Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Renato Monteiro

    Graduado em Turismo, doutor em Educação em Ciências e Saúde e mestre em Educação, é professor de Gastronomia da UFRJ. Coordena o projeto TransGarçonne, curso de educação profissional voltado para a empregabilidade de pessoas transgêneras na gastronomia.

  • Fotografia de Renato Moura olhando por trás do ombro esquerdo. Ele veste blusa preta. No primeiro plano há um gongo antigo em desfoque.
    Fotografia de Renato Moura olhando por trás do ombro esquerdo. Ele veste blusa preta. No primeiro plano há um gongo antigo em desfoque.
    RENATO MOURA COM GONGO

    Fotografia de Renato Moura olhando por trás do ombro esquerdo. Ele veste blusa preta. No primeiro plano há um gongo antigo em desfoque.

    SHOW MEDITAÇÃO DE RENATO MOURA COM GONGO

    A experiência com o gongo é uma técnica de meditação sonora em que o instrumento é utilizado para estimular uma sensação de relaxamento no corpo, mente e alma. É uma oportunidade para se reconectar consigo mesmo. Um momento altamente rejuvenescedor para o corpo, proporcionando uma sensação geral de relaxamento que pode reduzir o estresse e eliminar bloqueios emocionais.

    Classificação livre

     

  • Foto de rosto do Renato Negrão
    Foto de rosto do Renato Negrão
    Renato Negrão • Concerto para o Erro • 20 Anos • Instalação Expositiva

    Renato Negrão, é belorizontino. Poeta multilinguagens, curador e arte educador. Artista da palavra e da imagem, ministra cursos de escrita criativa, poesia visual e leitura crítica e revisão de originais. Publicou Vicente Viciado, Odisseia Vácuo entre outros livros de poesia. Atua, desde 1996, com linguagens e suportes variados, do livro à performance, da letra de canção à fotografia com trabalhos realizados no Brasil e exterior. Investiga as relações entre palavra, imagem, som e pesquisa o viés pedagógico da criação artística. Realizou shows, performances e lançamentos de livros em Barcelona, Lisboa, Berlim, Luanda e Maputo. Concerto para o erro comemora os 20 anos de sua estreia em 2003 e foi apresentada pela última vez na Mostra de arte urbana no Brasil central em Goiânia/2013. Pautada pelo trânsito entre poemas, imagens, texturas sonoras e ações físicas, a performance tem como objeto a projeção em uma parede de um espaço público da Virada Cultural - através da tecnologia precária de um retroprojetor adaptado para receber água - e a manipulação simultânea de objetos, manuscritura, pintura, grafismos e vocalizações de textos poéticos. Com ironia, humor e invenção, os poemas trafegam ora nonsense, ora sobre temas existenciais contemporâneos.

    MAIS INFORMAÇÕES:
    Virada Cultural de Todo Mundo - Belo Horizonte 2023
    Participação gratuita.