Prepare-se para viver uma experiência única de autocuidado e conexão!
O Reconecte, que já conquistou corações com suas manhãs leves e energizantes, agora chega em uma edição especial: o reconecte plus!
Nesta edição você vai aproveitar:
- Aulas de Bem Estar e movimento; - Café da manhã completo e acolhedor; - Dj ao vivo com sets leves para embalar a manhã e o início da tarde; - Um ambiente pensado para relaxar, reconectar e começar o dia com propósito.
Reconhecimento pela UNESCO
Banco de Imagem/Adobe Stock
O Conjunto Moderno da Pampulha foi inscrito na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO em julho de 2016, na categoria de Paisagem Cultural, após um processo de candidatura que durou aproximadamente quatro anos.
Fazer parte desta lista significa que o Conjunto é reconhecido por possuir um patrimônio considerado especialmente importante para a humanidade, com valor excepcional. Trata-se de um espaço único no mundo, uma herança que merece cuidados especiais e que deve estar disponível para as gerações atuais e futuras.
Integram o Conjunto Moderno da Pampulha, inscrito na Lista do Patrimônio Mundial, quatro edificações, duas praças, os jardins que fazem parte destes espaços e parte da Lagoa:
• Cassino (atual Museu de Arte da Pampulha); • Casa do Baile (atual Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design); • Iate Golfe Clube (atual Iate Tênis Clube); • Igreja de São Francisco de Assis; • Praça Alberto Dalva Simão; • Praça Dino Barbieri; • O espelho d´água e a orla da Lagoa no trecho em que articula estes bens e lhes confere unidade.
Banco de Imagem/Adobe Stock
Complementam o projeto arquitetônico original da Pampulha um hotel, que não chegou a ser construído, mas que tinha uma posição que também evidenciava sua relação com os outros prédios, e a Residência Juscelino Kubitschek (atual Museu Casa Kubitschek), construída em 1943.
A área do bem protegido (core zone) possui 154 hectares. Já a área total da Zona de amortecimento (área de entorno que contribui para a preservação do bem) possui 1.418 hectares.
O conceito de paisagem cultural
O Conjunto Moderno da Pampulha é um exemplo importante do que chamamos de paisagem cultural. Esse tipo de patrimônio diz respeito a espaços que nascem do trabalho conjunto das mãos do homem e da natureza, e marcam a evolução da arquitetura e da sociedade. No caso da Pampulha, temos uma paisagem natural rural, que foi trabalhada pelas mãos do homem na construção da barragem (lagoa), conservando suas características de grandes espaços abertos e verdes, com a criação de um ambiente de beleza cênica e que ressalta a possibilidade do uso para o lazer e a contemplação.
Reconstruir sobre o que apagam - os espaços reimaginados de Ana Koehler e Alves
Reconstruir sobre o que apagam - os espaços reimaginados de Ana Koehler e Alves
A exposição “Reconstruir sobre o que apagam - os espaços reimaginados de Ana Koehler e Alves”, com suas sobreposições de cenas e fragmentos, destaca o paradoxo daquilo que foi, mas não passou; que se apagou, mas nunca foi esquecido. A montagem propõe uma arqueologia às avessas: a ideia não é escavar para encontrar novos conhecimentos antigos, mas sobrepor, adicionar camadas de modo a deixar claro que o presente não supera o passado, mas que o passado integra, de maneira inexorável, aquilo que chamamos de presente.
A exposição celebra a reunião de dois estilos artísticos distintos em um ambiente cuidadosamente planejado. As obras desses artistas promovem uma fusão entre o delicado espaço urbano do início do século XX presente nas criações de Ana e a vasta paisagem poética do Cerrado explorada por Alves.
Ambos os artistas abordam questões atuais com recursos modernos, mas seus olhares estão voltados para o passado, revisitando aspectos de uma época que parece ter se perdido com o progresso e as mudanças ao longo do tempo. A exposição “Reconstruir sobre o que apagam - os espaços reimaginados de Ana Koehler e Alves” destaca essa interseção entre passado e presente, natureza e cidade, através da sobreposição de cenas e fragmentos.
A montagem propõe uma abordagem arqueológica às avessas, adicionando camadas para evidenciar que o presente integra o passado de maneira inexorável. Assim, a exposição oferece aos visitantes uma experiência enriquecedora que celebra a criatividade e o talento desses artistas, além de nos convidar a refletir sobre a conexão entre nossa história, meio ambiente e uns aos outros, ao mesmo tempo em que se enriquece o cenário dos quadrinhos no Brasil e além-fronteiras.
A exposição “Reconstruir sobre o que apagam - os espaços reimaginados de Ana Koehler e Alves” tem o patrocínio da Cemig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. Realização: Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Instituto Periférico, e Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais.