabalho diretos e indiretos e ampliando oportunidades para quem vive da cidade.
Bares cheios, restaurantes pulsando, ambulantes trabalhando, hotéis ocupados e serviços em pleno funcionamento mostram que o Carnaval é também um motor econômico relevante. Ele cria renda, estimula o empreendedorismo e reforça Belo Horizonte como um destino turístico completo, que combina hospitalidade, diversidade cultural e uma programação acessível e democrática.
Foto: Bruno Figueiredo / Acervo Belotur
BH como destino carnavalesco: quem vem, volta
Os dados confirmam o que se percebe nas ruas. Pesquisa realizada pelo Núcleo de Estudos Econômicos e de Inteligência & Pesquisa da Fecomércio MG, em parceria com a Belotur, indica que mais de 91% dos entrevistados pretendem passar o Carnaval em Belo Horizonte. A maioria participa da programação gratuita, especialmente dos blocos de rua, e mais de 41% planejam gastar acima de R$ 400 durante o período, beneficiando diretamente o comércio local.
Entre os turistas, muitos já conhecem a cidade e permanecem por até uma semana, o que revela um alto índice de retorno e reforça a consolidação do Carnaval de BH como um destino nacional. Não é apenas sobre vir uma vez, é sobre querer voltar, reconhecer a cidade, criar vínculos e viver novas experiências a cada edição.
Uma cidade que se prepara para acolher e celebrar
O Carnaval de Belo Horizonte é feito de planejamento, cuidado e, principalmente, de gente. A cidade se organiza para garantir estrutura, segurança, mobilidade, limpeza e saúde, mas o que realmente sustenta a festa é a capacidade de acolher. Acolher quem chega, quem trabalha, quem mora, quem faz o Carnaval acontecer.
BH entende a folia como política cultural, como estratégia turística e como expressão legítima da vida urbana. É uma cidade que pulsa, trabalha, celebra e se transforma a cada esquina tomada pelo som dos blocos.